Combinações improváveis

Existem combinações que nos trazem sensações incríveis, mas que aos olhos alheios podem soar a algo muito estranho. A minha mãe diz sempre, só se pode comentar, depois de experimentar. Eu sou daquelas pessoas, que quando diz que não gosta é porque já experimentou, e não funcionou. Temos o caso, do bolo de espinafres. Muitos dizem que é incrível, eu provei, e odiei. Temos por exemplo coelho, eu já experimentei, e é muito mau, ainda não provei coelho de alguma maneira que me saiba bem. Hmmm, por exemplo também não gosto de ensopado de borrego… Alias borrego, anho, e cabrito. Eu sei que são todos diferentes, mas a não ser que sejam costelinhas de borrego grelhadas com molho de alho, não me convidem, porque eu vou passar muita fome. Aconteceu, eu dizer à minha futura sogra que não gostava, mas disse-o de uma forma pouco convincente. Escusado será dizer, que levei com ensopado de borrego uns dias mais tarde. Desde esse momento, sempre que há ensopado de borrego, há ensopado de galinha para a Angélica.

Confesso que não sou só esquisitices, eu gosto muito de batatas fritas, caseiras, com sumo de limão por cima. Eu bebo leite com cereais em leite quente, criando portanto uma papa que me sabe a céu, e enoja o meu namorado. Eu adoro sandes de batatas fritas, meu Deus eu adoro mesmo muito, sandes de batata frita. Sou 100% fã de churros recheados com chocolate, uma vez por ano, pelo menos, eu tenho de ir à caravana das farturas, comprar um churro recheado de chocolate. Segundo o Pedro, é o meu momento gorda!

Agora que penso, isto são esquisitices, pior do que não gostar de coelho. Pois bem, para adicionar a estes meus hábitos, estranhíssimos, eis que a minha amiga Mafalda inventou o meu novo vício, brownies de chuchu e chocolate. Na verdade ela faz pequenos bolinhos, eu faço em formato brownie. E agora o pensamento é, chuchu e chocolate? Chuchu, aquele legume que substitui a batata na sopa?? Iup, esse precisamente. Quando vi a receita, pensei, só pode estar maluca, depois olhei para o especto dos bolinhos, e tinham um ar tão mas tão apetitoso, que eu pensei, não sei se lhes resistiria.

A verdade é que rapidamente, me transformei num soldado da paz dos hunger games. Sim porque hunger foi o que me deu quando vi os bolinhos.

Liguei para a minha mãe, para ver se a terra tinha sido uma boa mãe e tinha procriado quase milagrosamente chuchus. Aparentemente sim, porque ela tinha um gigante para mim. Cheguei a casa, descasquei-o, piquei as mão e fiquei com elas super ásperas. Porque é o que acontece quando se brinca com chuchu. Cortei em pedaços, meti no liquidificador, pesei o líquido e a partir daí fiz as contas à receita da Mafalda. Oh meu Deus, estes brownies são quase tão bons como os originais, e têm uma contrapartida, como trazem um legume, servem de entrada e sobremesa para uma refeição, e pode ser uma sandes de batatas fritas, com meio limão a regar as batatas… Acho que assim, não engorda tanto!

Brownies de Chocolate e Chuchu – Receitas do Bairro

 

 

 

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Quartas-feiras loucas…

Cheguei a casa e tinha de correr muito, por sinal… É dia de ir levar o cesto de roupa para passar. A minha rica mãe, como já devo ter contado, deixou-me sair de casa na condição que lhe levava a roupa todas as semanas para passar… Isto porque, ela tem um serviço contratado, que quanto mais peças menos paga… Por peça… No fim vai tudo dar ao mesmo…

Salame de chocolate…

Sabes aqueles momentos em que tens oportunidade de provar pela primeira vez o melhor doce do mundo e acabas contigo a pedir o mais simples e conhecido?? Tanto eu como a Sofia sabemos.

Estivemos recentemente de férias no Algarve. Demos muitas voltas, e fizemos muitas caminhadas, principalmente para chegar à praia, que fica no fundo de uma falésia. No entanto para o que vou contar, estes momentos de cross, são altamente irrelevantes.

Pois bem, Algarve, muitas voltas. Numa dessas voltas, fomos até Portimão. A dona Alice, mãe do Pedro, adora não só Portimão, como a casa Isabel. Um salão de chá com doces algarvios e conventuais. O sitio é lindo, apesar de por falta de sorte nossa, no dia em que lá fomos, o que mais havia eram crianças coladas à montra. Quando digo coladas é a lamber a montra. Não quero ser mal interpretadas, eu adoro crianças, no entanto faz-me alguma espécie, quando estão aos gritos num espaço pequeno e a lamber as montras. Aparentemente só me fez confusão a mim e à menina que nos atendia, porque a mãe estava calmamente a lanchar….

