Panquecas…

Uma das coisas que mais me faz pensar nos meus hábitos matinais, enquanto adepta fervorosa de pequenos-almoços, são as séries norte americanas. Ele é french toasts, ele é pancakes, ele é gofres, ele é o diabo a 7, e o meu pequeno-almoço não passa de um café duplo com leite e três fatias de pão d’avó torradas com manteiga. Ora bolas, como conseguem eles ter estes pequenos-almoços todos elaborados? Pois bem, os anos têm-se encarregado de me mostrar, MASSAS PRONTAS do supermercado. Oh oh, assim também eu, abres o pacote, metes um ovo e leite, batedeira e está feito, aqueces a fritadeira, sem gordura, massa la para dentro et voilá,  panqueca pronta. A sério??

Pois bem, as panquecas estão na moda, não sei se é uma coisa do concelho, do país ou do mundo, sei que cá em Espinho estão na moda, ele é panqueca de aveia, chocolate ou normal, leva molho do que se imaginar. Há panquecas na boca do mundo. Ora eu até há bem pouco tempo, resignava-me a ver a panqueca típica das séries americanas, cheguei até a comprar uma garrafa de massa do Lidl, confesso, mas depois dessa minha tirada, decidi não repetir, até porque, a massa não era de grande coisa.

No entanto, e com tanta casa de brunch em Espinho a abrir, dei comigo sentada a uma mesa, a comer scones com nutela enquanto via o Pedro a comer um pequeno monte de panquecas com nutela e morangos. O Pedro odeia dividir, mas deve ter visto faíscas a saltar-me dos olhos porque prontamente me perguntou se eu queria experimentar… Oh que bom… Bom mesmo. No entanto, foi um bocado numa de, Ok é bom, estou consolada, não vou pensar mais em panquecas. Mas o tempo vai passando, e a febre das casas de brunch não passa e portanto, a palavra panqueca tem andado a pairar no meu cérebro, quanto a isto eu não fiz nada. Até que fui de férias para Barcelona, onde os pequenos-almoços era uma loucura de tão intercontinentais que eram. No entanto não havia panquecas. Havia tudo, fruta, feijão, ovo estrelado, cozido e escalfado, bacon, pão, manteiga, queijo, bebidas de tudo e mais alguma coisa, e tinha nocilla, a nutela dos espanhóis, mas não tinha panquecas. Durante todas a férias, eu comia bem, bem demais até se me é permitido, mas as panquecas que até ali tinham passado a ser palavra frequente, não existiam.

As férias acabaram, e ainda no avião, 23h dizia-me o Pedro muito triste; “e agora? Vamos voltar aos pequenos-almoços simples?”. Aquilo mexeu comigo, sim, claro que vamos. As férias acabaram e eu tenho de ficar em forma, mas tens razão… Adormeci, acordei no Porto de volta à realidade. No dia seguinte já a meio da tarde acordei e pensei, e agora o pequeno-almoço? Acho que é mais ao menos assim que funciona com os viciados, ” e agora, o álcool? os medicamentos? a droga? O CHOCOLATE?!”.  Naquele dia, vivi de volta à realidade, mas durante a noite, fui iluminada, pelo Pancake God. O mesmo que é tão aclamado na terça-feira gorda de Carnaval. Acordei de manha, fiz uma rápida pesquisa, e encontrei a receita mais simples de panquecas, do mundo, recheei-as de nutela, espremi laranjas, coloquei tudo num tabuleiro, e fui acordar o Pedro.

“Bom dia!! Afinal ainda estamos de férias.”

Digamos que o Sheldon por esta altura, estava sentado em cima da cama, impávido com o cheiro que o invadia.

PANQUECAS

(http://www.e-konomista.pt/artigo/receitas-de-panquecas-rapidas-e-fofas/)

O que vais precisar? (10 panquecas)

  • 1 chávena de leite;
  • 1 colher de sopa de açúcar ;
  • 1 ovos;
  • 1 c. de chá de óleo vegetal;
  • 1 c. de chá de extrato de baunilha;
  • 1 chávena de farinha de trigo;
  • 1/2 c. de sopa de fermento em pó.

Como vais fazer?

