Que rico fim-de-semana…

Versão Portuguesa

Ora bem, isto está a começar a tornar-se deveras complicado. Não é que eu tenha perdido a pica, de vir até aqui explanar as insanidades que me correm nas ligações cerebrais. Não é nada disso. O problema é que nos últimos dias tenho estado sob efeito de uma qualquer amarração, e a única coisa que consigo fazer nos bocadinho livres que tenho é ler mais 20/30 páginas de Grey, o ultimo livro da saga da E.L. James. Provavelmente, já devia ter terminado o livro, mas do alto dos meus 27 anos, adquiri um novo conceito. Aproveitar bem, e saborear o livro, de contrário acabo muito rápido e sofro pela falta de ocupação. Além disso no fim-de-semana passado, tive uma viagem de finalista de 2 dias. Ou seja, parece mal estar a curtir o namorado e os amigos à beira rio, ou à beira da piscina e andar com o livro… Por isso, acabei por demorar mais do que o normal e também deixei passar o dia da escrita. Desengane-se no entanto quem acha que eu não tenho ido à cozinha. MENTIRA! Eu não só tenho ido, como hoje trago a minha receita de cookies de viagem. Que desta vez não fiz no fim-de-semana da viagem, mas fiz esta semana que passou para a Sofia ter o que comer na viagem dela.

Pois bem, viagem de finalistas de 2 dias.

Eu já falei que tenho os mesmos amigos desde a minha adolescência. Não tenho exatamente os mesmos, mas os que ficaram, parecem-me bons o suficiente para tentarmos fazer coisas como fins-de-semana em família. Nós somos muitos, mas os 5 que vou falar hoje, são os que estão sempre por perto. O João, a Milai, a Rachel, o Diogo e o Pedro.

Sinto que corre nas nossas veias a cena da nostalgia e saudade, tão tipicamente Portuguesa. Porque todos os fins-de-semana quando nos encontramos acabamos sempre por recordar a nossa viagem de finalistas. Sente-se sempre o fado na voz, quando se fala daquele mítico ano. Assim, e depois de muitas promessas, lá conseguimos organizar um fim-de-semana entres os 6 para voltarmos a viver, de uma forma muito mais ponderada, uns dias em família.

Sexta-feira, depois de sairmos do trabalho, metemo-nos no carro, com o CD que o Diogo fez, a tocar e la fomos nós. Rumos ao Gerês. O João e a Milai, foram mais tarde, porque como sempre o João é o ultimo. O mais acelera, o mais deixa andar e por isso mesmo sempre o ultimo. A viagem correu bem na nossa “camioneta” com exceção dos últimos quilómetros. Musica muito boa, muita cantoria, muita parvoíce dita, mas também muita curva e ás tantas eu já rezava à nossa Senhora dos estômagos sãos. Consegui aguentar tudo, dentro de mim. Não sabendo contudo que isso poderia ser só um presságio para o que se seguia…

Chegamos ao hotel, cada um se instalou na sua casa, e enquanto esperávamos pelo João e a Milai, eu e a Rachel acabamos por tratar do jantar. Bolonhesa. Tinha de fazer algo simples e rápido, estávamos todos famintos. O João e a Milai, lá chegaram, jantamos, tratamos do piquenique para o dia seguinte fomos até casa do Diogo e da Rachel para a sessão de jogos. Como era de esperar dividimo-nos em três equipas e jogamos Party and co. O jogo é uma mistura de Trivial Pursuit, Tabu, PictionaryLogo, e Jogo dos Gestos. A ideia era ver, que equipa conseguia terminar o jogo e obter todos os “queijinhos” até ao fim do fim-de-semana.

Com este jogo concluímos que o Diogo e a Rachel, se entendem extremamente bem…. Foram os vencedores. Eu e o Pedro damos uns toques, desde que seja eu a adivinhar, porque o Pedro na parte de adivinhação não é grande coisa. Já o João e a Milai, são extremamente engraçados, porque pensam exatamente da mesma maneira e por isso mesmo acabam por não conseguir perceber o outro. Como é isto possível? Não sei…

A noite acabou cessada por cansaço extremo dos jogadores.

No dia seguinte, eu acordei muito mal da barriga e cheia de dores de cabeça. Porem não desisti. Não vou ser eu a mete nojo, nem que para isso ande a arrastar-me para todos os lados.

