Red Velt Cake!

Versão Portuguesa

Existe um bolo que realmente me intriga. Não só pelo aspecto, mas pelos ingredientes.

Eu sou um bocado céptica nesta cena dos ingredientes. Ou seja, não me posso classificar como uma foodie, tudo porque por exemplo me recuso a comer coelho. Note-se que eu como um bom bife de vaca, e de maneira nenhuma me sinto afectada quando vejo uma vaca no pasto e sei que mais tarde ou mais cedo, ela vai ser alimento para alguém. Esta é a lei da vida, todos somos caça, e todos somos caçadores. Contudo, o coelho é uma espécie de cão do campo. Eu, honestamente acho que dava para colocar-lhe uma trela e leva-lo a passear… Coitadinho do coelho e o seu espaçamento ocular, que foi pré-desenhado para poder se proteger dos caçadores. Ou seja, porquê comer aquele felpudinho, que tanta gente adopta como animal de estimação? Eu conheço uma boa miúda, que andou durante muito tempo a alimentar o seu coelhinho. Um belo dia o almoço foi coelho… Ou seja, o era o seu animal de estimação… Enfim, isto choca-me daí eu ser uma moça da cidade, com um cão e um gato, nada de galinhas, coelhos, vacas ou cavalos. Julgo, que se vivesse com esses espécimes, era magra, magra, magra, ou então vegetariana… é este o motivo pelo qual não me auto-denomino de foodie. Posso ser uma half-foodie. Eu como, eu experimento na cozinha, eu sonho com comida e eu percorro kms para comer algumas coisas… desde que não seja coelho, cabrito (são os dog alemão, do campo), peixes como sardinha, cavala, e muitos outros… estes eu como, mas prefiro não o fazer, porque eu sempre ouvi dizer que: “peixe não puxa carroça”.

Ou seja, aqui a half-foodie, tem uma predilecção por bolos. Não qualquer bolo, se for verde eu não tenho nem força nem coragem para o levar à boca. Agora se for amarelinho, amarelo claro, castanho, preto ou vermelho, convidem-me que eu como. Porem, só percebi do vermelho, quando há uns anos estava a ver a Oprah, e ela foi à Graceland, ver o fantástico espólio do Elvis e ao lanche foi servido o Red Velvet Cake. Isto aconteceu em 2006. A cor vermelho vivo do bolo intrigou-me. As tantas a Oprah confessou amar o bolo, e falaram de como era feito. Eu assustei-me quando referenciaram que a invenção original era feita com sumo de beterraba. Eu pensei, ora aqui está um bolo que nunca na vida vais provar, nem quando fizeres a viagem ao sudeste americano.

Porém, tenho tido tantas experiências, como por exemplo brownies de beterraba, que na sexta enquanto pensava no bolo de aniversário para o meu pai, pensei: “faz-te uma mulher, ganha coragem, vai ver o que a Matha Stewart diz do bolo. Como se faz. Beterraba não é mau de todo em bolos”. Fiz então uma pesquisa, e nem a Matha Stewart, faz este bolo com beterraba, e depois de ler muitas receitas achei que a do blog, Cozinhar é Preciso, a receita era extremamente bem explicada e decidi seguir-me por ali. Contudo, eu tenho uma mania parva de mudar coisas em receitas. Como tal e em troquei o tipo de vinagre (sim, o Red Velvet Cake leva vinagre), troquei também a cobertura e o recheio. O resultado ficou muito bom. Agora que já experimentei e me soube tão bem, estou pronta para a minha viagem até aos USA, ir até ao sudeste americano e pagar por uma fatia do original Red Velvet Cake. Aposto que não vou ficar desiludida. Mas como se diz no celebre Songoku: “Não percam os próximos episódios porque eu também não” e quando eu lá for, eu conto a experiência!

English Version

There is a cake that really intrigues me. Not only by appearance but for its ingredients.