  1. Colocas tudo no liquidificador e deixas a misturar;
  2. Colocas uma frigideira, ao lume sem gordura nenhuma, e anti aderente;
  3. Quando estiver bem quente colocas um pouco de massa e deixas cozinha, quando começar a fazer bolinhas na massa viras.
  4. Assim que estiver cozinhada, colocas num prato e barras com o que quiseres, doce de morango, mel, chocolate simples ou de avelã;
  5. Repetes o processo para toda a massa e vais sobrepondo as panquecas;
  6. Tenta não ir comendo pelo meio… Depois não saboreias tanta quantidade.
Anúncios

Red Velt Cake!

Versão Portuguesa

Existe um bolo que realmente me intriga. Não só pelo aspecto, mas pelos ingredientes.

Eu sou um bocado céptica nesta cena dos ingredientes. Ou seja, não me posso classificar como uma foodie, tudo porque por exemplo me recuso a comer coelho. Note-se que eu como um bom bife de vaca, e de maneira nenhuma me sinto afectada quando vejo uma vaca no pasto e sei que mais tarde ou mais cedo, ela vai ser alimento para alguém. Esta é a lei da vida, todos somos caça, e todos somos caçadores. Contudo, o coelho é uma espécie de cão do campo. Eu, honestamente acho que dava para colocar-lhe uma trela e leva-lo a passear… Coitadinho do coelho e o seu espaçamento ocular, que foi pré-desenhado para poder se proteger dos caçadores. Ou seja, porquê comer aquele felpudinho, que tanta gente adopta como animal de estimação? Eu conheço uma boa miúda, que andou durante muito tempo a alimentar o seu coelhinho. Um belo dia o almoço foi coelho… Ou seja, o era o seu animal de estimação… Enfim, isto choca-me daí eu ser uma moça da cidade, com um cão e um gato, nada de galinhas, coelhos, vacas ou cavalos. Julgo, que se vivesse com esses espécimes, era magra, magra, magra, ou então vegetariana… é este o motivo pelo qual não me auto-denomino de foodie. Posso ser uma half-foodie. Eu como, eu experimento na cozinha, eu sonho com comida e eu percorro kms para comer algumas coisas… desde que não seja coelho, cabrito (são os dog alemão, do campo), peixes como sardinha, cavala, e muitos outros… estes eu como, mas prefiro não o fazer, porque eu sempre ouvi dizer que: “peixe não puxa carroça”.

Ou seja, aqui a half-foodie, tem uma predilecção por bolos. Não qualquer bolo, se for verde eu não tenho nem força nem coragem para o levar à boca. Agora se for amarelinho, amarelo claro, castanho, preto ou vermelho, convidem-me que eu como. Porem, só percebi do vermelho, quando há uns anos estava a ver a Oprah, e ela foi à Graceland, ver o fantástico espólio do Elvis e ao lanche foi servido o Red Velvet Cake. Isto aconteceu em 2006. A cor vermelho vivo do bolo intrigou-me. As tantas a Oprah confessou amar o bolo, e falaram de como era feito. Eu assustei-me quando referenciaram que a invenção original era feita com sumo de beterraba. Eu pensei, ora aqui está um bolo que nunca na vida vais provar, nem quando fizeres a viagem ao sudeste americano.

Porém, tenho tido tantas experiências, como por exemplo brownies de beterraba, que na sexta enquanto pensava no bolo de aniversário para o meu pai, pensei: “faz-te uma mulher, ganha coragem, vai ver o que a Matha Stewart diz do bolo. Como se faz. Beterraba não é mau de todo em bolos”. Fiz então uma pesquisa, e nem a Matha Stewart, faz este bolo com beterraba, e depois de ler muitas receitas achei que a do blog, Cozinhar é Preciso, a receita era extremamente bem explicada e decidi seguir-me por ali. Contudo, eu tenho uma mania parva de mudar coisas em receitas. Como tal e em troquei o tipo de vinagre (sim, o Red Velvet Cake leva vinagre), troquei também a cobertura e o recheio. O resultado ficou muito bom. Agora que já experimentei e me soube tão bem, estou pronta para a minha viagem até aos USA, ir até ao sudeste americano e pagar por uma fatia do original Red Velvet Cake. Aposto que não vou ficar desiludida. Mas como se diz no celebre Songoku: “Não percam os próximos episódios porque eu também não” e quando eu lá for, eu conto a experiência!

English Version

There is a cake that really intrigues me. Not only by appearance but for its ingredients.