Adquirimos um mapa e metemo-nos nos carros e fomos nós para as cascatas ver o que acontecia. Às tantas o João faz sinal para pararmos… Estamos no meio de nada, não se vê vivalma para além de nós seis. Ele para, para nos informar que está sem gasóleo e não sabe até quando vai conseguir andar… SÉRIO?!?!? LEMBRASTE-TE DISSO AGORA?!?! Ele muito descontraidamente diz que acha que dá para seguir, mas só queria avisar. Bem continuamos caminho. Aconteça o que acontecer, temos comida e bebida nos carros, telefones com bateria e temo-nos uns aos outros… Era isto que o meu pai dizia quando íamos para o Algarve e no meio de nenhures a luz do combustível acendia… Além disso se o João estava descontraído nós também estávamos… Não estávamos, eu a Rachel e a Milai estávamos bastante preocupadas…. Caminho acima e eis que eu depois de me aguentar quase tão bem como a Joana D’Arc se aguentou na fogueira, peço encarecidamente ao Pedro para parar, e corro para um canto para acalmar o meu estômago… Exatamente eu “libertei” o meu enjoo nas belas paisagem do Geres… Lamento, não queria estragar tudo. Se bem que não foi isto que preocupou as almas, porque enquanto eu vomitava convulsivamente, e o Pedro em pânico preocupado comigo e a Rachel à procura de guardanapos e o Diogo a ajudar, o João e a Milai faziam selfies… Não sei como não me apanharam como pano de fundo… Note-se que a Milai é a médica do grupo, provavelmente por isso mesmo não se preocupou muito, porque percebeu que foi reação ao caminho.

Na verdade paramos a meia dúzia de metros da cascata que procurávamos, por isso, caminhei apanhei ar puro e… acabei por voltar a vomitar o que já não tinha, convulsivamente. Nesta altura, já todos se preocuparam de verdade. Até o cabeça no ar do João estava preocupado. Acabamos por cancelar a procura de cascatas. A Rachel e a Milai não acharam piada aos trilhos, eu estava a momentos de voltar a “virar o barco” pela terceira vez, e o carro do João estava sedento. Assim, voltamos para traz, e fomos optar por uma programa com água não elevada e com caminhos fáceis de encontrar. Quando regressamos ao hotel, foram todos piquenicar para “casa” da Rachel e do Diogo enquanto eu fui descansar. Coisa que não durou muito, e o Pedro meia hora depois andava à minha volta super preocupado por eu não estar bem. Eu já me sentia melhor, levantei-me almocei um chá e bolachas e desencantei forças para aproveitar o dia. As meninas deram-me ben-u-ron e brufen, que eu me tinha esquecido de levar, e consegui sentir-me melhor. Estive a tarde toda entre a piscina e o rio, fomos bafejados pela presença de um mini sapo muito fofinho e acabamos no bar do hotel a comer gelados. Sim, porque eu até podia estar mal disposta, mas não podia recusar um gelado.

À noite fomos jantar à vila do Gerês, todo o caminho, na nossa “camioneta” o Pedro, o Diogo e a Rachel me perguntaram se estava bem, se era preciso parar… Mas eu sentia-me bem melhor. Depois de jantar, e de desgastar o jantar, voltamos para o hotel para mais um trielo.

No domingo, dia de regresso, eu estava bem melhor. Até termos ido ao S. Bento da Porta Aberta…. Às tantas já estava a desfalecer, e o Pedro andava a passear a minha mala…

Na volta de regresso, fomos almoçar na Apúlia. Não vou falar do restaurante, porque estou com a sensação que passamos por um grupo de adolescentes e por isso mesmo fizeram-nos esperar 1h e 30 minutos por comida que, até trocada veio… Enfim, estamos bastante conservados para a nossa idade.

No fim do almoço rumamos a casa, a felicidade já não era tão grande. Estávamos de volta à rotina e para traz ficou um fim-de-semana em família cheio de gargalhadas, brincadeira e parvoíce. Agora estamos a magicar onde vai ser o próximo.

Enquanto isso eu concluí que só posso ser alérgica ao ar puro, porque de cada vez que vou para sítio com ambiente limpo acabo doente. Alem disso, quando regresso, parece que não se passou nada…

Estes fins-de-semana fazem-me regressar às minhas férias em família. Porque os amigos são exatamente isso, a família que nós decidimos adotar.

