Na pérola do Atlântico, com bolo do caco

Qual é a melhor parte do Verão? Vá, tenta lá adivinhar…. Eu ajudo. FÉRIAS!

Exactamente, a melhor parte do verão, são as férias. Do meu ponto de vista, umas boas férias incluem, uma boa companhia, um bom pouso e coisas novas para ver e saborear. Ora aqui a sortuda do pedaço, companhia muito boa já tem, faltava tudo resto. Foi então, que num volte face, conseguiu o pacote completo, e meteu-se num avião a caminho da pérola do atlântico.

Primeiro momento de estranheza. Apanhas um avião em Portugal, voas para Portugal e em momento nenhum te perguntam: “Quer um café?”. Muito pelo contrário a questão feita é:”Voulez-vous un café?”. IUP, só francês. Como a duração da viagem entre o Porto e o Jardim, é igual à duração da viagem entre o Porto e Paris, eu questionei-me se teria apanhado o voo certo.

Ao que parece, sim. Isto porque, quando olhei pela pequena janela do avião e vi uma asa fora da pista, e que parecia que rasgava o mar, entendi que não estava em Paris.

Dizem os entendidos no assunto, que a Madeira é um jardim. Não estão em nada equivocados, mas mais do que ser um jardim, é um bosque encantado. Não houve nada mais estranho, do que andar a passear a Ilha, e às tantas, entre crisântemos e hortênsias, aparecem nuvens, brancas e fofinhas, como as dos desenhos animados. Nós ali, dentro de um carro, numa estrada onde mal cabiam dois carros, com um GPS que nunca nos deixou ficar mal e que sem aviso prévio mostra um aviso de erro… “Estou perdido” era o que o GPS queria dizer… E agora? Eu passei a informação ao Pedro, que mais uma vez, descansado da vida responde:” Relaxa, à pouco o GPS falava em 8 km, ainda só fizemos 2, são mais 6 por aqui”. Honestamente, acho que ele está a começar a ficar com o síndrome de Arsénio (o meu pai), que tem o depósito prestes a acender a luz, e continua a insistir que ainda dá para mais 100km… Enfim, o Pedro tinha razão mais 6 km pelo caminho e chegamos a um novo lugar. Para melhorar, o GPS encontrou-se!

Outra das sensação incríveis que se tem, é de que num único dia, conseguimos apanhar todas as estações do ano. Não no mesmo sitio, é certo, mas andando de um lado para o outro. Ora chove aqui, andam-se 10km, já não chove mas faz frio, mais 10km, já não faz frio está calor…. Enfim, se numa ilha com uma área de 801km2 não há consenso entre o tempo, porque haveria de haver consenso com o continente?

Outro dos momentos estranhos, é o facto de nós sermos portugueses de gema, eles serem portugueses e no entanto, dificilmente se dirigiam a nós em português. 2 opções, ou nós temos cara de espanhóis/ingleses, ou então os madeirenses querem tanto agradar que se esquecem da própria origem.

Aqui está outra coisa, a vontade que têm de agradar. Não vou dizer no Funchal, porque é muito turístico e chegam a abusar do deslumbre dos turistas, mas vou falar dos outros sítios em que estivemos. As pessoas são realmente atenciosas e simpáticas e combinam em muito com a paisagem. Até porque, são precisamente essas pessoas que tornam a paisagem tão soberba. Foram varias as pessoas, que vimos a tratar das cantarias em flor. Se no continente as cantarias são em pedra, ali não, ali são a continuação das levadas. São arbustos em flor que encontramos aos longo das estradas. Realmente, a madeira é bucólica e cheia de beleza natural.

Existem realmente experiências que são para ser vividas, lugares para ser conhecidos. Eu tive por 5 dias, a experiência de visitar um sitio, lindo, viver memorias incríveis e mais importante, ter uma companhia como sempre à altura do desafio. Se quero lá voltar? claro que sim, mas só depois de conhecer outros destinos da minha lista de viagens. Alem disso, tenho receio de voltar a viver a desilusão da casinha das bonecas na Disney. A primeira vez, é fenomenal, a segunda são bonecas a cantar e na terceira já só queres que aquele carrinho corra para o fim.