I’m a bit skeptical in this thing of ingredients. That is, I cannot classify myself as a foodie, all because for example I refuse to eat rabbit. Well, I like a good beef steak, and I will not feel affected when I see a cow in integrated in green environment, pasture, and I know that sooner or later, it will be food for someone. This is the cycle of life, we are all hunted, and we are all hunters. However, the rabbit is a kind of field dog. I honestly think it is possible to put him a leash and take him for a walk … Poor little rabbit and is eye spacing, which was pre-designed in order to protect themselves from hunters. Why do people want to eat that adorable, fluffy pet? I know a girl, who petted for a long time a rabbit, and one day lunch was rabbit … In other words, it was her pet … Anyway, it shocked me. Anyway, I’m was a city girl with a dog and a cat, no chickens, rabbits, cows or horses. I think that if I lived with these specimens, I would be thin, really thin, or vegetarian … And, this is why I don’t call myself as a foodie. I can be a half-foodie. I eat, I experiment in the kitchen, I dream about food and I walk miles to eat some things … provided it is not rabbit, goat (these are the German dog of pastures, of course), fish such as sardines, and many others … these I like, but I prefer not to, because I always heard that “fish won’t pull a wagon.” (Portuguese saying, by the way)

Well here the half-foodie, has a fondness for cakes. Unless it is green, I have neither strength nor courage to take to the mouth. Now if yellowing, light yellow, brown, black or red, invite me to eat it. However, I only accepted red cake when a few years ago I was watching Oprah, and she went to Graceland, see the fantastic assets of Elvis and at tea it was served the Red Velvet Cake. This happened in 2006. The bright red cake intrigued me. Oprah confessed she love the cake, and talked about how it was done. It scared me when the made reference to the original invention that was made with beet juice. I thought, well here’s a cake that I will never ever going to prove, even when on my trip to the American Southwest.

But I have had so many experiences, such as beet brownies, that on Friday, while considering the birthday cake for my father, I thought, “makes yourself a woman, gain some courage, you will see what Matha Stewart says the the cake . and remember, beetroot is not bad at all in cakes.” Then did a search, and nor even Matha Stewart, makes this cake with beetroot, and after reading a lot of recipes I found this blog, Cozinhar é preciso, the recipe was extremely well explained and decided to follow along. However, I have a silly habit of changing things in revenue. Like swapping the type of vinegar (yes, the Red Velvet Cake takes vinegar), also changed the cover and the filling. The result was very good. Now I’ve experienced, and it tasted me so well, I’m ready for my trip to the USA. I’ll go to the American Southwest and pay for a piece of the original Red Velvet Cake. I bet I will not be disappointed. But as they say in Songoku: “Do not miss the next episode because I wont” and when I taste red velvet cake, I’ll tell you the experience!

RED VELVET CAKE

O que vais precisar?

  • 2,5 chávenas de farinha de trigo peneirada;
  • 1 colher de chá de fermento em pó;
  • 1 colher de chá de sal;
  • 2 colheres de sopa de chocolate em pó;
  • 25 ml de corante encarnado, na receita que eu usei fala em 50 ml, mas eu só tinha 25 ml;
  • 0,5 chávena de manteiga sem sal, em temperatura ambiente;
  • 1, 5 chávena de açúcar;
  • 2 ovos;
  • 1 colher de chá de essência de baunilha;
  • 1 chávena de leitelho/ butermilk. Eu não encontrei à venda e por isso fiz. enchi a chávena de leite e pus-lhe uma colher bem cheia de vinagre de figo. Mexi e deixei “estragar” o leite, durante 15 minutos. Aqui está butermilk de casa, tudo porque não encontrei à venda no modelo;
  • 1 colher de chá de vinagre de figo;
  • 1 colher de chá de bicarbonato de sódio;
  • Chantilly para a cobertura;
  • Nutella para o recheio

Como vais fazer?

  1. Pre-aquece o forno e unta uma forma com manteiga;
  2. Junta, a farinha o fermento e o sal num recipiente;
  3. Noutro recipiente, mistura, o chocolate em pó com o corante, até ficar uma pasta
  4. Numa bacia grande, começa por misturar muito bem, o açucar com a manteiga;
  5. Quando a massa estiver bem homogenea, adiciona os ovos e continua a mexer;
  6. De seguida, encorpora na massa, a baunilha e a pasta de cacau com corante;
  7. Por fim adiciona, 1/3 da farinha e metade do leitelho, mexe bem;
  8. Agora, outro terço de farinha e o resto do leitelho. Mistura muito bem;
  9. Agora a restante parte da farinha.
  10. Quando tudo estiver muito bem misturado, trata da operação química. Vinagre e bicarbonato. Vai efervescer, mistura bem, adiciona ao bolo, incorpora rapidamente na massa.
  11. Vira a massa para a forma e leva ao forno, por 20/30 minutos. Atenção tapa com uma folha de papel de alumínio senão queima;
  12. Quando o bolo estiver pronto, passou no teste do palito, retira-o, desenforma e deixa arrefecer. Quando estiver já frio, corta o a meio, e coloca-lhe nutella. Põe-lhe a tampa e decora-o com chantilly.

