O irmão mais novo

Ser-se o irmão mais novo, num grupo de dois, tem muito que se lhe diga. Primeiro, para se ser o favorito, temos de lutar com unhas e dentes e muito dificilmente lá chegamos. Temos de conseguir conquistar tudo e todos, mal a nossa mãe recebe a noticia da nossa existência.

Primeiro informar a mãe, que muitas vezes está a desejar aquela segunda existência, outras vezes entra em choque, porque se sai um como o primeiro o caldo está entornado.

Depois informar o pai. Normalmente este reage com alguma pacificidade, afinal tem 9 meses, ou menos, para se adaptar. Primeiro tem de cuidar da mãe hormonal, depois do primeiro filho que se auto-exclui à priori, e finalmente vai lembrar-se de todas as noites mal dormidas que tem e começa a ganhar um pouco de “asco” ao próximo elemento que se aproxima. Normalmente quando se dá conta deste passo, já o segundo está cá fora e aos berros porque ou tem cocó ou tem fome…

Depois temos a conquista por um lugar no coração daquele Ser que tem mais idade do que nós, mas que pouco ou nada tem de voto na matéria. Ok, há muitos irmãos mais velhos, que pedem encarecidamente um mano aos pais, mas ele não sabe o que está a fazer, lembrem-se é uma criança, e se o estado só lhe atribui legalidade aos 18 anos, porque hão-de os pais, ouvi-lo antes disso?

Pois, no meu caso não deu sequer para isso, no entanto, olhando para o meu video de baptizado, ( sim eu tenho um video porque os padrinhos da minha irmã, são emigrantes franceses e lá toda a novidade chegava primeiro do que cá) concluo que a minha irmã, nunca iria pedir um mano/a. Ela era doida pelos meus pais, e eu aposto que o primeiro pensamento assassino que ela teve, foi pouco depois de me conhecer, tinha ela dois anos e 1 mês. Aposto que quando lhe disseram, olha aqui a mana que te vai sugar o papá e a mamã nos próximos anos cruciais da tua infância. A bonitona do olhão grande. Já ninguém te vai ver como o bebé, de hoje em diante és a micro adulta, que tem de ajudar a mamã a trocar fraldas…. Presumo que isto tenha sido dito, na maternidade. Porque se tivesse sido na cozinha, a minha irmã transformava-se num pequeno Chucky, e que venham de lá as facas de cozinha!!!

Assim, deste momento em diante, a minha irmã, tomou rédeas da casa, eu chorava comia e andava a conhecer lentamente o mundo, e ela aprendeu precocemente a servir o meu pai, a falar, e no meio, a ganhar uma relação amor-ódio por mim. Amor, porque eu fazia xixi na cama e ela protegia-me sem fim, ódio, porque eu comia tudo num ápice e depois queria mais do que ela lentamente saboreava. Eu sinto, nas fotos da nossa infância, um certo prazer nos olhos dela, de me ver encarecidamente a pedir um bocadinho do que quer que fosse que ela estivesse a comer, e eu já tivesse devorado.

Ah era uma luta, diária.

Entramos para a escola, ela era sempre melhor que eu. Não dava erros, comia de faca e garfo, aprendeu cedo a fazer bolos. Nunca rompeu umas meias de vidro. Já eu… apanhei piolhos, não havia meias que quisessem as minhas pernas, dava em media 10 erros por ditado e fazia os F’s ao contrario. Os meus pais suspiravam, exasperavam, mas depois olhavam para o prodigio e descontraiam.

A primeira vez que a Marta fez um bolo lá em casa, foi de uma receita de uma aula de francês. Até me arrepio, só de pensar em tudo. Ela chegou a casa, cheia de pose, e depois de na aula terem traduzido a receita de fio a pavio, pediu à minha mãe para fazer o seu primeiro bolo. A minha mãe, nunca tinha visto semelhante receita, mas confiava tanto na Martinha, e lá lhe deu o que ela precisava e ela sozinha fez o primeiro bolo. Um bolo de ananás. Era incrível. Estou aqui a escrever e a salivar, mas a minha primeira reacção foi: “Porra que porcaria”. No entanto, às escondidas, lá ia mais uma fatia.

Ah bons tempos, em que comer meio bolo não implicava dois kg em cada coxa.