English Version

Well, this is starting to become rather complicated. Not that I missed the high, to come here to explain the insanity that run on my brain connections. That’s not it. The problem is that in recent days I have been under the influence of a witch craft, and the only thing I can do on little I have is reading more pages 20/30 of Grey, the last book of the EL James saga. Probably I should have finished the book, but with 27 years, I acquired a new concept. Enjoy the book and savour it, otherwise I finish it really fast and suffer from lack of occupation. Also at the end of last week, I had a 2-day trip. In other words, to enjoy my boyfriend and friends along the river, or by the pool and it’s not very polite to be reading a book … So I ended up taking longer than usual and also I missed the writing day. Think again however who think I have not gone to the kitchen. LIE! I have not only gone, as today I bring my recipe travel cookies. This time did not for my trip, but for Sofia’s one.

Well, 2-day trip.

Did I mention that I have the same friends since my adolescence. I have not exactly the same, but those who stayed, seem to me good enough to try to do things like get-a-week with family. We are many, but the 5 I will talk about today are the ones who are always around. João, Milai, Rachel, Diogo and Pedro.

I feel that flows in our veins the scene of nostalgia and Saudade, so typically Portuguese. For all purposes weekend when we met we always end up remember our senior trip. Always feel Fado in the voice, when speaking of that mythical year. Thus, after many promises, we finally were able to organize a 2-day trip between the 6 to return to live in a more measured way, a few days family.

Friday, after leaving work, I got into the car with a CD playing, made by Diogo. Direction: Gerês. João and Milai were later because as always João is the last. The trip went well in our “bus” with the exception of the last kilometers. Music very good, a lot of singing, a lot crap said, but also a lot of curves, so I have prayed to Our Lady of healthy stomachs. I could endure everything inside me. Not knowing however that this could be an omen for what would follow…

We arrived at the hotel, each one installed in his house, and while we waited for João and Milai, I and Rachel end up dealing dinner. Bolognese. I had to do something simple and fast, we were all hungry. By the time João and Milai, got there, we had dinner, we took care of the picnic for the next day and we went to Diogo and Rachel’s house for a game session. Not surprisingly split up into three teams and played Party and co. The game is a mixture of Trivial Pursuit, Taboo, Pictionary, Logo, and gestures game. The idea was to see which team could finish the game till the end of the weekend.

With this game we conclude that Diogo and Rachel, get along extremely well…. They were the winners. I and Pedro give a few taps, provided it is me guessing, because Pedro on the guessing is no big deal. In other hand, João and Milai, are extremely funny, because they think alike and therefore end up unable to understand the other. How is this possible? I do not know…

The night ended terminated by extreme tiredness of the players.

The next day, I woke up with a huge stomach pain and painfull headaches. However I did not give up. I will not be the one messing everything, even if to that I’ll have to drag myself everywhere.

We acquired a map and got into cars and went to the waterfalls see what was happening. Long in the way, João signs us to stop … We are in the middle of nowhere, besides us there’s no soul. He stops to inform us that he has no diesel and do not know how long will be able to drive … SERIOUSLY?!?!? Did you remember THAT NOW?!?! He even says very casually, that he thinks it is enough to follow, but only wanted to warn. Well, whatever happens, we have food and drink in cars, phones with battery and we have each other … That’s what my father used to say when we went to Algarve and in the middle of nowhere fuel light lit … Also if João was relaxed we also were … we were not, Myself, Milai and Rachel were very concerned …. Way above and behold. Till this moment, I endure almost as well as Joan of Arc held up at the fire, but I urge Peter to stop and ran to a corner to calm my stomach … Exactly I “freed” my sickness in the beautiful landscape of Geres … sorry, I did not want to screw it up. Although this was not worrying souls, because while I was vomiting convulsively, and Peter panicked worried about me and Rachel looking for napkins and Diogo helping, João and Milai were taking selfies. Did not know how they haven’t caught me as a backdrop … Note that Milai is the doctor of the group, probably it did not bother much, because she realized that was a reaction to path.
Actually we stopped half a dozen meters from the waterfall we were looking for, so we walked caught fresh air and … I ended up returning to vomit what no longer had convulsively. At this point, everyone was bothered. Even João, the cloud guy, was concerned. We ended up canceling the demand for waterfalls. Rachel and Milai found no joke on track, I was moments back to “rock the boat” for the third time, and João’s car was thirsty. So we come back, and we opt for a program with no high water and easy ways to find. When we returned to the hotel, they went to do a picnic at Diogo and Rachel’s “home”, while I was resting. Thing that did not last long, and Pedro half an hour later walked back to see how I was, worried that I was not better. But, I already felt better, and got up and had tea and cookies for lunch, and found forces for the day. The girls gave me ben-u-ron and Brufen, I had forgotten to take, and I could feel better. I’ve been all afternoon between the pool and the river, we were visited by a small frog and ended up in the hotel bar to eating ice cream. Yes, because I could even be unwell but could not refuse an ice cream.