Ps: O meu bolo ficou tão fofo que o topo partiu e eu tive de fazer algumas operações, para que a estrutura não ficasse uma torre de pisa! Quando repetir, eu tiro fotos mais bonitas.

WP_20150926_19_52_48_Pro WP_20150926_21_37_43_Pro

Ps: Parabéns ao meu Pai pelo seu aniversário ontem. Parabéns ao motor de busca mais conhecido do mundo que hoje faz 17 anos!

Ui creme de chocolate e avelãs…

Versão Portuguesa

Eu lembro-me muito bem da primeira vez que a minha mãe me levou ao Lidl. Vejamos, julgo que teria 8/9 anos. No trabalho disseram à minha mãe que a cadeia de supermercados alemã se ia instalar na zona industrial de Ovar. O supermercado prometia, porque era mais barato e os sacos pagavam-se. Ora a minha mãe que sempre teve um bom faro para supermercados, pegou em mim, na Marta e na tia Lina e fomos as cinco ver o que se passava. Aquilo que mais me chamou atenção, foram as prateleiras dos corredores serem baixas e haver muitas coisas com chocolate. Já nesta altura eu visualizava um futuro bem recheado de chocolate. Depois de vermos tudo, e de a minha mãe ter apanhado todas as caixas ao alcance para podermos transportar as compras chegamos ao carro, e enquanto a minha mãe e a tia Lina, faziam contas à vida, eu só pensava em chegar a casa e provar a mousse que compramos.

Afinal, a mousse não era assim tão saborosa e eu não a consegui comer.

O tempo foi passando, e a minha mãe desistiu de ir ao Lidl porque ficava muito fora de mão. Porém a tia Olívia continuava a ir, e sempre que íamos a casa dela lanchar, o café com leite nadava em açúcar e o pão afundava em creme de chocolate de leite e chocolate branco. Aquilo era uma felicidade para mim. As minhas primas, Cláudia e Sílvia, uma vez decidiram colocar metade do pires de açúcar no meu café, achando que eu iria ficar impressionada com o feito… A verdade é que nem dei por ela, e bebi o café com leite refastelada da vida e ao mesmo tempo comi o creme de chocolate com pão. Vendo bem, por algum motivo às tantas era gordinha e eu tinha uma barriga gigante…. Enfim.

Pois bem o creme de chocolate, durante muito tempo só na tia Olívia aquilo havia, em minha casa, o máximo era tulicreme, e eu nunca fui muito amante, por isso, aproveitava sempre que ia à tia Olívia.

Entretanto fomos a Paris, os quatro e na praça que dá acesso à torre Eiffel comemos o famoso creme de chocolate. O chocolate era híper parecido com o da casa da tia Olívia… Porém, eu sofro de memoria de Dóris, o peixe desmemoriado do filme Nemo, da Disney. Ou seja, nunca andei a pesquisar que creme de chocolate era aquele.

Foi então que a Nutella apareceu na minha vida. Assim, sem aviso prévio. Na verdade não me recordo como aconteceu, mas não me admirava se a minha mãe, na falta de tulicreme no supermercado tenha pensado, olha isto faz o mesmo efeito… Não faz, porque a Nutella é o supra sumo de tudo o que são cremes de chocolate para barrar. Alias a minha amiga Milai fica feliz da vida quando o namorado lhe oferece um pote, para ela comer à colher. Sim, isto é verídico. A Milai, quando ouve a palavra Nutella, parece um Perdigueiro Português a farejar de onde vem. Milai, tu és única.

Ora bem, eu no entanto, adorando Nutella by Heart como dizem os americanos,  também adoro By Heart o creme de chocolate, seja mix chocolate branco e de leite, seja só o creme de chocolate e avelãs. Por isso, assim que o Lidl abriu próximo de minha casa imagina o que fui lá adquirir?!?! MUITO BEM, creme de avelãs.

