Panquecas…

Uma das coisas que mais me faz pensar nos meus hábitos matinais, enquanto adepta fervorosa de pequenos-almoços, são as séries norte americanas. Ele é french toasts, ele é pancakes, ele é gofres, ele é o diabo a 7, e o meu pequeno-almoço não passa de um café duplo com leite e três fatias de pão d’avó torradas com manteiga. Ora bolas, como conseguem eles ter estes pequenos-almoços todos elaborados? Pois bem, os anos têm-se encarregado de me mostrar, MASSAS PRONTAS do supermercado. Oh oh, assim também eu, abres o pacote, metes um ovo e leite, batedeira e está feito, aqueces a fritadeira, sem gordura, massa la para dentro et voilá,  panqueca pronta. A sério??

Pois bem, as panquecas estão na moda, não sei se é uma coisa do concelho, do país ou do mundo, sei que cá em Espinho estão na moda, ele é panqueca de aveia, chocolate ou normal, leva molho do que se imaginar. Há panquecas na boca do mundo. Ora eu até há bem pouco tempo, resignava-me a ver a panqueca típica das séries americanas, cheguei até a comprar uma garrafa de massa do Lidl, confesso, mas depois dessa minha tirada, decidi não repetir, até porque, a massa não era de grande coisa.

No entanto, e com tanta casa de brunch em Espinho a abrir, dei comigo sentada a uma mesa, a comer scones com nutela enquanto via o Pedro a comer um pequeno monte de panquecas com nutela e morangos. O Pedro odeia dividir, mas deve ter visto faíscas a saltar-me dos olhos porque prontamente me perguntou se eu queria experimentar… Oh que bom… Bom mesmo. No entanto, foi um bocado numa de, Ok é bom, estou consolada, não vou pensar mais em panquecas. Mas o tempo vai passando, e a febre das casas de brunch não passa e portanto, a palavra panqueca tem andado a pairar no meu cérebro, quanto a isto eu não fiz nada. Até que fui de férias para Barcelona, onde os pequenos-almoços era uma loucura de tão intercontinentais que eram. No entanto não havia panquecas. Havia tudo, fruta, feijão, ovo estrelado, cozido e escalfado, bacon, pão, manteiga, queijo, bebidas de tudo e mais alguma coisa, e tinha nocilla, a nutela dos espanhóis, mas não tinha panquecas. Durante todas a férias, eu comia bem, bem demais até se me é permitido, mas as panquecas que até ali tinham passado a ser palavra frequente, não existiam.

As férias acabaram, e ainda no avião, 23h dizia-me o Pedro muito triste; “e agora? Vamos voltar aos pequenos-almoços simples?”. Aquilo mexeu comigo, sim, claro que vamos. As férias acabaram e eu tenho de ficar em forma, mas tens razão… Adormeci, acordei no Porto de volta à realidade. No dia seguinte já a meio da tarde acordei e pensei, e agora o pequeno-almoço? Acho que é mais ao menos assim que funciona com os viciados, ” e agora, o álcool? os medicamentos? a droga? O CHOCOLATE?!”.  Naquele dia, vivi de volta à realidade, mas durante a noite, fui iluminada, pelo Pancake God. O mesmo que é tão aclamado na terça-feira gorda de Carnaval. Acordei de manha, fiz uma rápida pesquisa, e encontrei a receita mais simples de panquecas, do mundo, recheei-as de nutela, espremi laranjas, coloquei tudo num tabuleiro, e fui acordar o Pedro.

“Bom dia!! Afinal ainda estamos de férias.”

Digamos que o Sheldon por esta altura, estava sentado em cima da cama, impávido com o cheiro que o invadia.

PANQUECAS

(http://www.e-konomista.pt/artigo/receitas-de-panquecas-rapidas-e-fofas/)

O que vais precisar? (10 panquecas)

  • 1 chávena de leite;
  • 1 colher de sopa de açúcar ;
  • 1 ovos;
  • 1 c. de chá de óleo vegetal;
  • 1 c. de chá de extrato de baunilha;
  • 1 chávena de farinha de trigo;
  • 1/2 c. de sopa de fermento em pó.

Como vais fazer?