I’m a bit skeptical in this thing of ingredients. That is, I cannot classify myself as a foodie, all because for example I refuse to eat rabbit. Well, I like a good beef steak, and I will not feel affected when I see a cow in integrated in green environment, pasture, and I know that sooner or later, it will be food for someone. This is the cycle of life, we are all hunted, and we are all hunters. However, the rabbit is a kind of field dog. I honestly think it is possible to put him a leash and take him for a walk … Poor little rabbit and is eye spacing, which was pre-designed in order to protect themselves from hunters. Why do people want to eat that adorable, fluffy pet? I know a girl, who petted for a long time a rabbit, and one day lunch was rabbit … In other words, it was her pet … Anyway, it shocked me. Anyway, I’m was a city girl with a dog and a cat, no chickens, rabbits, cows or horses. I think that if I lived with these specimens, I would be thin, really thin, or vegetarian … And, this is why I don’t call myself as a foodie. I can be a half-foodie. I eat, I experiment in the kitchen, I dream about food and I walk miles to eat some things … provided it is not rabbit, goat (these are the German dog of pastures, of course), fish such as sardines, and many others … these I like, but I prefer not to, because I always heard that “fish won’t pull a wagon.” (Portuguese saying, by the way)

Well here the half-foodie, has a fondness for cakes. Unless it is green, I have neither strength nor courage to take to the mouth. Now if yellowing, light yellow, brown, black or red, invite me to eat it. However, I only accepted red cake when a few years ago I was watching Oprah, and she went to Graceland, see the fantastic assets of Elvis and at tea it was served the Red Velvet Cake. This happened in 2006. The bright red cake intrigued me. Oprah confessed she love the cake, and talked about how it was done. It scared me when the made reference to the original invention that was made with beet juice. I thought, well here’s a cake that I will never ever going to prove, even when on my trip to the American Southwest.

But I have had so many experiences, such as beet brownies, that on Friday, while considering the birthday cake for my father, I thought, “makes yourself a woman, gain some courage, you will see what Matha Stewart says the the cake . and remember, beetroot is not bad at all in cakes.” Then did a search, and nor even Matha Stewart, makes this cake with beetroot, and after reading a lot of recipes I found this blog, Cozinhar é preciso, the recipe was extremely well explained and decided to follow along. However, I have a silly habit of changing things in revenue. Like swapping the type of vinegar (yes, the Red Velvet Cake takes vinegar), also changed the cover and the filling. The result was very good. Now I’ve experienced, and it tasted me so well, I’m ready for my trip to the USA. I’ll go to the American Southwest and pay for a piece of the original Red Velvet Cake. I bet I will not be disappointed. But as they say in Songoku: “Do not miss the next episode because I wont” and when I taste red velvet cake, I’ll tell you the experience!

RED VELVET CAKE

O que vais precisar?

  • 2,5 chávenas de farinha de trigo peneirada;
  • 1 colher de chá de fermento em pó;
  • 1 colher de chá de sal;
  • 2 colheres de sopa de chocolate em pó;
  • 25 ml de corante encarnado, na receita que eu usei fala em 50 ml, mas eu só tinha 25 ml;
  • 0,5 chávena de manteiga sem sal, em temperatura ambiente;
  • 1, 5 chávena de açúcar;
  • 2 ovos;
  • 1 colher de chá de essência de baunilha;
  • 1 chávena de leitelho/ butermilk. Eu não encontrei à venda e por isso fiz. enchi a chávena de leite e pus-lhe uma colher bem cheia de vinagre de figo. Mexi e deixei “estragar” o leite, durante 15 minutos. Aqui está butermilk de casa, tudo porque não encontrei à venda no modelo;
  • 1 colher de chá de vinagre de figo;
  • 1 colher de chá de bicarbonato de sódio;
  • Chantilly para a cobertura;
  • Nutella para o recheio

Como vais fazer?

