3 anos de Angie Clouds! Maravilha…

Versão Portuguesa

Foi então que chegamos aos 3 anos de AngieCloudsDisappear!

Isto pessoalmente é uma mega conquista. Lembro-me como se fosse hoje, o dia em que abri este blog.

Estávamos em Maio de 2013, eu estava desempregada e tinha algum tempo livre. Passava horas na cozinha, a elaborar receitas da família, ou experiências novas. Sempre que entrava em pequenos momentos de desespero, o meu pai dizia, “porque não escreves um livro?”. Aquilo mexia comigo, eu acho que praticamente todos sonhamos em ter um livro à venda numa livraria.  No entanto, eu sempre achei que os meus textos não eram assim interessantes de mostrar.

Às tantas, e não sei bem como, num qualquer volte face, eis que dei comigo a questionar uma amiga minha sobre como ter um blog. Ela foi incansável. Ela em casa dela, eu em minha casa e estávamos a montar todo o blog. No fim, não sabia o que escrever, e então escrevi sobre como me organizo na cozinha. Depois de fazer o meu primeiro post, senti borboletas no estômago, quase parecidas com as que senti quando o Pedro me deu o primeiro beijo. Nesse momento, lembro-me de me levantar e ir a correr a casa do Pedro, eu tinha de partilhar com ele a minha novidade. Sim eu sei, podia ter partilhado com ele online, mas assim não dava para o surpreender. Quando cheguei a casa dele corri para o computador, liguei o blog e disse olha o que eu criei!! Ele ficou extasiado, mas sei que uma das frases que me ficou foi, “Ah agora posso ter uma T-shirt a dizer: “A minha namorada é Blogger“”. Eu achei aquilo amoroso, e disse-lhe:”Eu ainda não sou Blogger, eu ainda só fiz um post!”

Depois disso contei à minha mãe e partilhei com todos os meus conhecidos, 3 anos volvidos, tenho 10200 visita, 580 seguidores. São meras estatísticas, e que no mundo dos blogs não é considerável. No entanto, para mim, é motivo de orgulho e satisfação.

Ora os aniversários, são para ser festejados, este ano não fiz festa nenhuma, não ainda. Eu quero e vou fazer, mas mais lá para a frente. Julho ou Agosto. No entanto, não podia deixar este dia em branco, e fiz um jantar saboroso e especial, para o rapaz que se ofereceu para usar a T-shirt orgulhoso. O meu futuro marido. Obrigada Pedro, pelo sorrisão de orgulho quando te mostrei o Blog. 

A todos vocês, que vêm cá, que partilham as minhas insanidades, que quando me vêm me falam dos meus post’s. Obrigada, vocês fazem-me sentir ainda mais vontade de cá vir!

English Version

And then, 3 years of AngieCloudsDisappear!

Personally, this is a huge achievement. I remember, as if it was yesterday, the day I opened this blog.

It was May 2013, I was unemployed and had some free time. I spent hours in the kitchen to cook family recipes, or new experiences. Whenever I was caught in small moments of despair, my father would say, “Why don’t you write a book?”. That moved me. I think virtually, everyone dreams to have a book for sale in a bookstore. However, I always thought that my texts were not so interesting to show.

Suddenly, I don’t remember exactly when, I found myself asking a good friend of mine, how could I start a blog. She was tireless. She was at her home, I was in mine and we were building this blog. At the end, I didn’t know what to write, and then I wrote about how I organize myself in the kitchen. After making my first post, I felt butterflies in my stomach, almost like those I felt when Pedro kissed me for the first time. At that moment, I remember getting up and running to Peter’s home, I had to share with him my news. Yes I know, I could have shared with him online, but so I could not surprise him. When I got there, I ran to his computer, looked for the blog and said: “Look at what I’ve just created!!” He was ecstatic, but I fully remember one of the things he said, “Oh, now I ca wear a T-shirt saying,” My girlfriend is a Blogger “”. I found lovely that, and told him: “I am not yet a Blogger, I still only made a post!”

After that, I told my mother and I shared it with all my acquaintances, three years later, I reached 10200 visitors and 580 followers. These are mere statistics, and that, in the world of blogs this ain’t considerable. However, for me, it is a source of pride and satisfaction.