  1. Colocas tudo no liquidificador e deixas a misturar;
  2. Colocas uma frigideira, ao lume sem gordura nenhuma, e anti aderente;
  3. Quando estiver bem quente colocas um pouco de massa e deixas cozinha, quando começar a fazer bolinhas na massa viras.
  4. Assim que estiver cozinhada, colocas num prato e barras com o que quiseres, doce de morango, mel, chocolate simples ou de avelã;
  5. Repetes o processo para toda a massa e vais sobrepondo as panquecas;
  6. Tenta não ir comendo pelo meio… Depois não saboreias tanta quantidade.
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365 se avizinham…

Foram 366 dias.

Foram dias de mudança, dias de alegria, dias de felicidade extrema, dia de nostalgia e dia menos bons.

Foram 366 dias vividos de verdade.

Foi um sim no meio de um jardim idílico, do tipo Pedro e Ines, mas ao estilo Pedro e Angélica, onde nenhum dos dois sabia onde estava mas sabíamos bem o que estava a acontecer.

Foi uma luta pelo sofá da sala e a cama que nunca mais era a certa.

Foi um chau pais, mas não se preocupem só vou subir umas ruas.

Foi um beagle que há muito era sonhado e que de repente apareceu.

Foram lutas pelo equilíbrio, que acabaram sempre com sessões de cinema no sofá que depois da cama me parece a peça mais confortável do nosso lar, iniciado em 2016 e que acredito vai durar por muito tempo.

Foi um ano de mudança na minha vida, e acredito na vida de muitos.

Foi um ano diferente.

Tantas vidas ceifadas.

Tantas bombas rebentadas.

Tantas empresas inauguradas e tantas outras fechadas.

Tantos governos modificados e tantos outros reforçados.

Foi realmente um ano muito cheio, no entanto cheira-me que 2017 vai ser ainda mais intenso. Vamos ver o que vai acontecer, não me parece que seja para já a invenção dos carros flutuantes, no entanto acredito que algo de muito diferente vai acontecer.

Por aqui vamos festejar em grande o que 2016 trouxe, para começar, uma sapateira recheada.

O Sheldon esta louco com o cheiro.

Eu, eu estou apaixonada por este ano e pelo que conquistamos, e por isso fiz este prato nesse mesmo estado de espirito, apaixonada por 2016!

Que venha 2017 com força e com mais uma menina na família Rocha!

SAPATEIRA RECHEADA (https://www.youtube.com/watch?v=uI-upFCEchg)

Receita do canal Sabor Intenso

O que vais precisar?

  • 1 Sapateira, a minha era ultra congelada 700gr continente;
  • 1 Ovo
  • Maionese q.b.;
  • ketchup e mostarda (1.5 colher + 1 colher por cada 3 colheres de maionese);
  • 1 cálice de vinho do Porto;
  • 1 colher de café de molho inglês;
  • 20 mini tostas;
  • Oregãos a gosto.

Como vais fazer?

  1. Segue os passos de descongelamento da sapateira, recomendados no invólucro.
  2. Numa panela de água a ferver coloca a sapateira e um ovo. Segue as recomendações de cozedura da sapateira. Quando estiver cozida retira e arrefece. Faz o mesmo com o ovo;
  3. Depois de fria, está na hora de trabalhar a sapateira. Começa por retirar as patas e depois o núcleo. No video explica muito bem como fazer.
  4. Retira toda a carne da sapateira. Podes deixar ficar as patas para decoração. Eu optei por tirar a carne também das patas.
  5. Depois de completamente limpa, lava a carapaça e reserva-a.
  6. Numa 123 ou picadora, colocas a sapateira e o ovo já sem casca. tritura tudo muito bem e coloca numa taça.
  7. Tritura as tostas e adiciona.
  8. Adiciona ao triturado os restantes ingredientes. Mexe tudo e prova, verifica os sabores.
  9. Emprata e serve. Este é o meu resultado.

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BOAS SAÍDAS MELHORES ENTRADA!!

Salame de chocolate…

Sabes aqueles momentos em que tens oportunidade de provar pela primeira vez o melhor doce do mundo e acabas contigo a pedir o mais simples e conhecido?? Tanto eu como a Sofia sabemos.

Estivemos recentemente de férias no Algarve. Demos muitas voltas, e fizemos muitas caminhadas, principalmente para chegar à praia, que fica no fundo de uma falésia. No entanto para o que vou contar, estes momentos de cross, são altamente irrelevantes.