  1. Pre-aquece o forno e unta uma forma com manteiga;
  2. Junta, a farinha o fermento e o sal num recipiente;
  3. Noutro recipiente, mistura, o chocolate em pó com o corante, até ficar uma pasta
  4. Numa bacia grande, começa por misturar muito bem, o açucar com a manteiga;
  5. Quando a massa estiver bem homogenea, adiciona os ovos e continua a mexer;
  6. De seguida, encorpora na massa, a baunilha e a pasta de cacau com corante;
  7. Por fim adiciona, 1/3 da farinha e metade do leitelho, mexe bem;
  8. Agora, outro terço de farinha e o resto do leitelho. Mistura muito bem;
  9. Agora a restante parte da farinha.
  10. Quando tudo estiver muito bem misturado, trata da operação química. Vinagre e bicarbonato. Vai efervescer, mistura bem, adiciona ao bolo, incorpora rapidamente na massa.
  11. Vira a massa para a forma e leva ao forno, por 20/30 minutos. Atenção tapa com uma folha de papel de alumínio senão queima;
  12. Quando o bolo estiver pronto, passou no teste do palito, retira-o, desenforma e deixa arrefecer. Quando estiver já frio, corta o a meio, e coloca-lhe nutella. Põe-lhe a tampa e decora-o com chantilly.

Ps: O meu bolo ficou tão fofo que o topo partiu e eu tive de fazer algumas operações, para que a estrutura não ficasse uma torre de pisa! Quando repetir, eu tiro fotos mais bonitas.

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Ps: Parabéns ao meu Pai pelo seu aniversário ontem. Parabéns ao motor de busca mais conhecido do mundo que hoje faz 17 anos!

Mãe dos adultos… só se for com sementes de papoila!!

Há uns anos atrás, enquanto fazia zapping na TV, encontrei um programa da Oprah. Facilmente parei o zapping para assistir ao programa. Como sempre, o tema era híper interessante.(Sim porque os programas da Oprah são sempre muito bons, principalmente o das favourite things. Fico sempre com vontade de estar no lugar de um daqueles sortudos do publico para ir para casa cheia de caixotes de coisas novas.) O tema era sobre a droga das mães norte americanas, ou melhor mom’s helper. Lembro-me que na altura fiquei chocada, com o facto de as mães tomarem a Ritalina, diagnosticada aos filhos com défice de atenção. Resumidamente, às crianças hiperativas, receita-se Ritalina para se tornarem mais sossegados, produzindo o efeito zombie. Por seu turno, aos adultos, torna-os mais focados nos objectivos e ajuda a manter o peso ou perder. Também ajuda aos AVC’s, coisa que uma jovem mãe provavelmente não se vai preocupar, porque é jovem e os jovens não sofrem de AVC’s. Enfim, para se tornarem super mães, usufruem da medicação do filho. Na altura eu não percebia muito bem o que aquilo significava, mas então comecei a ver donas de casa desesperadas e às tantas a Linete Scavo, mãe de uma família numerosa, faz uso da Ritalina para se tornar uma mãe extremosa, organizada e concentrada. A verdade é que aquilo pacificou bastante os Scavos. Novamente eu não percebia muito bem o que se estava a passar. Questionando até que ponto ser mãe era uma tarefa tão tramada que leva ao consumo de drogas.

Porem, esta semana percebi o porquê.

Esta semana, a minha mãe foi internada 48h horas, para ser submetida a uma cirurgia. Ate aqui tudo mais ou menos pacifico, contudo a bomba caiu. A mãe vai para ao hospital, mas a Angélica está em casa para tratar de tudo, durante a ausência da mãe. Eu aceitei o desafio, achando que ia ser “melzinho na chupeta“. Até que descubro que toda a gente afinal tem um outro nome na boca que não é Angélica, é mãe. Ou seja durante 48h fui mãe a tempo inteiro do meu pai, das minhas três tias mais velhas, do cão, dos pássaros e até da minha irmã mais velha. Tive de acordar quase antes do galo cantar, fazer o pequeno almoço, arrumar a casa, dar roupa, ajudar nas tarefas das tias. Tratar da higiene e comida do cão, manter os passarinhos vivos… ao fim de duas horas no meio deste fogo cruzado, senti-me exausta. Nesse momento enviei SMS ao Pedro para lhe dizer que a minha mãe tinha de voltar o quanto antes ou eu cortava os pulsos com uma faca de manteiga. (só para chamar à atenção, porque eu não sou suicida).