Now, birthdays are for being celebrated. Yet, I haven’t done the party, but I will. Maybe, July or August. However, I could not let this day in white, and made a tasty and special dinner for the boy who offered to use the Proud T-shirt. My future husband. Thank you Pedro, the grin of pride when I showed you the Blog.

To all of you who come here who share my insanities, that talks to me, about my post, whenever you see me. Thank you, you make me feel with more desire to come here!

 

FARFALLE DE ALHEIRA

O que vais precisar?

  • Farfalle para 2;
  • 1 Alheira de aves;
  • 100gr de bacon cortados em bocadinhos;
  • 5 colheres de sopa de molho de tomate;
  • 1 copo de vinho branco;
  • 1 colher de sopa de rabo de boi;
  • 1 colher de sopa de azeite;
  • 1 bola de queijo mozzarella, fresco;

Como vais fazer?

  1. Ligas o forno a 100º;
  2. Colocas água numa panela e cozes o farfalle;
  3. Numa wook, ou numa sertã, colocas o fio de azeite, e o bacon;
  4. Quando o bacon começar a fritar, adicionas a alheira. Tira primeiro a pele da alheira;
  5. Mistura o molho de tomate ao vinho e à sopa de rabo de boi, faz uma pasta e adiciona à carne;
  6. Deixa cozinhar;
  7. Corta a bola de mozzarella, em rodelas e reserva;
  8. Retira um copo de água da massa e mistura na carne;
  9. Tira à massa o resto da água, e adiciona a massa à carne;
  10. Mistura bem;
  11. Coloca um fio de azeite no fundo de uma assadeira, e enche a assadeira com a massa;
  12. Cobre com as rodelas de mozzarella, e leva ao forno para gratinar;
  13. Serve e que te saiba muito bem!!!

WP_20160507_21_40_57_Pro

 

Anúncios

Uma semana em terrenos de sua Majestade!

Desde a minha primeira aula de inglês, que tenho um sonho. Visitar Londres. Às tantas, ponderei  não só visitar como habitar. Ser um imigrante em Inglaterra. De tal forma que quando disse, ao fim de 18 anos a sonhar com a corrente semana, aos meus pais que ia  passar uma semana a Londres, a ideia deles voo para:” mas vais para ficar?” Eu disse que secalhar, muito descontraidamente. A sensação que tive, foi que os meus pais ficaram com um nó na garganta. Contudo não cederam, e deixaram os dias passar.

Isto aconteceu à cerca de 2 meses.

Os preparativos continuaram, e rapidamente chegamos a dia 16 de Novembro. O chamado dia D. O dia pelo qual eu tanto esperava. Eu e o Pedro. Os pais do Pedro levaram-nos ao aeroporto e 2 horas depois aqui estávamos nós em Inglaterra, o país onde a rainha manda, mas o Prime minister tem  sempre uma palavra a dar… O país que pertence à União Europeia, mas tem a sua própria moeda… muito diferente do nosso Euro… Um pais onde cada um sai à rua vestido como bem entende e eu julgo que as únicas pessoas que ficam em choque sou eu e o Pedro. Sim, porque os nossos companheiros de viagem, parece-me que já são mais ingleses que portugueses… tudo porque para eles é normal…

Por falar em companheiros de viagem. Esqueci-me de explicar que viemos para casa do Paulo e da Cátia o primo do Pedro e a namorada. Que são um dos muitos e típicos, casos portugueses que deram tudo para ser profissionais de sucesso, nas suas áreas, mas oportunidades nem vê-las e então decidiram procurar o seu lugar ao sol, na terra onde o sol raramente brilha….

A primeira reacção que tive foi: “oh minha nossa, o Paulo conduz contra a mão…”. A segunda foi: “oh meu Deus, todos conduzem contra a mão”. Depois de me ambientar, ou pelo menos explicar ao meu cérebro desleixo que na Inglaterra tudo funciona assim, descontraí, relaxei e vivi uma semana incrivel.

Quero ressalvar que comecei a escrever isto num starbucks (dos muitos que existem) em Fleet, e estou a acabar no meu escritório. Ou seja qualquer mudança temporal entre estou e estive é puramente realismo do texto!

Pois bem. Fleet é uma cidade engraçada, que às 6 da tarde se torna um lugar fantasma… Tudo fecha.