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A receita que trago é Bolo do Caco. Nós comemos muito, com manteiga de alho e eu achei por bem aprender a fazer. Nunca se sabe, quando vou necessitar de impressionar alguém com cozinhados típicos portugueses.

BOLO DO CACO (para 4)

O que vais precisar?

  • 350gr de farinha + extra, caso a massa fique muito liquida;
  • 250gr de batata doce descascada, cozida e a água onde foi cozida;
  • 1 solher de café de sal marinho;
  • 8gr de fermento de padeiro;

Como vais fazer?

Vou deixar aqui o video, que me ensinou a fazer.

Ele fala em 15minutos para levedar, eu deixei 4h. As receitas originais falam em 2/3h, podendo ficar a noite toda.

https://youtu.be/Ra5Jy_q-244

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Que rico fim-de-semana…

Versão Portuguesa

Ora bem, isto está a começar a tornar-se deveras complicado. Não é que eu tenha perdido a pica, de vir até aqui explanar as insanidades que me correm nas ligações cerebrais. Não é nada disso. O problema é que nos últimos dias tenho estado sob efeito de uma qualquer amarração, e a única coisa que consigo fazer nos bocadinho livres que tenho é ler mais 20/30 páginas de Grey, o ultimo livro da saga da E.L. James. Provavelmente, já devia ter terminado o livro, mas do alto dos meus 27 anos, adquiri um novo conceito. Aproveitar bem, e saborear o livro, de contrário acabo muito rápido e sofro pela falta de ocupação. Além disso no fim-de-semana passado, tive uma viagem de finalista de 2 dias. Ou seja, parece mal estar a curtir o namorado e os amigos à beira rio, ou à beira da piscina e andar com o livro… Por isso, acabei por demorar mais do que o normal e também deixei passar o dia da escrita. Desengane-se no entanto quem acha que eu não tenho ido à cozinha. MENTIRA! Eu não só tenho ido, como hoje trago a minha receita de cookies de viagem. Que desta vez não fiz no fim-de-semana da viagem, mas fiz esta semana que passou para a Sofia ter o que comer na viagem dela.

Pois bem, viagem de finalistas de 2 dias.

Eu já falei que tenho os mesmos amigos desde a minha adolescência. Não tenho exatamente os mesmos, mas os que ficaram, parecem-me bons o suficiente para tentarmos fazer coisas como fins-de-semana em família. Nós somos muitos, mas os 5 que vou falar hoje, são os que estão sempre por perto. O João, a Milai, a Rachel, o Diogo e o Pedro.

Sinto que corre nas nossas veias a cena da nostalgia e saudade, tão tipicamente Portuguesa. Porque todos os fins-de-semana quando nos encontramos acabamos sempre por recordar a nossa viagem de finalistas. Sente-se sempre o fado na voz, quando se fala daquele mítico ano. Assim, e depois de muitas promessas, lá conseguimos organizar um fim-de-semana entres os 6 para voltarmos a viver, de uma forma muito mais ponderada, uns dias em família.

Sexta-feira, depois de sairmos do trabalho, metemo-nos no carro, com o CD que o Diogo fez, a tocar e la fomos nós. Rumos ao Gerês. O João e a Milai, foram mais tarde, porque como sempre o João é o ultimo. O mais acelera, o mais deixa andar e por isso mesmo sempre o ultimo. A viagem correu bem na nossa “camioneta” com exceção dos últimos quilómetros. Musica muito boa, muita cantoria, muita parvoíce dita, mas também muita curva e ás tantas eu já rezava à nossa Senhora dos estômagos sãos. Consegui aguentar tudo, dentro de mim. Não sabendo contudo que isso poderia ser só um presságio para o que se seguia…

Chegamos ao hotel, cada um se instalou na sua casa, e enquanto esperávamos pelo João e a Milai, eu e a Rachel acabamos por tratar do jantar. Bolonhesa. Tinha de fazer algo simples e rápido, estávamos todos famintos. O João e a Milai, lá chegaram, jantamos, tratamos do piquenique para o dia seguinte fomos até casa do Diogo e da Rachel para a sessão de jogos. Como era de esperar dividimo-nos em três equipas e jogamos Party and co. O jogo é uma mistura de Trivial Pursuit, Tabu, PictionaryLogo, e Jogo dos Gestos. A ideia era ver, que equipa conseguia terminar o jogo e obter todos os “queijinhos” até ao fim do fim-de-semana.