O problema é que ter de ouvir os pedidos de todos e as criticas pelos atrasos, foi o que mais doeu. Bolas eu não sou a mãe, e julgo que se fosse, alguém tinha levado uma bela sova. C’um caraças, no fim do dia eu estava exasperada. Caí na cama e a única coisa que me passou pela cabeça foi, caramba, como é que ela consegue?? Foi então que me lembrei das mães norte americanas, compreendendo o porquê de não conseguirem resistir à tentação de serem as mães ideais para agradaram a todos. Como é óbvio a minha mãe não toma nada, até porque o autocarro de medicamentos que a perseguem, já são demasiado para se meter na Ritalina. A verdade é que ela é uma espécie de super mãe e a verdade é que consegue. Bem ou mal, ela consegue.

As ultimas 24h chegaram, eu comecei a manhã com café duplo, (tinha de fazer experiências) a meio da manhã mais um, ao fim da manhã outro. Incrível. Aguentei-me heroicamente sem vacilar. Ate tive tempo para fazer um bolo. Enquanto pensava no que colocar no bolo pensei novamente no facto de tantas mães serem super-mães, com ou sem ajuda. Pensei também na história do bolo muito procurado que na verdade continha ópio sem ninguém saber. Ou seja, acrescentei sementes de papoila, na expectativa de inocentemente estar a confeccionar ópio no meio de um bolo que me fizesse ter a sensação da Ritalina, afinal  eram mais 12h no emprego de mãe. Porem não funcionou, de tal forma que às 5.30 comecei a amolecer quase imediatamente, tendo acabado esparramada no sofá a dormir profundamente. Ou seja, ainda não descobri como é que o senhor colocava “inocentemente” ópio no seu bolo, mas descobri que ser-se mãe é uma tarefa digna de uma super-heroína. Principalmente, quando os filhos têm idade entre os 30 e os 90.

A operação da minha super-mãe foi um sucesso e ela hoje já esta mais independente, ou seja tive descanso. Nesse descanso pensei se não estarei a viajar na maionese quando falo na módica quantia de três filhos num futuro!

BOLO DROGADO

O que vais precisar?

  • 6 ovos;
  • 220gr de Açúcar;
  • 130gr de farinha;
  • 20gr de amêndoa sem pele cortada grosseiramente
  • 20gr de nozes cortadas grosseiramente;
  • 20gr de sementes de papoula;
  • 100gr de óleo;
  • 20gr de fermento em pó;
  • Açúcar em pó, canela e noz moscada para decorar.

Como vais fazer?

  1. unta uma forma com manteiga e polvilha farinha;
  2. Coloca os ingredientes todos numa bacia, menos o fermento. Bate com a batedeira;
  3. Adiciona o fermento e mexe muito bem com uma colher de pau;
  4. Coloca a massa numa forma e leva ao forno por 40minutos, 150º
  5. Antes de o retirar vê se está bem cozido, fazendo o teste do palito;
  6. Desenforma e polvilha com açúcar em pó, noz moscada e canela.

Ps1: é óptimo para o lanche;

Ps2: vou servir às visitas da minha mãe….

Ps3: Mais importante do que ser uma óptima mãe, é ser uma mãe saudável. Conselho de uma filha!

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Pink Fluffy Cake… de ameixa!