Pois bem, Portimão, casa da Isabel. Hora do lanche. Todos fomos tentar ver qual o bolo, sim porque não te consegues dissociar dos bolos, ou seja o lanche tem de ser um, ou mais. Cada um escolheu o que mais queria, no entanto para alem do Sr. Rui que se encontrava a guardar mentalmente o pedido de cada um, mais ninguém sabia o que o outro ia lanchar. Resumindo, quando a menina chegou à mesa todos ficamos a olhar para os doces uns dos outros. Eu escolhi um coco. Podia ter escolhido um Dom Rodrigo, se o tivesse visto, mas como ja disse não dava para ver bem a montra. A dona Alice escolher uma espécie de barriga de freira, o Sr. Rui um Dom Rodrigo, para meu bem, não se importou de me deixar provar. O Pedro escolheu uma nata e a Sofia, uma fatia de salame de chocolate. Vejamos, uma casa de doces conventuais, com bolos de todas as espécies e feitios, muitos deles com chocolate, mas a Sofia escolheu salame. Eu devo ter ficado com ar de perplexa, que ela disse logo:”que foi? eu adoro salame. Não sei porque nunca fizeste”. Neste momento, eu senti-me um bocado como o Barney Stinson, só não disse a famosa frase “chalenge accepted“. Confesso que rapidamente me esqueci da escolha dela. A única coisa que me passava pela cabeça era, quais são mesmo os ingrediente? Tu já fizeste isto noutra altura.

Em resumo, num sitio com tanta escolha, onde a Sofia ou eu poderíamos ter comido dos mais elaborados doces escolhemos coisas mundanas. Ela ficou satisfeita, eu mais ou menos, para piorar não me saía o salame da cabeça. não por vontade de o comer, mas por vontade de o fazer.

Esta semana, depois de uma dia de trabalho, cheguei a casa, tirei todos os ingrediente e atirei-me à confecção de salame. Muito simples e aparentemente, o cacau em pó puro fez as delicias da Sofia.

English Version

You know those times when you have opportunity to taste on of the best cakes in the world but you end up asking for the simplest that you know?? Both me and Sofia, we know it.

Recently, we went on holiday to Algarve. We end up doing a lot of walks, especially to get to the beach, which is down a cliff. However for what I have to tell, walks are irrelevant, but tour about Algarve, ain’t that irrelevant. Specially the one that took us to Portimão

Ms Alice, Pedro’s mom, loves not only Portimão, but tea house “Casa da Isabel”. A tea house with Algarvian and “doces conventuais”*. The place is beautiful, although for our bad luck on the day we went there, there were a lot of children glued to the shop window. When I say glued I mean locking it. Don’t take me wrong, I love children, but it gets to me, when they scream in a small place and in addiction they lick things. Apparently, this was only bad for me and the girl that was serving us, because the mother was quietly snacking…

So, Portimão, “casa da Isabel”. Tea time. We all went to the shop window, trying to choose best cake, yes cake, because if you go there you want to try one. Each of us selected the one he wanted, besides Mr. Rui who was mentally storing the request of each, no one knew what the other was going to eat. In short, when the girl arrived at the table we were all looking at each other sweets. I chose a coconut cake. I could have chosen a Don Rodrigo, if I had seen it, but as I already told I couldn’t see well the showcase. Ms Alice chose a kind of “barriga de freira”, Mr. Rui a Don Rodrigo, for my own good he did not care to let me try. Pedro chose a custard cream cake and Sofia, a slice of chocolate salami. Let’s see, a house of “doces conventuais”, with cakes of all kinds and sizes, many with chocolate, but Sofia chose chocolate salami. I must looked puzzled, becauseSofia said, “What? I love salami I do not know why you have never done it..” At this time, I felt a bit like Barney Stinson, whit is favorite quote “challenge accepted”. I must say that I quickly forgot of her choice. The only thing on my mind was, what are the ingredient? You’ve done this before.

In short, a place with so much to choose, where Sofia or I could have eaten the most elaborate, mouthwatering cake, we chose regular cakes. She was pleased, me… well not so much, to make matters worse salami’s recipe didn’t get out of my mind. Not by the will to eat but by the will to do so.

This week, after a day of work, I got home, picked all the ingredients, and started my salami. A very simple recipe and apparently pure cocoa powder made the delights of Sofia.

 

*doces conventuais – a long time ago, in Portuguese convents, nun’s use to have a lot of yolks, since they used white to iron their closes. So they started to create sweets based with yolks and sugar, a lot of it. In Portugal most of typical sweet, from regions, are invented by nuns, so they have a lot of yolks and sugar. This is why we call it “doces conventuais”. Translated by word, convent sweets.

SALAME DE CHOCOLATE

O que vais precisar?

  • 100gr de manteiga à temperatura ambiente;
  • 100gr de açúcar;
  • 2 ovos;
  • 100gr de chocolate em pó;
  • 200gr de bolacha maria;

Como fazer?