O prodígio passou a ser a menina bonita até na cozinha. Já eu, quando pedia para fazer um bolo, a minha mãe não largava a cozinha, e o ambiente era tão pesado… Não sabes separar ovos, tu és uma descoordenada. Tens de bater mais as claras. Para, tu só gastas coisas e não fazes nada.

PORRA, eu desistia. Assim como desistia de fazer ponto de cruz, renda e outras coisas como aulas de piano, que para os meus pais eram essenciais.

Graças a Deus, às tantas encontramos um equilíbrio. Eu fiquei mais calma e a minha irmã começou a partir louça. Eu passei a separar bem os ovos, e a minha irmã a chegar depois de horas. As minhas meias já não tinham foguetes, e a minha irmã lutava por uma calças à boca-de-sino.

Eventualmente, passamos a ser as irmãs Rochinha, como nos morangos com açúcar (mas sem a projecção mediática delas), e eu aprendi a fazer bolo de ananás!

 

BOLO DE ANANÁS

O que vais precisar?

  • 4 Ovos
  • 2 chávenas de açúcar;
  • 1 chávena de farinha;
  • 1 chávena de amido de milho;
  • 1 colher de café de fermento em pó;
  • 1/2 chávena de óleo;
  • 1/2 chávena de calda de ananás em lata;
  • O ananás da lata;
  • Óleo e açúcar para untar a forma;

Como vai fazer?

  1. Ligar o forno;
  2. Bater os ovos inteiro com o açúcar, até dobrar o tamanho;
  3. Colocar o óleo e a calda, depois as farinhas e fermento;
  4. Quando a massa fizer bolinhas está pronta para ir ao forno;
  5. Untar a forma com óleo e polvilhar com açúcar normal, por toda a forma, distribuir depois as rodelas de ananás pela forma, e por fim verter a massa, e levar ao forno;
  6. O bolo estará cozido, quando após o teste do palito, este sair sequinho.

Et Voilá, a todos os irmãos mais novos!

 

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Passaros exóticos… Fruta exótica!

Versão Portuguesa

Desde que me iniciei nos meandros da criação de pássaros que tenho sofrido desgostos atrás de desgostos. Provavelmente, isto deve-se ao facto de eu ter tomado uma decisão, que segundo o meu pai foi inconsequente.

Tudo remonta ao momento em que conheci o Blue pela primeira vez. Apaixonei-me instantaneamente, para meu grande infortune-o, o Leo odiou-o e assim que conseguiu lançou-se freneticamente contra a gaiola e lá se foi o Blue viver a vida de solteirão feliz. Eu não estava em casa aquando do sucedido, mas assim que cheguei a má noticia foi-me passada. A minha mãe que se afeiçoo-ou a 24h de canto de Agapornis, não perdeu tempo e levou-me a comprar um novo. Trouxemos a Bonie. A Bonie estava à 4 dias na gaiola e recebemos a visita da Rachel, a moça do blog que vende livros. Aproveito para publicitar porque me parece que ela está neste momento a vender um muito bom. Eu só não o comprei porque me estou a dedicar a literatura em francês. Isto era só um aparte. Continuando… A Rachel veio cá a casa, e ela passou-me a informação de que os Agapornis têm de ter companhia. Eu confesso, que fiquei deleitada, oh yeah mais um para animar as manhãs de cá de casa.  Fomos então adquirir um namorado para a Bonie, lá trouxemos um Agapornis amarelo esverdeado, giríssimo, mas com um feitio terrível. O drama acontecia sempre que eu tinha de limpar a gaiola, e escusado será dizer, que sofri novo desgosto quando o Clyde, depois de destruir o ninho dele e da Bonie, apanhou uma distracção minha e voou, não em direcção ao horizonte, mas em direcção à casa dos meus vizinhos. Eu ainda o tentei apanhar, mas foi impossível,  ele era esperto, ou não tivesse o nome de um ladrão conceituado. Depois de chorar este mundo e a cabeça do outro, dirigi-me à feira e encontrei um namorado para a Bonie, ou assim eu achava. Um Agapornis amarelo. Contudo por precaução, trouxe outro azul céu. Que seria supostamente uma fêmea. Tudo porque quando um Agapornis perde o seu companheiro, acaba por morrer. Eu preocupadissima trouxe amiguinhos para a Bonie. Foi um drama. Ela odiava-os, e foi difícil manter todos felizes, de tal forma que o Amarelinho e a Azul estavam decididos a ser namorados, até que novamente num momento de limpeza à gaiola o/a azul voo… Foi uma cena digna  de um filme do 007. Não vale a pena relatar, só consigo dizer que o/a Azul se atirou contra a porta da gaiola no momento em que eu abri a porta da rua para ir limpar a gaiola. O resto é repetição bíblica… voo em direcção ao horizonte. O Amarelo chorou a partida da namorada dias a fio. Finalmente a Bonie decidiu abandonar o ninho e tentar copular com o Amarelo. Ora o Amarelo não percebia nada do que ela queria, mas pronto foi-se adaptando à situação, tentado explicar à Bonie que sem uma saída para namorar à tarde, outra à noite e outra de manhã, não valia a pena tentar fazer o amor com ele. Pelo menos isto foi a ideia com que fiquei…