A primeira vez que eu vi um Red Velvet cake, foi num programa da Oprah. Ela andava com a amiga Gayle King a fazer uma viagem pelos Estados Unidos e parou em Graceland, onde jantou com a filha do Elvis, fez um tour ao “rancho” e no fim, enquanto a Lisa Marie contava peripécias do pai, tiveram um banquete servido só com comida típica do sul e preferida do Rei. Escusado será dizer que, de cada vez que vinha um intervalo e mostravam a mesa onde se iam sentar, eu não descolei. Estava fascinada com o aspecto das coisas que estavam na mesa. Depois de 20 minutos de espera, onde descobri que em Graceland tem as roupas do Elvis muito bem conservadas, assim como as suas guitarras e que inclusivamente existe um espólio que não é mostrado ao público, eis que chega o tão esperado momento. O momento mesa. Sinceramente, não sei o que tinha de entradas ou pratos principais, também não me recordo de todas as sobremesas, recordo-me sim daquela que me ficou na cabeça. Um red velvet cake. Tinha um aspecto incrível, e quando a Oprah e a Gayle começaram a comer, eu lembro-me de, para alem da baba que acumulei, ter proferido um impropério. Como diriam o brasileiros, inveja branca, porque eu não sou pessoa de maus pensamentos. a verdade é que durante algum tempo pensei no bolo… Não aguentei muito e fiz uma pesquisa na net, sendo que descobri que na receita originar o vermelho do bolo vem da beterraba. Ora bem, nesta altura eu não era blogger nem Dora Exploradora, ou seja, beterraba?! nem pensar. Fui então em busca de novas opções e li sobre colocar corante vermelho. Achei que era bem mais razoável. Experimentei o bolo aquando de um aniversário da marta. A verdade é que não ficou com o tom do Red Velvet. Estava bom, mas não acredito que as minhas amigas Oprah e Gayle fossem capazes de o aprovar… Assim, o tempo foi passando e eu lembro-me muitas vezes que a sul dos USA se usa muito o Red Velvet, mas saborear nunca aconteceu… Anos depois, mais precisamente este ano, vesti a camisola de Dora Exploradora, e fiz os brownies de beterraba e chocolate, que quando provei senti um travo incrível a terra, mas terra saborosa. Escusado será dizer que desde então me tenho lembrado de experimentar o Red Velvet… entretanto, a minha Sra. Doutora proibiu-me a ingestão de produtos de pastelaria, logo eu ainda que sonhe com bolos e folhados, não lhe toco. Porem, esta semana tive duas luzes para voltar à carga dos bolinhos. Por um lado a Dona Gracinda fez anos e esteve na América muito tempo. Por outro lado o meu tio Daniel e a minha tia Mira ofereceram-nos ameixas. Que ameixas, doces e vermelho sangue por dentro, com um caroço pequenino e um néctar digno dos Deuses do Olimpo.

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Enquanto conversava com a minha mãe sobre o bolo de aniversario e me regozijava com as ameixas, surgiu-me a ideia, e porque não um bolinho de ameixa?! A minha mãe disse que eu estava a inventar, e eu não sosseguei enquanto não fiz uma experiência, Red Velvet à Portuguesa… se bem que este nome soava estranhamente, então no fim, depois de cantar-mos os parabéns e quando vimos o interior do bolo decidi pelo nome Pink Fluffy cake. Eu não provei, não depois de cozido, mas depois de o enformar, olhei para a colher de pau e não resisti a provar… era muito bom… O meu pai que é o critico nrº2 e a minha mãe, critica nrº1, alegaram que o bolo era incrivel. Nestas coisas eles não mentem e por isso decidi partilhar a receita.

Ps1: Parabéns à dona Gracinda pelos seus 85 anos, ela tem uma Graceland mas sem roupas e guitarras do Elvis.

Ps2: Obrigada tio Daniel e tia Mira por nos terem oferecido as ameixas, contudo não sei o nome da qualidade… Se souberem qual é por favor digam!

PINK FLUFFY CAKE

O que vais precisar?

  • 6 ovos;
  • 250gr de farinha + 1 colher de sobremesa de fermento em pó;
  • 150gr de açúcar;
  • 6 ameixas, descascadas e sem caroço;
  • 1/2 tabelete de chocolate negro, para a cobertura

Como vais fazer?

  1. Pegas no miolo das ameixas e fazes um puré, ou seja ralas;
  2. Divides as claras das gemas e bates as claras em castelo;
  3. Bates as gemas com o açúcar e com o miolo da ameixa, mexe bem;
  4. Adiciona as claras em castelo e mistura bem;
  5. Peneira a farinha e mexe com auxilio de uma colher de pau;
  6. Leva ao forno numa forma untada com manteiga e com farinha para não colar;
  7. Quando o bolo estiver cozido, retira-o do forno e desenforma;
  8. Pica o bolo ainda bem quente cm um palito e espalha os pedaços de chocolate negro, deixa derreter e com uma faca sem serra, cobre o bolo;
  9. Deixa arrefecer e come, de contrario podes ficar com dores de barriga…

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