  1. Trituras grosseiramente as bolachas;
  2. Num recipiente colocas todos os ingrediente menos a bolacha;
  3. Quando a mistura estiver homogénea, adicionas a bolacha e misturas com uma colher de pau;
  4. esticas uma folha de papel de alumínio de 30 por 30 (cm) e uma folha de papel vegetal da mesma dimensão;
  5. Sobrepões o papel vegetal ao papel de alumínio e coloca a massa em cima sob o comprido, enrola e faz um cilindro;
  6. Leva ao frigorífico e em 2h está pronto a comer!

 

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Donuts, a minha perdição…

Versão Portuguesa

Donuts donuts donuts…. Exactamente aquilo que ultimamente tem mexido comigo. Porquê? Simples, fez um ano que estive em Londres e onde comi uns donuts tão saborosos, e tão bem elaborados que me fizeram lembrar um qualquer filme de policias Norte americano. Julgo que, de entre todas as coisas que me chamam à atenção nos policiais, são sem duvida os donuts que me fazem babar. Para mim, esta invenção é uma espécie de Graal de entre a Junk food. Junk food, porque os donuts que eu comi são tudo menos alimento recomendado, primeiro porque são comida processada e segundo porque estão cheio de corantes e afins. No entanto, eu que na altura ainda respeitava de alguma maneira a minha dieta, não fui capaz de resistir. Honestamente eu não sei denominar os sabores, sei descrever o meu comportamento depois da dentada dada… Então foi assim, o mundo parou, e a minha língua em união com as minhas papilas gustativas rejubilaram. Escusado será dizer que éramos 4 e compramos 12… Eu comi os meus três, e não sei precisar mas acho que roubei um ao Pedro… Ou seja comi 4. Tudo bem, partindo do principio que estava de férias e ainda que fui a Londres para conhecer tudo o que podia, logo caminhei muito. No entanto, tudo mal, se partirmos do principio que era um daquela proibições XXL…

O maior problema que enfrento agora no entanto, é que tenho pensado muito nos donnuts, e quando estive em Colónia, vi uma loja de Dunkin’ donuts, e obriguei-me a ignora-la… No entanto tenho dado comigo muitas vezes a recordar a publicidade, e a sentir a tristeza de não ter ido experimentar, e depois disso vem o peso na consciência por não ter provado dunkin’ donuts mas ter gasto uma avultada maquia, pelo menos do meu ponto de vista, para comer um pretzel. Não gostei nada, mas sobre isso falo noutra altura.

Ora imagina lá tu o que fiz este fim de semana? exactamente, donuts americanos. Eu segui uma receita americana, eu vou passar a receita como a fiz, no entanto deixo o link da original.

Quero ressalvar, que comi demasiados donuts este fim-de-semana, mas se voltar a passar por uma loja de donuts americanos, não me vou fazer de rogada… acho que o problema vai ser qual seleccionar!

English Version

Donuts donuts donuts …. Exactly what made me lose my sleep. Why? Simple, it’s been a year since I was in London and where I ate some donuts so tasty that reminded me just any cops movie. I think that, of all the things that draw my attention in cop’s movie, undoubtedly donuts are what makes me drool. For me, this invention is a kind of Graal between Junk food. Junk food, because donuts I ate are anything but recommended food. Firstly because food is processed and secondly because they are full of processed element. However, I, who still at that time respected somehow my diet, was not able to resist. Honestly I do not know how they were called, but I know how to describe my behavior after the first bite… So it is as if the world stopped, and my tongue in union with my taste buds rejoiced. Needless to say we were 4 and 12 buy … I ate my three, and can’t precise, but I think I stole one rom Pedro … Meaning I ate 4. Everything okay, assuming that I was on vacation and that I went to London to see everything I could, and for that reason I walked a lot. However, everything wrong, if we are based on the principle that that was a XXL prohibitions…

The biggest problem I face now, however, is that I’ve been thinking a lot in donnuts, and when I went to Cologne, I saw a Dunkin’ Donuts shop, and forced myself to ignore it … But I have found myself many times remembering the advert, and I feel sadness for not having tried it, and after that comes the guilty conscience for not having tasted dunkin’ donuts but have spent a substantial amount of money, at least from my point of view, to eat a pretzel. I did not like it, but I’ll talk about it another time.

Now, imagine what I did this weekend? Precisely, American Donuts. I followed an American recipe, I’ll pass the recipe as I did, but let the original link.

I want to accuse myself for having eaten too many donuts this end-of-week, but If it happens for me to pass through a American Donuts store, I will not keep going, I’ll stop, get in a eat… I think the problem will be which one to choose!

DONUTS À MODA AMERICANA! (Receita original)

O que vais precisar?

  • 1 ¼ copos de leite morno;
  • 10gr fermento de padeiro;
  • 2 ovos;
  • 8 colheres de sopa de manteiga derretida;
  • ¼ copo de açúcar granulado;
  • 1 colher de chá de sal;
  • 4 ¼ copos de farinha, mais farinha extra para deixar a massa mais seca;
  • Óleo e uma frigideira para fritar os donuts;
  • Recheios, eu escolhi doce de pêra, geleia de marmelo e nutela;

Como vais fazer?