Agora estou e dieta para a vida, mas um dia não são dias e no armário lá de casa existe sempre deste pecado, alternado com Nutella. As vezes dá-me uma cena indescritível e lá vou eu ao armário barrar o pão com creme de avelãs… Mas o pão é integral para o pecado não ser muito grande.

Este domingo deu-me uma dessas “cenas” e fiz, rolinhos de creme de chocolate com avelãs. Aqui fica a receita.

English Version

I remember very well the first time my mother took me to Lidl. Let’s see, I think I would have 8/9 years. At work, someone told my mother that the German supermarket chain was going to settle in the industrial area of ​​Ovar. The supermarket was a promise, because it was cheaper and bags were to be paid. So, my mother, who always had a good nose for supermarkets, took me, Marta and Aunt Lina and the five of us, went to see what was going on. What caught my attention was the shelves of runners that were lower than the regular one’s and there were a lot of things with chocolate. God, at this age I visualized a well-filled future with chocolate. After seeing everything, and my mother have caught all the boxes to reach in order to carry the groceries we got to the car, and while my mother and aunt Lina, were talking about prices, I only thought about coming home and taste the mousse we bought.

After all, the mousse was not that tasty and I couldn’t eat it.

Time passed, and my mother gave up to go to Lidl because it was too far. But aunt Olivia continued to go, and whenever we went to her house have tea, I would have sugar with coffee and milk and bread dipped into milk chocolate cream and white chocolate. It was a joy for me. My cousins, Claudia and Silvia, once decided to put half the sugar in my coffee, thinking I would be impressed with the feat … The truth is that I haven’t found it, and drank coffee with milk really sweet while ate chocolate cream into brad. Seeing it back, for some reason Marta was chubby and I had a huge belly.

Well the chocolate cream for a long time only existed at Aunt Olivia’s home, the maximum existing at my home was tulicreme, and I’ve never been much lover, so I took advantage whenever I went to Aunt Olivia’s.

Once the four of us, went to Paris, and at the square that gives access to the Eiffel Tower we ate the famous chocolate Crepe. The chocolate was amazing like the one at aunt Olivia’s house… But I suffer from memory like Doris at Nemo’s movie. So I’ve never walked researching that chocolate cream.

Then the Nutella appeared in my life. So without notice. In fact I do not remember how it happened, but I won’t be admired if my mother, in the absence of tulicreme at the supermarket thought, that either bringing Nutella or Tulicreme would do the same… It does not, because Nutella is the pinnacle of chocolate for bread. By the way, ​​Milai, my friend, reaches Nirvana State when her boyfriend gives her a pot to eat with a spoon. Yes, that is true. Milai, when hears the word Nutella, seems a Perdigueiro Portuguese sniffing out where it comes from. Milai, you are unique.

Well, I however, even worshiping Nutella by Heart as the Americans say, also love By Heart either chocolate cream mix is ​​white chocolate and milk chocolate, or only chocolate and hazelnut cream. So as soon as the Lidl opened near my house imagine what I went there to acquire?!?! VERY GOOD, hazelnut cream.

I am now on a continuous diet for life, but one day are not days and at home, always exists a pot of this sin, alternating with Nutella. Sometimes it gives me an indescribable thing and off I go to the place where the pot is maintained in security and spread the cream on the bread… But since the bread is not white one, the sin isn’t that huge.

This Sunday gave me one of those “things” and made of chocolate-hazelnut cream in a roll. Here’s the recipe.

ROLOS DE CHOCOLATE E AVELÃ

O que vais precisar?

  • 1 Pacote de massa filo/folhada
  • 150gr de manteiga derretida
  • 1 Pote de creme de chocolate e avelã

Como vais fazer?

  1. Liga o forno a 100º;
  2. Se fizeres com massa folhada, estende a massa corta em quadrados, coloca uma boa colher de creme de chocolate e avelã e embrulha como um rolinho;
  3. Se optares pela massa filo que foi o meu caso, estende a primeira folha besunta com manteiga, coloca outra folha e repete o processo, criando uma camada de três folhas;
  4. Divide a massa em quadrados, coloca uma colher de creme de chocolate e avelã e faz um rolo;
  5. Numa assadeira coloca uma folha de papel vegetal por baixo unta com manteiga, coloca os rolinhos unta-os com manteiga e leva ao forno;
  6. Retira assim que começar a alourar;
  7. Serve-os e podes comer frio ou quente. São tão viciantes… e têm de ser comidos com tantas mas tanta moderação!

WP_20150524_18_58_23_Pro