De Fleet, fomos a Aldershot, uma cidade maioritariamente habitada por Nepaleses. Tinham um Lidl. Fiquei satisfeita, mas ou o meu sotaque é horrível, ou os ingleses são pretensiosos, porque na minha cabeça soava igual ao que eles diziam, mas eles não percebiam. Neste mesmo dia, ofereci, aos donos da casa um jantar made by Angie Clouds, que é o que vou partilhar hoje.

No dia seguinte, os rapazes, tomaram o pequeno almoço britânico. Depois de tantos anos a passar férias em Albufeira, ainda não tinha conhecimento do aspecto da REFEIÇÃO… Eu recusei-me e ainda bem, porque de tarde fomos conhecer Reding, e o Pedro e o Paulo andaram empanturrados o dia todo… Afinal o Paulo ainda não é Britânico. Reding é uma cidade muito engraçada, e tem uma Anne Summers, ou seja tive de a retirar da minha lista de Londres, porque a visitei em Reding. Que loja incrivel. Aviso já que é de elevado teor sexual e direccionada para mulheres de muito bom gosto. Pelo menos é a minha opinião pessoal. Quero ressalvar, que neste dia compramos uma caixa de donuts, incríveis.

Com isto estou na terça-feira, dia 18 de Novembro. À noite o Pedro ainda sofria por causa do pequeno almoço.

Na quarta-feira fomos pela primeira vez a Londres. A cidade é magnífica e tem um peso histórico que se sente no ar que se respira. Aproveitamos este dia para fazer o famoso tour turistico. Westminster, China town, Picadilli, Soho, Covent Garden e ao fim do dia, quando as pernas estavam menos vivas que a lua que no acompanhava desde as 5 da tarde, acabamos a caminhar pelo London Bridge city Pier, em direção a Tower bidge. Foi um dia melhor do que imaginava, e ainda que a minha excursão achasse impossível eu ver tudo o que tinha planeado para aquele dia. O Pedro bem disse: “com a Angélica vocês vêm, ela não pára para comer. Nós em três dias vimos Madrid, e só usamos o metro no ultimo dia…”. Verdade seja dita, eu só parei porque a excursão precisava de comer.

De volta a Fleet, e já no dia seguinte, fizemos o merecido descanso. Combinamos porem, um jantar com um colega de trabalho do Paulo. O Paulo e a Cátia decidiram que aquele era o melhor dia para conhecermos um Pub típico e assim foi. A sensação que tive foi:” Estou de volta ao Algarve”, com excepção das baixas temperaturas, que pelos vistos só o nosso grupo sentiu. Isto porque os “nativos” andavam de top’s e t-shirts… Aqui bebi a minha primeira sidra de pêra. todos odiaram, eu adorei!

Na sexta as ferias começavam a tornar-se curtas e estávamos a ficar nostálgicos. O Paulo ficou adoentado, mas conseguimos enfia-lo num carro e ir até Winchester ver a inauguração do natal.

Sábado, voltamos a Londres. Conclui por esta altura, que hora de ponta decorre todo o santo dia de sábado. Gente sem fim. Metro cheio, autocarros atravancados, ruas inundadas. Enfim. Neste dia fomos ao Madame Tussaud, ao museu de historia natural, a Portobello Road e ao seu famoso mercado, que aparece no filme Notting Hill e quando voltávamos para casa, fomos à Winter Wonderland, na zona de Kensington. Pelo meio ficamos sem um bilhete de transportes. Contudo, o que seriam umas ferias sem perder alguma coisa?

No domingo estávamos de volta. O Pedro trazia o coração apertado, por ter deixado o primo-irmão em terras de sua Majestade. Eu trazia o cérebro cheio das bonitas coisas que vimos e fizemos. Claro que é sempre difícil despedir dos amigos, mas sabendo que estão bem, só temos de pensar positivo.

Em resumo, foi uma semana incrivel, deu para o Pedro matar saudades e deu para nós descomprimirmos. Contudo, atrasou o meu blog e por isso peço desculpa se cá vieste saber de novidades…. andava em Inglaterra a entrar no espírito natalício. Sim, porque na rádio, passam muitas musicas de Natal.