Com este jogo concluímos que o Diogo e a Rachel, se entendem extremamente bem…. Foram os vencedores. Eu e o Pedro damos uns toques, desde que seja eu a adivinhar, porque o Pedro na parte de adivinhação não é grande coisa. Já o João e a Milai, são extremamente engraçados, porque pensam exatamente da mesma maneira e por isso mesmo acabam por não conseguir perceber o outro. Como é isto possível? Não sei…

A noite acabou cessada por cansaço extremo dos jogadores.

No dia seguinte, eu acordei muito mal da barriga e cheia de dores de cabeça. Porem não desisti. Não vou ser eu a mete nojo, nem que para isso ande a arrastar-me para todos os lados.

Adquirimos um mapa e metemo-nos nos carros e fomos nós para as cascatas ver o que acontecia. Às tantas o João faz sinal para pararmos… Estamos no meio de nada, não se vê vivalma para além de nós seis. Ele para, para nos informar que está sem gasóleo e não sabe até quando vai conseguir andar… SÉRIO?!?!? LEMBRASTE-TE DISSO AGORA?!?! Ele muito descontraidamente diz que acha que dá para seguir, mas só queria avisar. Bem continuamos caminho. Aconteça o que acontecer, temos comida e bebida nos carros, telefones com bateria e temo-nos uns aos outros… Era isto que o meu pai dizia quando íamos para o Algarve e no meio de nenhures a luz do combustível acendia… Além disso se o João estava descontraído nós também estávamos… Não estávamos, eu a Rachel e a Milai estávamos bastante preocupadas…. Caminho acima e eis que eu depois de me aguentar quase tão bem como a Joana D’Arc se aguentou na fogueira, peço encarecidamente ao Pedro para parar, e corro para um canto para acalmar o meu estômago… Exatamente eu “libertei” o meu enjoo nas belas paisagem do Geres… Lamento, não queria estragar tudo. Se bem que não foi isto que preocupou as almas, porque enquanto eu vomitava convulsivamente, e o Pedro em pânico preocupado comigo e a Rachel à procura de guardanapos e o Diogo a ajudar, o João e a Milai faziam selfies… Não sei como não me apanharam como pano de fundo… Note-se que a Milai é a médica do grupo, provavelmente por isso mesmo não se preocupou muito, porque percebeu que foi reação ao caminho.

Na verdade paramos a meia dúzia de metros da cascata que procurávamos, por isso, caminhei apanhei ar puro e… acabei por voltar a vomitar o que já não tinha, convulsivamente. Nesta altura, já todos se preocuparam de verdade. Até o cabeça no ar do João estava preocupado. Acabamos por cancelar a procura de cascatas. A Rachel e a Milai não acharam piada aos trilhos, eu estava a momentos de voltar a “virar o barco” pela terceira vez, e o carro do João estava sedento. Assim, voltamos para traz, e fomos optar por uma programa com água não elevada e com caminhos fáceis de encontrar. Quando regressamos ao hotel, foram todos piquenicar para “casa” da Rachel e do Diogo enquanto eu fui descansar. Coisa que não durou muito, e o Pedro meia hora depois andava à minha volta super preocupado por eu não estar bem. Eu já me sentia melhor, levantei-me almocei um chá e bolachas e desencantei forças para aproveitar o dia. As meninas deram-me ben-u-ron e brufen, que eu me tinha esquecido de levar, e consegui sentir-me melhor. Estive a tarde toda entre a piscina e o rio, fomos bafejados pela presença de um mini sapo muito fofinho e acabamos no bar do hotel a comer gelados. Sim, porque eu até podia estar mal disposta, mas não podia recusar um gelado.