Um belo dia cheguei a casa para almoçar e o Amarelo tinha a cabeça toda ensanguentada, eu fiquei preocupada, tirei-o da gaiola, descubro que existem ovos no ninho, começo a examiná-lo e apercebo-me que o Amarelo era na verdade Amarela, e os ovos eram dela. Comecei a limpar-lhe as feridas e ela morreu… nas minhas mãos. Foi horrível, novamente chorei feita Maria Madalena em dia de morte na cruz.

A minha mãe, sentindo uma revolta, vinda dos bicos dos pés, não tardou em ir adquirir um companheiro para a Bonie, mas não correu muito bem… Porque eu expliquei, compra um Agapornis Roseycolis… Pelos vistos o/a vendedor/a não sabe que Roseycolis é bico branco. Então questionou a minha mãe, que também não sabia e me telefonou. Eu disse que era Roseycolis, branco ou vermelho não interessa, interessa ser da raça Roseycolis, e acrescentei, mas acho que é vermelho… Quando cheguei a casa vi o que tínhamos feito, juntar um Roseycolis a um Fisher…. Depois de uma pesquisa na internet, descobri que o resultado provavelmente seria desastroso…contei à minha mãe e adverti: “deixa-os ficar. Pode ser que na net estejam confundidos”…

Quando dei por ela, haviam passado 24h e a gaiola tinha um novo membro… Uma menina Fisher…

Ou seja, tenho uma gaiola de Agapornis, com dois Fisher’s e uma Roseycolis, eles aparentam uma descontracção incrivel, a Bonie comanda as tropas e os outros dois fazem como ela manda. Finalmente estão a encontrar o rumo da vida na gaiola… Amanhã a minha mãe está decidida a adquirir um namorado para a Bonie… Eu não sei o que vai acontecer, nem onde isto vai parar, mas parece-me que vamos ter festa rija na gaiola, e para piorar, amanhã começa novo capitulo, “Os três mosqueteiro enfrentam D’Artagnan….”

Eu realmente deveria ter lido mais sobre como ser uma boa tratadora de Agapornis, mas tive mais olhos que barriga. Se estou arrependida? Não, todos os meus depostos Agapornis a determinada altura trouxeram-me a boa disposição de acordar ao som do canto deles. Alem disso, libertei 3 Agapornis. Só tenho de me sentir de consciência tranquila. o saldo é positivo.

Para consolidar os meus exóticos pássaros, com coisas boas da Angie Couds, eis que hoje fiz bolo invertido de ananás. Os Agapornis adoram folhas e cascas de ananás.

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English version

Since I started creating birds, I have suffered disappointments behind dislikes. Probably this is due to the fact that I have made a decision, which according to my father was inconsequential.