Agradecimentos? Ao Paulo e à Cátia por me receberem tão bem como receberam o Pedro. Obrigada meninos, foi uma boa semana!

O que comemos…

Comida_AutoCollage_12_Images

A excursão…

os4_AutoCollage_7_Images

MASSA E BACON (4pessoas)

O que vais precisar?

  • 600gr de massa crua, seja ela cortada, penne ou parafuso;
  • 1l de molho bechamel;
  • 300gr de cogumelos frescos;
  • 450gr de Bacon em pedaços;
  • Queijo mozarela ralado;
  • meia cebola picada;
  • 1 dente de alho triturados;
  • 4 colheres de azeite;
  • oreganos e sal q.b.;

Como vais fazer?

  1. Põe a massa a cozer, em água e sal;
  2. Numa wook, coloca o azeite o alho e a cebola e deixa refogar;
  3. Quando começar a fervilhar, adiciona os cogumelos cortados em lamina e o Bacon;
  4. Deixa fritar um pouco o bacon e quando a massa estiver Al dente, retira-lhe a água e adiciona-a ao refogado;
  5. envolve bem, coloca sal e oregaos a gosto. Adiciona o queijo mozarela, na quantidade que preferires e ainda meio pacote de bechamel e mistura tudo muito bem;
  6. Coloca o preparado numa assadeira, rega com o restante molho bechamel e leva ao forno para tostar a parte superior;
  7. Serve.

Eu acho que este é um daqueles pratos de conforto. Simples rápido e no frio do inverno, aquece a barriguinha!

 

IMG_0333

 

IMG_0332

IMG_0334

IMG_0337

 

 

Fim-de-semana como antigamente

Uma das memorias que eu guardo, com afinco e doçura, são as viagens de carro para fazer férias em família e as actividades que fazíamos em conjunto. Ouvia-se e cantava-se José Malhoa e as 24 Rosas (eu ainda hoje sei a letra toda), e quando chegava ao dia de ir às piscinas de tubos, levávamos a marmita e fazíamos um lanche. Que demais. Julgo que quando tinha 5/6 anos achava isto muito cool, aos 14 achava ridículo e vergonhoso… Aos 26, acho novamente incrivel!

Este fim-de-semana que passou, fui até Ferreira do Zêzere com parte da minha “seita” (não religiosa porque isso é uma cena muito pessoal). Eu, o Rui, o Diogo e a Raquel fomos fazer uma escapadinha, cá dentro. A intenção era sermos mais, mas foi complicado porque hoje em dia, todos são demasiado ocupados para parar 3 dias consecutivos. Porém, lá conseguimos ir os 4 à descoberta. Até aqui tudo dentro da normalidade, 4 amigos à descoberta das entranhas de Portugal… Num sitio idílico, ou não. Pois vejamos, Século XXI, eu e a Raquel somos dependentes de novas tecnologias, ela tem um blogue (bookshelf) e eu outro. O Diogo passa a vida a ler noticias de desporto no telemóvel, quanto ao Rui, aguenta-se muito bem sem internet, agora sem televisão… Nem pensar, ele adora televisão e ainda por cima este fim-de-semana jogou o seu Porto. Em resumo, quando na sexta paramos para aquilo que prometia ser mega fim de semana, rapidamente percebemos que teríamos de por as cabeças a funcionar e tentar perceber como funcionava o mundo na altura em que a roda não existia…

Felizmente para a “seita”, existem 2 pessoas altamente criativas e 2 pessoas disposta a alinhar na criatividade. Como a minha intenção não é ferir o Diogo ou o Rui, não vou proferir o nome das pessoas criativas. Em suma, rapidamente tornamos a noite de sexta numa paragem de táxis, onde os condutores passam o tempo de espera a jogar à sueca. Foi isso que fizemos, várias partidas de sueca, eu e a Raquel fomos enganadas pelos rapazes e acabamos por perder… isto porque eles não sabem respeitar regras, como por exemplo o cansaço das oponentes. Contudo não vou gastar muito tempo em redor deste tema, porque sinto uma revolta interior perante o abuso e aproveitamento à desconcentração do oponente.