À noite fomos jantar à vila do Gerês, todo o caminho, na nossa “camioneta” o Pedro, o Diogo e a Rachel me perguntaram se estava bem, se era preciso parar… Mas eu sentia-me bem melhor. Depois de jantar, e de desgastar o jantar, voltamos para o hotel para mais um trielo.

No domingo, dia de regresso, eu estava bem melhor. Até termos ido ao S. Bento da Porta Aberta…. Às tantas já estava a desfalecer, e o Pedro andava a passear a minha mala…

Na volta de regresso, fomos almoçar na Apúlia. Não vou falar do restaurante, porque estou com a sensação que passamos por um grupo de adolescentes e por isso mesmo fizeram-nos esperar 1h e 30 minutos por comida que, até trocada veio… Enfim, estamos bastante conservados para a nossa idade.

No fim do almoço rumamos a casa, a felicidade já não era tão grande. Estávamos de volta à rotina e para traz ficou um fim-de-semana em família cheio de gargalhadas, brincadeira e parvoíce. Agora estamos a magicar onde vai ser o próximo.

Enquanto isso eu concluí que só posso ser alérgica ao ar puro, porque de cada vez que vou para sítio com ambiente limpo acabo doente. Alem disso, quando regresso, parece que não se passou nada…

Estes fins-de-semana fazem-me regressar às minhas férias em família. Porque os amigos são exatamente isso, a família que nós decidimos adotar.

English Version

Well, this is starting to become rather complicated. Not that I missed the high, to come here to explain the insanity that run on my brain connections. That’s not it. The problem is that in recent days I have been under the influence of a witch craft, and the only thing I can do on little I have is reading more pages 20/30 of Grey, the last book of the EL James saga. Probably I should have finished the book, but with 27 years, I acquired a new concept. Enjoy the book and savour it, otherwise I finish it really fast and suffer from lack of occupation. Also at the end of last week, I had a 2-day trip. In other words, to enjoy my boyfriend and friends along the river, or by the pool and it’s not very polite to be reading a book … So I ended up taking longer than usual and also I missed the writing day. Think again however who think I have not gone to the kitchen. LIE! I have not only gone, as today I bring my recipe travel cookies. This time did not for my trip, but for Sofia’s one.

Well, 2-day trip.

Did I mention that I have the same friends since my adolescence. I have not exactly the same, but those who stayed, seem to me good enough to try to do things like get-a-week with family. We are many, but the 5 I will talk about today are the ones who are always around. João, Milai, Rachel, Diogo and Pedro.

I feel that flows in our veins the scene of nostalgia and Saudade, so typically Portuguese. For all purposes weekend when we met we always end up remember our senior trip. Always feel Fado in the voice, when speaking of that mythical year. Thus, after many promises, we finally were able to organize a 2-day trip between the 6 to return to live in a more measured way, a few days family.

Friday, after leaving work, I got into the car with a CD playing, made by Diogo. Direction: Gerês. João and Milai were later because as always João is the last. The trip went well in our “bus” with the exception of the last kilometers. Music very good, a lot of singing, a lot crap said, but also a lot of curves, so I have prayed to Our Lady of healthy stomachs. I could endure everything inside me. Not knowing however that this could be an omen for what would follow…

We arrived at the hotel, each one installed in his house, and while we waited for João and Milai, I and Rachel end up dealing dinner. Bolognese. I had to do something simple and fast, we were all hungry. By the time João and Milai, got there, we had dinner, we took care of the picnic for the next day and we went to Diogo and Rachel’s house for a game session. Not surprisingly split up into three teams and played Party and co. The game is a mixture of Trivial Pursuit, Taboo, Pictionary, Logo, and gestures game. The idea was to see which team could finish the game till the end of the weekend.

With this game we conclude that Diogo and Rachel, get along extremely well…. They were the winners. I and Pedro give a few taps, provided it is me guessing, because Pedro on the guessing is no big deal. In other hand, João and Milai, are extremely funny, because they think alike and therefore end up unable to understand the other. How is this possible? I do not know…

The night ended terminated by extreme tiredness of the players.

The next day, I woke up with a huge stomach pain and painfull headaches. However I did not give up. I will not be the one messing everything, even if to that I’ll have to drag myself everywhere.