In the evening we had dinner at Gerês village. All the way up to the village, in our “bus” Pedro, Diogo and Rachel asked me if I was well, if they should stop … But I felt much better. After dinner, we went for a walk and we returned to the hotel for another trielo.

On Sunday, returning home, I was much better. Until we have gone to St. bento da Porta Aberta…. Suddenly I felt I was gonna faint, and for that Pedro was walking my suitcase….

On the return back, we had lunch in Apulia. I will not comment on the restaurant, because I have the feeling that we look alike a group of teenagers and therefore they made us wait 1 hour and 30 minutes for food that come exchanged … Anyway, we are quite conserved for our age.

At the end of lunch we headed home, happiness was not in our feelings. We were back to the routine and behind was a weekend in family full of laughter, play and silly. We are now conjecturing when will be next time.

Meanwhile I concluded that I can only be allergic to fresh air, because every time I go to places with clean environment I end up sick. Also, when I return, it seems that nothing happened…

These weekends make me return to my family holiday. Because friends are exactly that, the family we decided to adopt.

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COOKIES PARA VIAGEM

O que vais precisar:

  • 3 canecas de farinha;
  • 1 caneca de amêndoa moída;
  • 1.5 canecas de açúcar branco;
  • 150gr de vaqueiro sabor a manteiga
  • 2 colheres de essência de baunilha;
  • 2 ovos médios;
  • 250gr de pepitas de chocolate.

Como vais fazer?

  1. liga o forno a 100º;
  2. Mistura todos os ingredientes menos a farinha a amêndoa e as pepitas de chocolates;
  3. Depois dos ingredientes bem misturados, adiciona a farinha, a amêndoa e o fermento e mexe com uma varinha potente até a massa ficar bastante consistente e fácil de moldar com as mão.
  4. Faz pequenas bolas, e espalha por um tabuleiro e depois emborracha a bola para ficar com aspecto de bolacha;
  5. Leva ao forno e deixa cozer até ficarem loiras;
  6. Retira, deixa arrefecer e ensaca.
  7. Faz boa viagem e sempre que tiveres fome, petisca as cookies!

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Húngaros para descomprimir!

Versão Portuguesa

Sabes aqueles dias em que sentes que o mundo se uniu para te tramar? Como na musica do Rui Veloso??

Pois bem, hoje foi um desses dias…

Qual é das piores coisas que pode acontecer ao ser humano que tem de se levantar cedo? Eu sei, acordar, pensar que ainda se tem 2 horas para dormir e o despertador começa a cantar uma musica qualquer, porque afinal já é hora de acordar. BOLAS é horrível. A vontade é pegar num pau e estrangular à paulada (coisa a roçar o impossível, mas é de manha e os pensamento ainda não estão bem formados) o despertador. Depois tentas ficar na preguiça, mas sentes-te a ficar incomodada. O tempo está a passar, é preciso tomar banho, tomar o pequeno almoço, escolher roupa (não necessariamente nesta ordem). Um sem fim de actividades que te fazem comichão pelo corpo e não te permitem relaxar aqueles 5 minutos extra que todas as manhas tentas oferecer-te… Lá te levantas, vais tomar banho, ainda há gás não tens porque te preocupar. Vestes-te tomas o pequeno almoço, conversar com a tua versão de Leo, que está desolado porque está a ver a hora de ser abandonado cada vez mais próxima. Tentas adiar o inadiável e quando dás por ela, já estás bastante atrasada. Dizes ao cão um rápido chau e metes-te no carro. Tentas relaxar com o rádio, mas acabas tão relaxada que em vez de ires a 50 vais a 30 e o tempo a passar… BOLAS. Lá consegues meter-te na auto-estrada, o tempo não para, vai acabar por chegar atrasada. Metes o pé ao acelerador, se tudo correr bem não há multa para ninguém e ainda ganhar algum tempo… Só que não, no ultimo cruzamento está uma confusão enorme. Tu estás a 1 quarteirão do destino, que se não fosse a confusão chegavas a tempo, e se não fosse o veiculo dava para ires a pé e chegar antes da hora… Raios. Chegas mesmo no limite. Respiras. Olhas para traz e a sensação que tens é que já passaste por tanto hoje que já merecias voltar para a cama.