Quero sim, contar que no sábado tive um dia como os de antigamente. Não numa piscina de tubos, mas no rio. De manhã eu preparei o piquenique com a minha subchefe e os nossos moços de recados, e assim saímos à procura da aventura. A sensação que tivemos quando chegamos à primeira praia fluvial foi do tipo:”Ah é isto…”, mas mudamos logo de perspectiva porque estávamos ali para descomprimir. Usufruímos muito do rio, jogamos Uno e “Piquenicamos”.

Eu ADORO “Piquenicar”. Descobri esta minha faceta quando finalmente recebi a minha cesta de piquenique, em verga.

IMG_0130

Depois de “Piquenicar” e deixar o almoço chegar a um ponto de segurança, metemos-nos no carro, pedimos auxilio à Luísa Micaela, também conhecida por GPS da Raquel, e lá fomos até Dornes. Uma aldeia muito pequena, onde nem mercearia há, mas há o senhor das bifanas. Quando nos sentamos para aproveitar a incrivel e natural paisagem eu avistei as canoas. foi então, que o meu lado competitivo tomou conta de mim e ludibriei toda a gente a uma corrida de canoas… Ou assim eu achava. Sim porque, na verdade andamos foi a passear pelo rio, porque estava demasiado calor para fazermos maluqueiras… Mas valeu muito a pena. Foi deveras incrivel, com excepção do corte que ambas, eu e a Raquel, fizemos nos pés. Como diria o meu Sr. Pai:”Gajas, são fraquinhas”.

Depois de rotos, e eu ter voltado a experimentar a loucura e libertação de me passear de biquíni, num espaço onde já ninguém repara em ninguém, mas repara se há água fresca num raios de 5 cm, voltamos ao resort do século antepassado, ora o céu ainda estava bem iluminado e nenhum de nós tinha coragem de recolher, então montamos o estaminé no jardim e fizemos o duelo de mentes, Trivial Porsuit. Desta vez a Raquel deu-nos um “bailinho da madeira”… e depois quando jogamos Uno, dançamos, novamente todos, o bailinho mas desta feita de Vilar do Paraíso!

Como tudo o que é bom acaba, chegamos a domingo. Carregamos calmamente o carro, ainda fomos a Tomar, para torrar. Sim porque 39º não é temperatura para gentes do litoral. Quando entramos no carro e começamos a fazer o caminho de volta, iniciamos aquilo a que eu chamo de habito nas viagens com o Diogo e a Raquel. A rixa de canções, ou seja pomos um CD a tocar aos berros e vimos a viagem toda a seleccionar as musicas que conhecemos e cantamos a plenos pulmões. Este é para mim dos melhores momentos da viagem. Todos descomprimimos e parece que estamos a fazer o remake do  video clip da Alanis Morisset, “Ironic“. Eu faço o instrumental e a Raquel, nesse momento canta sempre INSTRUMENTAL. Os rapazes, acabam contagiados com a nossa dose de loucura e começam a cantar alto. O Rui adora cantar, mas evita fazê-lo em frente aos outros, nestes momentos até perde a cabeça e buzina. O Diogo, finalmente mostra o seu lado verdadeiramente descontrolado e canta tambem ele cheio de vontade. Parecemos novamente miúdos. Eu consigo facilmente transportar-me para as minha viagens em família, onde todos cantávamos e riamos descontroladamente.

Em resumo, o fim de semana foi incrivelmente positivo. Jogamos jogos de cartas e tabuleiro (ainda que tenhamos ignorado as regras do scrabble), fizemos um piquenique à beira rio com toalha e comida caseira, cantamos a plenos pulmões somente musicas portuguesas. Assim vale a pena uns dias de lazer. Obrigada à “seita”, que tem um radar mas não apanha Wi-Fi no ar!

IMG_0227

Quando à receita de hoje, vou dar a dos wraps que foi o nosso piquenique.

WRAPS DE PIQUENIQUE

O que vais precisar?

  • Fajitas ou wraps, comprado no supermercado;
  • Pesto, pode ser feito ou comprado;
  • Peito de frango, um por wrap;
  • Fiambre de peru e queijo fatiados;
  • Bacon fatiado
  • Tomate cortado em fatias.

Como vais fazer?

  1. Grelhas o peito de peru e na chapa quente passas o bacon para espalhar a gordura;
  2. No centro do wrap, espalhas uma colher de sopa de pesto, colocas o peito de peru e o bacon, depois o tomate e por cima as fatias de queijo e fiambre;
  3. Fechas o wrap, e com auxilio de uns palitos fixas para ele não abrir.