It all goes back to when I met Blue for the first time. I fell in love instantly. To my infortune, Leo hated it and when got opportunitie, launched hymself frantically against the cage and there went, Blue live life as a happy bachelor. I was not home at the time of the event, but once I got back the bad news came to me. My mother who liked instantly is 24h singing, wasted no time and took me to buy a new one. We brought Bonie. Bonie was for about four days in the cage and we received the visit of Rachel, the blogger girl selling books. I’ll take this opportunity to advertise because it seems to me that she is currently selling a very good book. I just did not buy it because I am dedicating myself to literature in French. It was just an aside. Continuing Rachel came to my house, and she handed me the information that Lovebirds must have company. I confess, I was delighted, oh yeah one more to cheer mornings. We then got a boyfriend for Bonie. A greenish yellow Lovebird, really cute, but with a terrible temper. The drama happened when I had to clean the cage. Needless to say, I suffered heartbreak when Clyde, after destroying the nest, picked up my a distraction and flew, not towards the horizon, but toward my neighbor’s houses. I tried to catch up, but it was impossible, he was smart, or wasn’t he called after a renowned thief. After crying this world and the head of the other, I went to the market and found a boyfriend for Bonie, or so I thought. A yellow Lovebird. However, as a precaution, brought another blue. That was supposed to be a female. All because when a Lovebirds loses its mate, it’ll die. I was so worried that I brought little friends for Bonie, but it was a drama. She hated them, and it was hard to keep everyone happy, so that Amarelinho and Blue were determined to be boyfriends. But then, it was time for cleaning the cage and Blue got away... It was a scene worthy of a 007 movie. Not worth reporting, I can only say that  Blue jumped against the cage door when I opened the front door to go and clean the cage. The rest is Biblical repetition flight towards the horizon. Amarelinho cried the departure of girlfriend days on end. Bonie finally decided to leave the nest and try to copulate with the Amarelinho. Now Amarelinho knew nothing of what she wanted, but was ready to adapt to the situation, tried to explain to Bonie that without an afternoon dating, a night date and another at morning, it was not worth trying to make love to it. At least this was my idea

But the, one day I came home for lunch and the Amarelinho’s head was all bloody, I was worried, I took it out of the cage, I find that there were eggs in the nest, I began to examine it and I realize that it was actually amarelinho’s eggs. I started to clean his wounds and she died in my hands. It was horrible, I cried again like Mary Magdalene when Jesus was on the cross.

My mother, feeling a revolt, coming from tiptoe, quickly went to get a companion for Bonie, but didn’t it very well As I explained: “please,buy a Lovebirds Roseycolis” Apparently the seller does not know that Roseycolis has white beak. Then questioned my mother, who did not know and called me. I said it was Roseycolis, white or red it does not matter, be of interest Roseycolis race, and added, but I think it is red When I got home I saw what we had done, add a Roseycoliswith a Fisher …. After an internet search, I found that the result would probably be disastrous I told my mother and warned: let them stay together, maybe internet’s information is not reliable.”

After 24h, the cage had a new member A Fisher Girl

Now, I have a Lovebirds’ cage with two Fisher‘s and a Roseycolis, they seem to have an incredible relation, Bonie commands the troops and the other two do as she commands. Finally, they are finding their way living in the cage Tomorrow my mom decided she will acquire a boyfriend for Bonie I do not know what will happen or where it will stop, but it seems to me that we have party hard in the cage, and to make matters worse, tomorrow begins new chapter, the three musketeer face D’Artagnan….

I really should have read more about how to be a good handler of Lovebirds, but I had more eyes than belly. If I’m sorry? No, all my deposed Lovebirds at one point brought me the willingness to wake up to their corner. In addition, freed 3 Agapornis. I just have to feel with a clear conscience. Balance is positive.

To consolidate my exotic birds, with good things of Angie Couds, behold, today I made pineapple upside down cake. The Lovebirds love leaves and pineapple peels.

BOLO INVERTIDO DE ANANÁS (in BOLOS, quimera receitas)

O que vais precisar?

1ª Parte

  • 60gr de manteiga amolecida;
  • 50gr de açúcar amarelo;
  • 7 rodelas escorridas de ananás enlatado;
  • água de conserva do ananás;

2ª Parte

  • 120gr de manteiga amolecida;
  • 100gr de açúcar normal;
  • 150gr de farinha;
  • 2 colheres de chá de fermento;
  • 1 colher de chá de essência de baunilha;
  • 2 ovos grandes.

Como vais fazer?

  1. Pré-aquecer o forno a 100º;
  2. Bater a manteiga com o açucar numa tigela (ingredientes 1ª parte), com auxilio de uma batedeira eléctrica, até obter uma mistura cremosa;
  3. Espalhar o preparado pelo fundo e paredes da forma;
  4. Colocar as rodelas de ananás no fundo da forma;
  5. Misturar, numa tigela, os ingredientes todos da 2ª parte, até se encontrarem bem envolvidos;
  6. Adicione 2 colheres de sopa da calda do ananás que reservou e misture tudo, até que a massa se encontre suave e cremosa;
  7. Coloca a massa sobre as rodelas de ananás e espalha bem;
  8. Leva ao forno a cozer por cerca de 30 minutos. No fim do tempo testa com um palito;
  9. Retira o bolo do forno deixa arrefecer, desenforma e serve.