O minha manha foi mais ou menos assim hoje. Quando me sentei depois de toda a actividade respirei e pensei vou tentar melhorar o meu dia. Não vou contar as minhas actividades porque não interessa para nada. Vou é partilhar a conversa sobre a receitas hiper simples de húngaros que me deram hoje…. foi basicamente isso, dera-me uma receita simples de Húngaros.

Com o passar do dia fui ficando cada vez menos paciente, cada vez mais triste e deprimida. Enquanto conduzia para casa pensei no que estava a fazer de tão errado para não me estar a sentir eu. Por sentir uma irritação interior… O que se passa é que já não cozinho com a frequência de antigamente. É isso que me deixa num lugar bom. Assim, mal cheguei a casa, vesti o meu avental, e fui para a cozinha exorcizar a má disposição. O resultado foram os Húngaros que se seguem.

English Version

You know those days when you feel that the world came together to plot you? Like the music of Rui Veloso ??

Well, today was one of those days …

What is the worst thing that can happen to a human being who has to get up early? I know, wake up, thinking that you still have two hours to sleep and the alarm starts to sing a song, because after all, it is time to wake up. Bollocks is horrible. The will, is takeing a stick and strangle the alarm (thing that skims the impossible, but in the morning thoughts are not well formed). Then you try to stay in laziness, but you feel yourself getting annoyed. The time is passing, you need to take a shower, have breakfast, choose clothing (not necessarily in that order). A myriad of activities that make your body itch and not allow you to relax those 5 extra minutes that you try to give yourself … Then you get up, you’ll take a shower. Dress up, take breakfast while talking with your Leo version, that is desolated because he is watching the time passing by, getting closser to the abandonment moment. Try to postpone the unavoidable and when you look, you’re already quite late. You say to the dog a quick goodbye and put yourself  in the car. Try to relax with the radio, but you end so relaxed that instead of going to 50 km/h you go like 30 km/h and you’ll pass the time … Bollocks. Then finally you get on the highway, but time doesn’t stop so will end up being late. Unless you put foot on the accelerator and if all goes well there is no penalty for anyone and still gain some time … But not, in the last cross there’s a huge mess. You are 1 block from the destination, that if not for the mess, you would arrive on time, and if not for the vehicle, you could go walking and get ahead of time … grrr. Finally you arrive right on the edge. Breathe. You look behind and the feeling you have, is that you already gone through so much today that it is deserved to go back to bed again.

This morning was more or less like mine today. When I sat down, after all the activity, breathed and thought: ” try to improve the day”. I will not tell my activities because it does not matter at all, but I’ll share the conversation I have about chocolate in cookies, or more accurately Hungaros (sory don’t know the name in english….). My boss shared a recipe for hungaros today… That’s about it….
Over the day I was getting less and less patient, more and more sad and depressed. While driving home, I thought about what I was doing so wrong to not feel me.  The thing is that I don’t cook/bake with the frequency of other days. That’s what puts me in a good place. So, I got home, I dressed my apron, and went to the kitchen to exorcise the bad feelings. The result was the Hungarians that follow.

PS: if you know the name of this cookies in other languages, please tell me…

HÚNGAROS (receita de http://lifestyle.sapo.pt/sabores/receitas/hungaros-caseiros-rapidos)

O que vais precisar?

  • 300gr de farinha;
  • 50g de farinha maisena;
  • 150gr de manteiga;
  • 100gr de açúcar em pó;
  • 2 gemas de ovo;
  • 20 ml de leite;
  • 1 tabelete de chocolate de culinária;

Como vais fazer?

  1. Junta os ingredientes todos numa taça, menos o chocolate;
  2. Mistura tudo, iniciar-me com uma batedeira, depois com as mãos, até formar uma bola de massa. Adiciona farinha se sentires a massa muito colenta. Eu adicionei mais duas colheres de farinha;
  3. Liga o forno a 150º;
  4. Espalha a massa com auxilio de um rolo da massa, e corta as bolachas da forma que quiseres. Se não tiveres formas de cortar, usa um copo;
  5. Coloca as bolachas cortadas num tabuleiro untado e leva ao forno;
  6. Quando começar a ganhar um tom acastanhado, retira-as para depois de arrefecidas não ficarem muito duras;
  7. Enquanto estiverem a arrefecer, derrete uma tablete de chocolate;
  8. Mergulha metade da bolacha já fria no chocolate e deixa secar o chocolate sobre uma grelha. Eu usei a do fogão;
  9. Depois do chocolate seco, coloca-as num tuperware,e reserva em local fresco para o chocolate não amolecer. Eu guardei as minhas no frigorífico.

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