PS1: Eu ainda estou em dieta por isso não coloquei nem queijo nem bacon.

PS2: O pesto pode ser qualquer um, eu usei o de rúcula e ervas.

IMG_0131 IMG_0132 IMG_0133

PS3: A Raquel fez um post e falou do maracujá, passa !

http://raquelbookshelf.wordpress.com/2014/08/18/amigos-castanheiros-ou-os-limites-do-maracuja/

Prazeres do vegetais quando existe Bacon

Já estava com saudades de cá vir para trazer novidades!

A minha novidade hoje é comida vegetariana que os vegetarianos se recusam a comer. Ah Ah, isto soa mal, fazer comida para as minorias e nem essas comem? Não, na verdade é comida para a maioria, mas é baseada num prato vegetariano. Chama-se alho francês à Brás com cheiro de bacon. Tenho de incluir Bacon no título porque eu não sou do género enganar quem não come carninha. Ah como eu adoro a chicha. (ao longo deste post vou tentar dar outros nomes à carne)

Bem, este prato remonta ao dia em que a minha irmã tomou a iniciativa de ir a um restaurante vegetariano e viu no Cardápio, AKA Menu, alho francês à Brás, comeu, adorou e experimentou, sendo que inclusivamente marca jantares com as amigas para fazer esta receita… Isto a mim soa-me a uma cena tipo, sexo e a cidade, Carrie Bradshaw e as amigas, só acho que ela não fala com as amigas sobre sexo… mas isso também não me interessa. Interessa-me sim que me convidou para um jantar entre as duas em que o prato principal era o alho francês à Brás. Confesso que na altura me soube bem, mas enquanto me dirigia para casa trazia um sabor estranho a verduras na boca… o tempo foi passando, fiz cá em casa para os meus pais, contei ao Rui o que era o jantar e convidei-o para cá vir, mas quando percebeu que não havia sangue entre os elementos que compõem o prato declinou o convite, contudo os meus pais gostaram bastante. Não voltei porém a repetir o prato. Acontece que há umas semanas, estava eu no meu momento leitura sobre cozinha e vi um prato de couve coração, presunto e queijo, pela descrição parecia bastante sugestivo e saltou-me à ideias o alho francês à Brás. Pimba o meu cérebro ofereceu-me a resposta para a falta de proteína, BACON. É pá é tão bom o sabor do BACON… por cima de hambúrguer de vaca, no meio de massa esparguete… Bolas já me estou a afastar. Então BACON, o elemento chave para que o alho francês à Brás se torne improprio para vegetarianos, mas muito próprio para todos aqueles que remontam à idade da pedra e sabem que é preciso sangue para se poder ser saciado! Foi assim, que depois de uma demanda pelo supermercado, e depois de a minha mãe ter pedido, voltei a experimentar alho francês à Brás, desta feita com BACON!

ALHO FRANCÊS À BRÁS COM CHEIRO A BACON

O que vais precisar?

4 Alhos franceses;
1 Pacote de batata frita palha, 250gr
5 Ovos
50gr de Bacon, pode ser em pedaços ou em fatias. Sendo que se for em fatias tem de ser cortado finamente
1 Chalota, ou cebola pequenina
4 Colheres de sopa de azeite
1 Colher de sobremesa de:

        Orégãos
        Noz-moscada
        Pimentão vermelho em pó

Como vais fazer?

1º Corta o alho francês na linha em que a parte branca se torna ver. De seguida corta a parte branca em pedaços com um espaçamento de +/-1cm.

2º Lava muito bem os anéis de alho francês.

3º Corta a cebola em bocadinhos muito finos e leva ao lume no azeite.

4º Adiciona à cebola o alho francês e o Bacon e mexe bem. Adiciona os orégãos, a noz-moscada e o pimentão. Deixa refogar, até o alho francês ficar quase transparente.

5º Bate os ovos inteiros com auxilio de um gafo

6º Adiciona as batatas palha ao alho francês, desliga o fogo e adiciona também os ovos batido.

7º Mistura tudo muito bem, até obteres uma mistura bastante homogénea.

8º Podes servir.

 

Imagem