  1. Numa taça, mistura o fermento com o leite e desfaz bem, com ajuda de um garfo;
  2. Numa tigela, mistura o açúcar, os ovos e a manteiga, com auxilio da batedeira. Quando estiver bem misturado, adiciona a mistura anterior e metade da farinha. Mexe bem com a batedeira. Quando a massa estiver homogénea adiciona a restante farinha, se já não der para mexer com a batedeira, transfere a massa para o balcão e mistura bem, como se fosse pão. Se depois de bem misturado, a massa ainda estiver a colar coloca mais um pouco de farinha, 2/4 colheres de sopa e mistura tudo. No fim, unta uma bacia com manteiga e coloca a massa la dentro, para crescer, durante 1h, num local quente.
  3. Ao fim de uma hora estica a massa e com a ajuda de um copo, corta rodelas, faz isso com a massa toda e deixa repousar por uns 45 minutos. Neste momento a massa vai crescer mais um bocadinho.
  4. A 10 minutos do fim, dos 45 minutos do passo anterior, prepara a frigideira, coloca-lhe o óleo, e deixa-o aquecer.
  5. Quando o óleo estiver bem quente, coloca-lhe as rodela. Conta até 45 em cada um dos lados imerso no óleo e depois retira. Repete o processo para todos.
  6. Quando já conseguires mexer no donut, faz-lhe um corte na lateral recheia com o que preferires.

Os meus favoritos foram os de nutela!

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Bolo de chocolate… amargooooo

Versão Portuguesa

Existe um chocolate à venda, em países mais a leste da Europa que contem uma percentagem de cacau a rondar os 85/90% ou seja, “amargo como rabo-de-gato”. Honestamente, não sei se rabo-de-gato é amargo, sei no entanto que este chocolate de tão amargo que, em contacto com as papilas gustativas cria uma feira de aberrações no nosso corpo.

Vejamos, o cérebro entra em excitação pela expectativa de introdução de serotonina, então avisa todos os órgãos: “Atenção pessoal, aí vem o que nos está a fazer falta”. Começam todos os órgãos a esfregar as mãos: “UPA UPA”. Então a língua, o primeiro músculo a saborear a serotonina, passa-se. Grita estupidamente alto para todos os outros órgão, músculos e ossos: “FALSO ALARME, FOMOS ENGANADO PELO CÉREBRO”.

Imagina agora um cenário de guerra, do tipo aldeia francesa, no início de século. Quando todos se encontravam nas trincheiras, à espera de oportunidade para atacar o inimigo.

O que acontece no teu corpo, quando a língua avisa todos que o cérebro os enganou, é exactamente isso. Todos os órgãos remetem-se para as trincheiras, colocam os seus capacetes, pouco próprios, e PUM, rebenta a primeira bomba. Ataque ao cérebro. A reacção que tu, capa exterior de todo um conjunto de órgãos, músculos e ossos tens é: “IUK, que coisa horrível”.

Foi isto que me aconteceu. O Diogo teve de viajar para a Roménia, eu pedi que me trouxesse um exemplar. Não queria morrer estúpida. Como não sei quando vou morrer, mais vale experimentar por estes dias. Ora, o Diogo não pode trazer. Quando esteve na Roménia, as temperaturas estavam tão altas que, trazer um chocolate sólido, era arriscar, chegar a Portugal, com um cartão de chocolate líquido… que desgraça. Então eu resignei-me, e prometi a mim mesma que quando anda-se por ali próximo, compraria um para ver o que acontecia.

No entanto, e sendo os amigos a família que escolhemos, ele e a Rachel foram a Praga e à Áustria, este ano. Enquanto se passeavam, nas belas paisagem que e conheci por foto, visualizaram O chocolate. Pensando no meu pedido, não se fizeram rogados, e trouxeram-me O chocolate. Quando eu o recebi, fiquei tão mas tão feliz, que libertei tanta serotonina como o cacau oferece de cada vez que é ingerido. Prometi no entanto, que mal tivesse oportunidade iria usar a joia rara numa das minhas invenções. Todos torceram o nariz!

No passado dia 21 de Outubro, a Rachel completou os tão temidos 27+1. Foi então que eu decidi que era altura de usar a joia rara. As joias devem ser partilhadas, sempre com os que mais amamos, porque são eles que nos ajudam a ser quem somos.

Pois bem, mão à massa. O resultado, foi um pequeno bolo de cacau!

Percebes agora o porquê de eu estar quase há um mês sem cá vir? Tenho andado a fechar ciclos!

Ps: O chocolate existe num supermercado normal, é da marca Lindt. No entanto, obrigada Rachel e Diogo, há gestos que marcam!