We acquired a map and got into cars and went to the waterfalls see what was happening. Long in the way, João signs us to stop … We are in the middle of nowhere, besides us there’s no soul. He stops to inform us that he has no diesel and do not know how long will be able to drive … SERIOUSLY?!?!? Did you remember THAT NOW?!?! He even says very casually, that he thinks it is enough to follow, but only wanted to warn. Well, whatever happens, we have food and drink in cars, phones with battery and we have each other … That’s what my father used to say when we went to Algarve and in the middle of nowhere fuel light lit … Also if João was relaxed we also were … we were not, Myself, Milai and Rachel were very concerned …. Way above and behold. Till this moment, I endure almost as well as Joan of Arc held up at the fire, but I urge Peter to stop and ran to a corner to calm my stomach … Exactly I “freed” my sickness in the beautiful landscape of Geres … sorry, I did not want to screw it up. Although this was not worrying souls, because while I was vomiting convulsively, and Peter panicked worried about me and Rachel looking for napkins and Diogo helping, João and Milai were taking selfies. Did not know how they haven’t caught me as a backdrop … Note that Milai is the doctor of the group, probably it did not bother much, because she realized that was a reaction to path.
Actually we stopped half a dozen meters from the waterfall we were looking for, so we walked caught fresh air and … I ended up returning to vomit what no longer had convulsively. At this point, everyone was bothered. Even João, the cloud guy, was concerned. We ended up canceling the demand for waterfalls. Rachel and Milai found no joke on track, I was moments back to “rock the boat” for the third time, and João’s car was thirsty. So we come back, and we opt for a program with no high water and easy ways to find. When we returned to the hotel, they went to do a picnic at Diogo and Rachel’s “home”, while I was resting. Thing that did not last long, and Pedro half an hour later walked back to see how I was, worried that I was not better. But, I already felt better, and got up and had tea and cookies for lunch, and found forces for the day. The girls gave me ben-u-ron and Brufen, I had forgotten to take, and I could feel better. I’ve been all afternoon between the pool and the river, we were visited by a small frog and ended up in the hotel bar to eating ice cream. Yes, because I could even be unwell but could not refuse an ice cream.

In the evening we had dinner at Gerês village. All the way up to the village, in our “bus” Pedro, Diogo and Rachel asked me if I was well, if they should stop … But I felt much better. After dinner, we went for a walk and we returned to the hotel for another trielo.

On Sunday, returning home, I was much better. Until we have gone to St. bento da Porta Aberta…. Suddenly I felt I was gonna faint, and for that Pedro was walking my suitcase….

On the return back, we had lunch in Apulia. I will not comment on the restaurant, because I have the feeling that we look alike a group of teenagers and therefore they made us wait 1 hour and 30 minutes for food that come exchanged … Anyway, we are quite conserved for our age.

At the end of lunch we headed home, happiness was not in our feelings. We were back to the routine and behind was a weekend in family full of laughter, play and silly. We are now conjecturing when will be next time.

Meanwhile I concluded that I can only be allergic to fresh air, because every time I go to places with clean environment I end up sick. Also, when I return, it seems that nothing happened…

These weekends make me return to my family holiday. Because friends are exactly that, the family we decided to adopt.

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COOKIES PARA VIAGEM

O que vais precisar:

  • 3 canecas de farinha;
  • 1 caneca de amêndoa moída;
  • 1.5 canecas de açúcar branco;
  • 150gr de vaqueiro sabor a manteiga
  • 2 colheres de essência de baunilha;
  • 2 ovos médios;
  • 250gr de pepitas de chocolate.

Como vais fazer?

  1. liga o forno a 100º;
  2. Mistura todos os ingredientes menos a farinha a amêndoa e as pepitas de chocolates;
  3. Depois dos ingredientes bem misturados, adiciona a farinha, a amêndoa e o fermento e mexe com uma varinha potente até a massa ficar bastante consistente e fácil de moldar com as mão.
  4. Faz pequenas bolas, e espalha por um tabuleiro e depois emborracha a bola para ficar com aspecto de bolacha;
  5. Leva ao forno e deixa cozer até ficarem loiras;
  6. Retira, deixa arrefecer e ensaca.
  7. Faz boa viagem e sempre que tiveres fome, petisca as cookies!