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PS: esta é mais uma receita do livro que me ofereceste Patricia!

Às minhas meninas que hoje são senhorinhas!

Já fiz aqui algumas menções à minha feliz infância. Na companhia da minha irmã e dos meus primos, Arsénio e Patrícia, da tia Lina e do tio Álvaro, mas não contei que eu fui a ratinha da família até chegarem as minhas primas Regina e Inês. A vinda da Regina foi uma grande notícia, porque ela tinha a minha idade e nós íamos ser as melhores amigas. Agora a chegada da Inês foi diferente. Eu já tinha seis anos, e o título adquirido da mais fofa e gira e então chegou um bebé. Esta nova criatura, palrava, chorava, não comia e para piorar tirava-me toda a atenção. Foi muito problemático. Tive que levar com aquela chorona que de um dia para o outro estava a aprender a fazer xixi sem fralda e a chamar monkisse ao meu cão. Tudo porque a Marta dizia dá-me um Kiss e ela fez a sua própria interpretação. Se isto não fosse suficientemente dramático, a piolha não era fã de batatas fritas e fazia queixa de mim por eu roubar as batatas do prato dela. Raios tudo era tão bom e chegou a pulga.

Contudo, um dia, assim sem aviso prévio eu ganhei amor de mana mais velha por esta pulga. Foi então que comecei a torcer pelos sucessos dela. Ontem, para mim foi um dia especial por culpa da minha Inezinha. Foi o dia de imposição das insígnias dela. Senti um misto de alegria, orgulho e saudades. Saudades dos almoços e brincadeiras em casa da tia Lina. Orgulho, por ver a minha pequenina a suceder naquilo que se propôs a conquistar e felicidade por saber a sensação que este momento provoca.
Assim, hoje dedico este post à minha Inezinha.
Quero, porem, adicionar duas outras meninas que me conquistaram super fácil. Uma é minha Mézinha que em pequenina quase não falava e hoje é quase Sra. Doutora, dos hospitais. A outra, é a minha mais recente menina pequena, a Sofia. É rebelde, autónoma, descontraída, com um carapaça bem dura de quebrar, mas com uma inocência e crença no mundo que transcende a realidade humana.
Em suma às minhas 3 menina desejo-vos muito sucesso e muita felicidade e acima de tudo, que eu possa continuar a seguir e assistir aos vossos sucessos. Meus amores ontem quando a Inês recebeu as insígnias dela, eu pensei também em vocês as duas e anseio pelo vosso momento de imposição de insígnias.

Confesso, contudo, que tinha de arranjar uma receita para trazer aqui. Tudo porque este blog, conta pequenos retalhos desta minha curta vida, e ainda invenções da cozinha que ainda não é a minha. Foi então que hoje, depois de uma noite em que fiz os balanços do dia, e do futuro, e ainda com as minha meninas no pensamento criei a sobremesa deste primeiro de Junho. Também conhecido pelo dia da criança. Assim, trago uma sobremesa simples e bem nutritiva. Salada de Fruta e Bolacha.

SALADA DE FRUTA E BOLACHA

O que vais precisar?

  • 1 pacote de bolachas digestivas com cobertura de chocolate, tem da marca continente;
  • 1 lata de ananás em lata;
  • 1 lata de pêssego em lata;
  • 4 iogurtes gregos naturais;
  • 250gr de queijo mascarpone;
  • 3 colheres de sopa de açucar;

Como vais fazer?

  1. tritura bem o pacote de bolachas, até ficar tipo pó;
  2. mistura o mascarpone, os iogurtes e o açúcar;
  3. corta o ananás em 4 e o pêssego em fatias finas;
  4. agora está na hora de montar a sobremesa. Começa por uma camada de bolacha, uma camada de simples de pêssego e uma camada de iogurte. repete o processo, mas desta vez com ananás. A mim deu 2 camadas de de pêssego e duas de ananás.
  5. Termina com uma camada de pêssego e ananás.
  6. Leva ao frigorífico ate servir.

Bom apetite!

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