English Version

There is a chocolate for sale in most east European countries containing a percentage of cocoa of around 85/90% meaning “bitter as wormwood.” I honestly do not know if wormwood is bitter, I know however, that this chocolate is so bitter that, in contact with the taste buds creates a freak show in our body.

Let’s see, the brain goes into excitement on the expected introduction of serotonin, then notifies all organs: “Attention People, here comes what we’ve been missing”. All organs start rubbing their hands: “UPA UPA”. So the language, the first muscle to taste serotonin, freaks its mind, and cries stupidly high for all other organs, muscles and bones, “FALSE ALARM, WE’VE BEEN FOOLED BY BRAIN”.

Now imagine a scenario of war, the kind French village, at the beginning of the century. When everyone were in the trenches, waiting for an opportunity to attack the enemy.

What happens in your body when the language warns everyone that the brain deceived them, is exactly that. All organs go to the trenches, put their helmets, little own, and PUM, Busts the first bomb. Attack to the brain. The reaction that you, outer layer of a whole set of organs, muscles and bones have is: “IUK, what a horrible thing.”

This is what happened to me, when a tasted really bitter chocolate for the first time.

Diogo had to travel to Romania, so I asked him to bring me bitter chocolate. I don’t want to die stupid, and I don’t know when I will die, better try these days. Now Diogo couldn’t bring it to me. When he was in Romania, temperatures were so high that bring a solid chocolate, was to risk, to get to Portugal, with a liquid chocolate card … what a disgrace. So I resigned myself, and I promised myself that when I’m near, or even in, east European countries, I’ll buy one to see what was happens.

However, being friends the family we have chosen, Diogo and Rachel went to Prague and Austria this year. As they walked, the beautiful landscape and I met by photo, they found the Chocolate. Thinking about my request, they brought me The Chocolate. When I received it, I was so happy, that I almost freed much serotonin as cocoa offers each time it is swallowed. I promised however, that by the time I had a chance I would use the rare jewel in one of my inventions. All turned up their noses!

On 21 October, Rachel completed so feared 27 + 1. It was then that I decided it was time to use the rare jewel. The jewels should be shared, always with those we love most, because they are the ones that help us be who we are.

Well, hands in work. The result was a small cocoa cake!

Now you know why I’m almost a month without coming here… I’ve been closing cycles!

NB: This Chocolate exists in a normal supermarket, it is Lindt brand. However, thanks Rachel and Diogo, there are gestures that mark

BOLO DE CHOCOLATE NEGRO

O que vais precisar?

  • 50gr de chocolate negro (80-90% de cacau);
  • 50gr de manteiga;
  • 50gr de açúcar;
  • 20gr de farinha;
  • 1 Ovo;

Como vais fazer?

  1. Pré-aquece o forno;
  2. Derrete o chocolate em banho-maria e adiciona a manteiga, até ficar tudo bem misturado;
  3. Numa tigela, bater os ovos, o açúcar e a farinha;
  4. No fim adicionar o chocolate e a manteiga. Mexer tudo muito bem;
  5. Colocar numa forma pequenina, previamente untada com manteiga;
  6. Deixar cozinhar por minutos, para não ficar muito seco;
  7. Quando o bolinho estiver pronto, selecciona os chocolate que mais gostares, do tipo doce. Eu optei por barras de kinder. Derreti em banho-maria e cobri o chocolate.


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Quero ressalvar, que apesar do meu corpo ter péssima reacção ao chocolate negro, eu provei a massa do bolo e estava muito saboroso!

Foi do meu cérebro que veio o Rolo….

Versão Portuguesa

Dizem os entendidos que somos o que comemos… Eu diria que infelizmente o que comemos nem sempre somos nós.
É certo que a pessoa é feita de comida, daí o aviso prévio às castanhas ou feijões, no entanto nem sempre nos encontramos consciente e cientes do que ingerimos. Que o diga eu que, enquanto pensava na receita de hoje, e a executava, dei por mim a devorar literalmente M&Ms. Não que o estivesse a fazer conscientemente, não estava. Mas estava a fazê-lo em parceria com o facto de estar a bater um bolo. Eu não consegui parar de abrir o frasco enfiar a mão la dentro, roubar uma mão cheia de M&Ms e leva-los à boca. Fiz este processo pelo menos duas vezes… À terceira ouvi a amargura do meu cérebro/consciência: ”Aqueles M&Ms estão neste momento a alojar-se nas zonas mais difíceis do teu corpo… Barriga e coxas… Para, tu estas maluca?!”
Em seguida, veio o sentimento de culpa… Eu honestamente não sei o que mais me magoa… Se sentir os M&Ms a procurar alojamento no meu corpo, se o facto de a minha consciência chorar. É horrivelmente degradante, sentir que todo o teu esforço, associado à última ida ao ginásio, está neste momento a ser inválido. Imagina uma conta bancaria, neste momento estaria o gestor de conta a ligar, porque não só tenho a conta a descoberto como tenho dividas para pagar. Ora bolas… O pior nisto tudo, é que não entendo o porquê de ter estes acessos irracionais. É como se a luz se apagasse, e eu pudesse comer tudo que ninguém veria… nem eu mesma. Como quando somos miúdos, e nos dizem não mexe. A primeira pergunta que o cérebro faz é:”Ora pois bem, e começo a não mexer onde?!”
Vendo bem, provavelmente é daí que vem o meu comportamento pouco racional, de devorar chocolates inconscientemente. Eu vou mexer sempre e provavelmente partir, eu vou comer sempre e sentir que se alojou na zona da anca. Esta sina, persegue-me desde miúda. Não era eu que partia, era o meu cérebro que me orientava para o sítio e às tantas as coisas partiam-se… Como? Não faço ideia, mas acontecia. Não era eu que ali estava. Pronto era eu, mas não era eu. Porque eu não parto jarras de cristal caríssimas só porque sim, assim como não devoro M&Ms só porque sim. O meu cérebro enganador, é que me leva a fazer as asneiras… Como se tivesse prazer em ver-me ser castigada…