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Uma semana em terrenos de sua Majestade!

Desde a minha primeira aula de inglês, que tenho um sonho. Visitar Londres. Às tantas, ponderei  não só visitar como habitar. Ser um imigrante em Inglaterra. De tal forma que quando disse, ao fim de 18 anos a sonhar com a corrente semana, aos meus pais que ia  passar uma semana a Londres, a ideia deles voo para:” mas vais para ficar?” Eu disse que secalhar, muito descontraidamente. A sensação que tive, foi que os meus pais ficaram com um nó na garganta. Contudo não cederam, e deixaram os dias passar.

Isto aconteceu à cerca de 2 meses.

Os preparativos continuaram, e rapidamente chegamos a dia 16 de Novembro. O chamado dia D. O dia pelo qual eu tanto esperava. Eu e o Pedro. Os pais do Pedro levaram-nos ao aeroporto e 2 horas depois aqui estávamos nós em Inglaterra, o país onde a rainha manda, mas o Prime minister tem  sempre uma palavra a dar… O país que pertence à União Europeia, mas tem a sua própria moeda… muito diferente do nosso Euro… Um pais onde cada um sai à rua vestido como bem entende e eu julgo que as únicas pessoas que ficam em choque sou eu e o Pedro. Sim, porque os nossos companheiros de viagem, parece-me que já são mais ingleses que portugueses… tudo porque para eles é normal…

Por falar em companheiros de viagem. Esqueci-me de explicar que viemos para casa do Paulo e da Cátia o primo do Pedro e a namorada. Que são um dos muitos e típicos, casos portugueses que deram tudo para ser profissionais de sucesso, nas suas áreas, mas oportunidades nem vê-las e então decidiram procurar o seu lugar ao sol, na terra onde o sol raramente brilha….

A primeira reacção que tive foi: “oh minha nossa, o Paulo conduz contra a mão…”. A segunda foi: “oh meu Deus, todos conduzem contra a mão”. Depois de me ambientar, ou pelo menos explicar ao meu cérebro desleixo que na Inglaterra tudo funciona assim, descontraí, relaxei e vivi uma semana incrivel.

Quero ressalvar que comecei a escrever isto num starbucks (dos muitos que existem) em Fleet, e estou a acabar no meu escritório. Ou seja qualquer mudança temporal entre estou e estive é puramente realismo do texto!

Pois bem. Fleet é uma cidade engraçada, que às 6 da tarde se torna um lugar fantasma… Tudo fecha.

De Fleet, fomos a Aldershot, uma cidade maioritariamente habitada por Nepaleses. Tinham um Lidl. Fiquei satisfeita, mas ou o meu sotaque é horrível, ou os ingleses são pretensiosos, porque na minha cabeça soava igual ao que eles diziam, mas eles não percebiam. Neste mesmo dia, ofereci, aos donos da casa um jantar made by Angie Clouds, que é o que vou partilhar hoje.

No dia seguinte, os rapazes, tomaram o pequeno almoço britânico. Depois de tantos anos a passar férias em Albufeira, ainda não tinha conhecimento do aspecto da REFEIÇÃO… Eu recusei-me e ainda bem, porque de tarde fomos conhecer Reding, e o Pedro e o Paulo andaram empanturrados o dia todo… Afinal o Paulo ainda não é Britânico. Reding é uma cidade muito engraçada, e tem uma Anne Summers, ou seja tive de a retirar da minha lista de Londres, porque a visitei em Reding. Que loja incrivel. Aviso já que é de elevado teor sexual e direccionada para mulheres de muito bom gosto. Pelo menos é a minha opinião pessoal. Quero ressalvar, que neste dia compramos uma caixa de donuts, incríveis.

Com isto estou na terça-feira, dia 18 de Novembro. À noite o Pedro ainda sofria por causa do pequeno almoço.