O problema, tal como naquela publicidade da rádio do suplemento para o cérebro, é que o meu cérebro sou eu. Ou seja, quando digo que fiz um ato inconsciente, estou simplesmente a tentar desculpar-me da parvoíce de devorar M&Ms…

O que eu quero dizer, para além de dar a receita do rolo, é que alojar M&Ms nas coxas é culpa minha. Não do meu cérebro. Eu sou culpada pelos meus atos… Logo, sim nós somos o que comemos, e o que comemos somos nós. Porque cada um de nós escolhe devorar brócolos o M&Ms. Ninguém faz essa escolha por nós, nem a voz da consciência. Somente o nosso cérebro que somos nós!

English Version

The experts say that we are what we eat … I would say that unfortunately not always what we eat is what we are.

It is true that the person is made of food, hence the notice to let say beans, but not always we are conscious and aware of what we eat. That tells me that, thinking in today’s recipe, and baking it, I found myself literally eating M&Ms. Not that I was doing it consciously, I wasn’t. But I was doing it while baking a cake. I could not stop opening the bottle stick his hand inside it, stealing a handful of M&Ms and bring it to mouth. Made this process at least twice … The third time, I heard the bitterness of my brain / consciousness: “Those M&Ms are currently on vacation in the most difficult areas of your body … belly and thighs … Are you insane?! ”

Then comes the guilt … I honestly do not know what hurts the most … If the feeling of M&Ms looking for a place in my body, or the fact that my conscience is crying. It is horribly degrading, feel that all your effort, associated with the last trip to the gym, currently is being invalid. Imagine a bank account, at this moment account manager would be calling because not only I have the account with no money as I have debts to pay. What the hell … The worst in all this, is that I do not understand why you have these irrational access. It’s like the light went out, and I could eat everything that no one would see … not even me. As when we are kids, and mom asks not to be an elephant on the pottery shop. The first question that the brain does is, “Oh well, and where can I not be an elephant??”

Well, probably that’s where my irrational behavior comes from, devouring chocolates unconsciously. I’m always going to be the elephant, I will always eat and latter feel that it is lodged in the hip area. This fate, chasing me from girl. It was not that I was braking things, it was my brain that guided me to the site and so many happened … How? No idea, but it did happen. It was not I that I was there. I was there, but it was not me. Because I did not break overpriced crystal vases just because yes, and do not devour M&Ms just because. My deceived brain, takes me to do stupid things … As if he’d be happy to see me being punished…

The problem, is that my brain is me. That is, when I say I made an unconscious act, I’m just trying to excuse myself from eating M&Ms …

What I mean, apart from giving the cakes recipe, it is that housing M&Ms on my thighs is my fault. Not my brain’s. I’m guilty for my actions … So yes we are what we eat and what we eat is what we are. Because each of us chooses to eat broccoli or M&Ms. No one makes that choice for us, not the voice of conscience. Only our brain that is what we are!

ROLO DE CHOCOLATE E DOCE DE LEITE

O que vais precisar?

  • 250gr de açúcar;
  • 6 ovos;
  • 1 colher de chá de fermento;
  • 1 colher de sobremesa de essência de baunilha;
  • 2.5 colheres de sopa de chocolate em pó;
  • 150gr de farinha;
  • 4 colheres de sopa de água;
  • doce de leite para o recheio

Como vais fazer?

  1. Ligas o forno a 100º e untas uma forma rectangular plana;
  2. Separa as gemas das claras e bate as claras em castelo;
  3. Adiciona o açúcar às gemas e mexe bem;
  4. Adiciona a baunilha e o chocolate e mistura bem toda a massa;
  5. Adiciona as claras, mexe e no fim coloca a farinha e o fermento;
  6. Dá uma volta final à massa e coloca-a na forma na rectangular;
  7. Leva ao forno, tapa com folha metálica e sobre a temperatura para os 180º;
  8. Molha um pano, estende-o no balcão, espalha açúcar sobre o pano e assim que o bolo esteja cozido (teste do palito) vira-o sobre o pano (ainda o bolo bem quente);
  9. Besunta o bolo com doce de leite, enrola e deixa ficar por 5 minutos;
  10. Retira o pano e serve.

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Red Velt Cake!

Versão Portuguesa

Existe um bolo que realmente me intriga. Não só pelo aspecto, mas pelos ingredientes.

Eu sou um bocado céptica nesta cena dos ingredientes. Ou seja, não me posso classificar como uma foodie, tudo porque por exemplo me recuso a comer coelho. Note-se que eu como um bom bife de vaca, e de maneira nenhuma me sinto afectada quando vejo uma vaca no pasto e sei que mais tarde ou mais cedo, ela vai ser alimento para alguém. Esta é a lei da vida, todos somos caça, e todos somos caçadores. Contudo, o coelho é uma espécie de cão do campo. Eu, honestamente acho que dava para colocar-lhe uma trela e leva-lo a passear… Coitadinho do coelho e o seu espaçamento ocular, que foi pré-desenhado para poder se proteger dos caçadores. Ou seja, porquê comer aquele felpudinho, que tanta gente adopta como animal de estimação? Eu conheço uma boa miúda, que andou durante muito tempo a alimentar o seu coelhinho. Um belo dia o almoço foi coelho… Ou seja, o era o seu animal de estimação… Enfim, isto choca-me daí eu ser uma moça da cidade, com um cão e um gato, nada de galinhas, coelhos, vacas ou cavalos. Julgo, que se vivesse com esses espécimes, era magra, magra, magra, ou então vegetariana… é este o motivo pelo qual não me auto-denomino de foodie. Posso ser uma half-foodie. Eu como, eu experimento na cozinha, eu sonho com comida e eu percorro kms para comer algumas coisas… desde que não seja coelho, cabrito (são os dog alemão, do campo), peixes como sardinha, cavala, e muitos outros… estes eu como, mas prefiro não o fazer, porque eu sempre ouvi dizer que: “peixe não puxa carroça”.

Ou seja, aqui a half-foodie, tem uma predilecção por bolos. Não qualquer bolo, se for verde eu não tenho nem força nem coragem para o levar à boca. Agora se for amarelinho, amarelo claro, castanho, preto ou vermelho, convidem-me que eu como. Porem, só percebi do vermelho, quando há uns anos estava a ver a Oprah, e ela foi à Graceland, ver o fantástico espólio do Elvis e ao lanche foi servido o Red Velvet Cake. Isto aconteceu em 2006. A cor vermelho vivo do bolo intrigou-me. As tantas a Oprah confessou amar o bolo, e falaram de como era feito. Eu assustei-me quando referenciaram que a invenção original era feita com sumo de beterraba. Eu pensei, ora aqui está um bolo que nunca na vida vais provar, nem quando fizeres a viagem ao sudeste americano.

Porém, tenho tido tantas experiências, como por exemplo brownies de beterraba, que na sexta enquanto pensava no bolo de aniversário para o meu pai, pensei: “faz-te uma mulher, ganha coragem, vai ver o que a Matha Stewart diz do bolo. Como se faz. Beterraba não é mau de todo em bolos”. Fiz então uma pesquisa, e nem a Matha Stewart, faz este bolo com beterraba, e depois de ler muitas receitas achei que a do blog, Cozinhar é Preciso, a receita era extremamente bem explicada e decidi seguir-me por ali. Contudo, eu tenho uma mania parva de mudar coisas em receitas. Como tal e em troquei o tipo de vinagre (sim, o Red Velvet Cake leva vinagre), troquei também a cobertura e o recheio. O resultado ficou muito bom. Agora que já experimentei e me soube tão bem, estou pronta para a minha viagem até aos USA, ir até ao sudeste americano e pagar por uma fatia do original Red Velvet Cake. Aposto que não vou ficar desiludida. Mas como se diz no celebre Songoku: “Não percam os próximos episódios porque eu também não” e quando eu lá for, eu conto a experiência!

English Version

There is a cake that really intrigues me. Not only by appearance but for its ingredients.