Na quarta-feira fomos pela primeira vez a Londres. A cidade é magnífica e tem um peso histórico que se sente no ar que se respira. Aproveitamos este dia para fazer o famoso tour turistico. Westminster, China town, Picadilli, Soho, Covent Garden e ao fim do dia, quando as pernas estavam menos vivas que a lua que no acompanhava desde as 5 da tarde, acabamos a caminhar pelo London Bridge city Pier, em direção a Tower bidge. Foi um dia melhor do que imaginava, e ainda que a minha excursão achasse impossível eu ver tudo o que tinha planeado para aquele dia. O Pedro bem disse: “com a Angélica vocês vêm, ela não pára para comer. Nós em três dias vimos Madrid, e só usamos o metro no ultimo dia…”. Verdade seja dita, eu só parei porque a excursão precisava de comer.

De volta a Fleet, e já no dia seguinte, fizemos o merecido descanso. Combinamos porem, um jantar com um colega de trabalho do Paulo. O Paulo e a Cátia decidiram que aquele era o melhor dia para conhecermos um Pub típico e assim foi. A sensação que tive foi:” Estou de volta ao Algarve”, com excepção das baixas temperaturas, que pelos vistos só o nosso grupo sentiu. Isto porque os “nativos” andavam de top’s e t-shirts… Aqui bebi a minha primeira sidra de pêra. todos odiaram, eu adorei!

Na sexta as ferias começavam a tornar-se curtas e estávamos a ficar nostálgicos. O Paulo ficou adoentado, mas conseguimos enfia-lo num carro e ir até Winchester ver a inauguração do natal.

Sábado, voltamos a Londres. Conclui por esta altura, que hora de ponta decorre todo o santo dia de sábado. Gente sem fim. Metro cheio, autocarros atravancados, ruas inundadas. Enfim. Neste dia fomos ao Madame Tussaud, ao museu de historia natural, a Portobello Road e ao seu famoso mercado, que aparece no filme Notting Hill e quando voltávamos para casa, fomos à Winter Wonderland, na zona de Kensington. Pelo meio ficamos sem um bilhete de transportes. Contudo, o que seriam umas ferias sem perder alguma coisa?

No domingo estávamos de volta. O Pedro trazia o coração apertado, por ter deixado o primo-irmão em terras de sua Majestade. Eu trazia o cérebro cheio das bonitas coisas que vimos e fizemos. Claro que é sempre difícil despedir dos amigos, mas sabendo que estão bem, só temos de pensar positivo.

Em resumo, foi uma semana incrivel, deu para o Pedro matar saudades e deu para nós descomprimirmos. Contudo, atrasou o meu blog e por isso peço desculpa se cá vieste saber de novidades…. andava em Inglaterra a entrar no espírito natalício. Sim, porque na rádio, passam muitas musicas de Natal.

Agradecimentos? Ao Paulo e à Cátia por me receberem tão bem como receberam o Pedro. Obrigada meninos, foi uma boa semana!

O que comemos…

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A excursão…

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MASSA E BACON (4pessoas)

O que vais precisar?

  • 600gr de massa crua, seja ela cortada, penne ou parafuso;
  • 1l de molho bechamel;
  • 300gr de cogumelos frescos;
  • 450gr de Bacon em pedaços;
  • Queijo mozarela ralado;
  • meia cebola picada;
  • 1 dente de alho triturados;
  • 4 colheres de azeite;
  • oreganos e sal q.b.;

Como vais fazer?

  1. Põe a massa a cozer, em água e sal;
  2. Numa wook, coloca o azeite o alho e a cebola e deixa refogar;
  3. Quando começar a fervilhar, adiciona os cogumelos cortados em lamina e o Bacon;
  4. Deixa fritar um pouco o bacon e quando a massa estiver Al dente, retira-lhe a água e adiciona-a ao refogado;
  5. envolve bem, coloca sal e oregaos a gosto. Adiciona o queijo mozarela, na quantidade que preferires e ainda meio pacote de bechamel e mistura tudo muito bem;
  6. Coloca o preparado numa assadeira, rega com o restante molho bechamel e leva ao forno para tostar a parte superior;
  7. Serve.

Eu acho que este é um daqueles pratos de conforto. Simples rápido e no frio do inverno, aquece a barriguinha!

 

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