I’m a bit skeptical in this thing of ingredients. That is, I cannot classify myself as a foodie, all because for example I refuse to eat rabbit. Well, I like a good beef steak, and I will not feel affected when I see a cow in integrated in green environment, pasture, and I know that sooner or later, it will be food for someone. This is the cycle of life, we are all hunted, and we are all hunters. However, the rabbit is a kind of field dog. I honestly think it is possible to put him a leash and take him for a walk … Poor little rabbit and is eye spacing, which was pre-designed in order to protect themselves from hunters. Why do people want to eat that adorable, fluffy pet? I know a girl, who petted for a long time a rabbit, and one day lunch was rabbit … In other words, it was her pet … Anyway, it shocked me. Anyway, I’m was a city girl with a dog and a cat, no chickens, rabbits, cows or horses. I think that if I lived with these specimens, I would be thin, really thin, or vegetarian … And, this is why I don’t call myself as a foodie. I can be a half-foodie. I eat, I experiment in the kitchen, I dream about food and I walk miles to eat some things … provided it is not rabbit, goat (these are the German dog of pastures, of course), fish such as sardines, and many others … these I like, but I prefer not to, because I always heard that “fish won’t pull a wagon.” (Portuguese saying, by the way)

Well here the half-foodie, has a fondness for cakes. Unless it is green, I have neither strength nor courage to take to the mouth. Now if yellowing, light yellow, brown, black or red, invite me to eat it. However, I only accepted red cake when a few years ago I was watching Oprah, and she went to Graceland, see the fantastic assets of Elvis and at tea it was served the Red Velvet Cake. This happened in 2006. The bright red cake intrigued me. Oprah confessed she love the cake, and talked about how it was done. It scared me when the made reference to the original invention that was made with beet juice. I thought, well here’s a cake that I will never ever going to prove, even when on my trip to the American Southwest.

But I have had so many experiences, such as beet brownies, that on Friday, while considering the birthday cake for my father, I thought, “makes yourself a woman, gain some courage, you will see what Matha Stewart says the the cake . and remember, beetroot is not bad at all in cakes.” Then did a search, and nor even Matha Stewart, makes this cake with beetroot, and after reading a lot of recipes I found this blog, Cozinhar é preciso, the recipe was extremely well explained and decided to follow along. However, I have a silly habit of changing things in revenue. Like swapping the type of vinegar (yes, the Red Velvet Cake takes vinegar), also changed the cover and the filling. The result was very good. Now I’ve experienced, and it tasted me so well, I’m ready for my trip to the USA. I’ll go to the American Southwest and pay for a piece of the original Red Velvet Cake. I bet I will not be disappointed. But as they say in Songoku: “Do not miss the next episode because I wont” and when I taste red velvet cake, I’ll tell you the experience!

RED VELVET CAKE

O que vais precisar?

  • 2,5 chávenas de farinha de trigo peneirada;
  • 1 colher de chá de fermento em pó;
  • 1 colher de chá de sal;
  • 2 colheres de sopa de chocolate em pó;
  • 25 ml de corante encarnado, na receita que eu usei fala em 50 ml, mas eu só tinha 25 ml;
  • 0,5 chávena de manteiga sem sal, em temperatura ambiente;
  • 1, 5 chávena de açúcar;
  • 2 ovos;
  • 1 colher de chá de essência de baunilha;
  • 1 chávena de leitelho/ butermilk. Eu não encontrei à venda e por isso fiz. enchi a chávena de leite e pus-lhe uma colher bem cheia de vinagre de figo. Mexi e deixei “estragar” o leite, durante 15 minutos. Aqui está butermilk de casa, tudo porque não encontrei à venda no modelo;
  • 1 colher de chá de vinagre de figo;
  • 1 colher de chá de bicarbonato de sódio;
  • Chantilly para a cobertura;
  • Nutella para o recheio

Como vais fazer?

  1. Pre-aquece o forno e unta uma forma com manteiga;
  2. Junta, a farinha o fermento e o sal num recipiente;
  3. Noutro recipiente, mistura, o chocolate em pó com o corante, até ficar uma pasta
  4. Numa bacia grande, começa por misturar muito bem, o açucar com a manteiga;
  5. Quando a massa estiver bem homogenea, adiciona os ovos e continua a mexer;
  6. De seguida, encorpora na massa, a baunilha e a pasta de cacau com corante;
  7. Por fim adiciona, 1/3 da farinha e metade do leitelho, mexe bem;
  8. Agora, outro terço de farinha e o resto do leitelho. Mistura muito bem;
  9. Agora a restante parte da farinha.
  10. Quando tudo estiver muito bem misturado, trata da operação química. Vinagre e bicarbonato. Vai efervescer, mistura bem, adiciona ao bolo, incorpora rapidamente na massa.
  11. Vira a massa para a forma e leva ao forno, por 20/30 minutos. Atenção tapa com uma folha de papel de alumínio senão queima;
  12. Quando o bolo estiver pronto, passou no teste do palito, retira-o, desenforma e deixa arrefecer. Quando estiver já frio, corta o a meio, e coloca-lhe nutella. Põe-lhe a tampa e decora-o com chantilly.

Ps: O meu bolo ficou tão fofo que o topo partiu e eu tive de fazer algumas operações, para que a estrutura não ficasse uma torre de pisa! Quando repetir, eu tiro fotos mais bonitas.

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Ps: Parabéns ao meu Pai pelo seu aniversário ontem. Parabéns ao motor de busca mais conhecido do mundo que hoje faz 17 anos!