Pois bem, Algarve, muitas voltas. Numa dessas voltas, fomos até Portimão. A dona Alice, mãe do Pedro, adora não só Portimão, como a casa Isabel. Um salão de chá com doces algarvios e conventuais. O sitio é lindo, apesar de por falta de sorte nossa, no dia em que lá fomos, o que mais havia eram crianças coladas à montra. Quando digo coladas é a lamber a montra. Não quero ser mal interpretadas, eu adoro crianças, no entanto faz-me alguma espécie, quando estão aos gritos num espaço pequeno e a lamber as montras. Aparentemente só me fez confusão a mim e à menina que nos atendia, porque a mãe estava calmamente a lanchar….

Pois bem, Portimão, casa da Isabel. Hora do lanche. Todos fomos tentar ver qual o bolo, sim porque não te consegues dissociar dos bolos, ou seja o lanche tem de ser um, ou mais. Cada um escolheu o que mais queria, no entanto para alem do Sr. Rui que se encontrava a guardar mentalmente o pedido de cada um, mais ninguém sabia o que o outro ia lanchar. Resumindo, quando a menina chegou à mesa todos ficamos a olhar para os doces uns dos outros. Eu escolhi um coco. Podia ter escolhido um Dom Rodrigo, se o tivesse visto, mas como ja disse não dava para ver bem a montra. A dona Alice escolher uma espécie de barriga de freira, o Sr. Rui um Dom Rodrigo, para meu bem, não se importou de me deixar provar. O Pedro escolheu uma nata e a Sofia, uma fatia de salame de chocolate. Vejamos, uma casa de doces conventuais, com bolos de todas as espécies e feitios, muitos deles com chocolate, mas a Sofia escolheu salame. Eu devo ter ficado com ar de perplexa, que ela disse logo:”que foi? eu adoro salame. Não sei porque nunca fizeste”. Neste momento, eu senti-me um bocado como o Barney Stinson, só não disse a famosa frase “chalenge accepted“. Confesso que rapidamente me esqueci da escolha dela. A única coisa que me passava pela cabeça era, quais são mesmo os ingrediente? Tu já fizeste isto noutra altura.

Em resumo, num sitio com tanta escolha, onde a Sofia ou eu poderíamos ter comido dos mais elaborados doces escolhemos coisas mundanas. Ela ficou satisfeita, eu mais ou menos, para piorar não me saía o salame da cabeça. não por vontade de o comer, mas por vontade de o fazer.

Esta semana, depois de uma dia de trabalho, cheguei a casa, tirei todos os ingrediente e atirei-me à confecção de salame. Muito simples e aparentemente, o cacau em pó puro fez as delicias da Sofia.

English Version

You know those times when you have opportunity to taste on of the best cakes in the world but you end up asking for the simplest that you know?? Both me and Sofia, we know it.

Recently, we went on holiday to Algarve. We end up doing a lot of walks, especially to get to the beach, which is down a cliff. However for what I have to tell, walks are irrelevant, but tour about Algarve, ain’t that irrelevant. Specially the one that took us to Portimão

Ms Alice, Pedro’s mom, loves not only Portimão, but tea house “Casa da Isabel”. A tea house with Algarvian and “doces conventuais”*. The place is beautiful, although for our bad luck on the day we went there, there were a lot of children glued to the shop window. When I say glued I mean locking it. Don’t take me wrong, I love children, but it gets to me, when they scream in a small place and in addiction they lick things. Apparently, this was only bad for me and the girl that was serving us, because the mother was quietly snacking…

So, Portimão, “casa da Isabel”. Tea time. We all went to the shop window, trying to choose best cake, yes cake, because if you go there you want to try one. Each of us selected the one he wanted, besides Mr. Rui who was mentally storing the request of each, no one knew what the other was going to eat. In short, when the girl arrived at the table we were all looking at each other sweets. I chose a coconut cake. I could have chosen a Don Rodrigo, if I had seen it, but as I already told I couldn’t see well the showcase. Ms Alice chose a kind of “barriga de freira”, Mr. Rui a Don Rodrigo, for my own good he did not care to let me try. Pedro chose a custard cream cake and Sofia, a slice of chocolate salami. Let’s see, a house of “doces conventuais”, with cakes of all kinds and sizes, many with chocolate, but Sofia chose chocolate salami. I must looked puzzled, becauseSofia said, “What? I love salami I do not know why you have never done it..” At this time, I felt a bit like Barney Stinson, whit is favorite quote “challenge accepted”. I must say that I quickly forgot of her choice. The only thing on my mind was, what are the ingredient? You’ve done this before.

In short, a place with so much to choose, where Sofia or I could have eaten the most elaborate, mouthwatering cake, we chose regular cakes. She was pleased, me… well not so much, to make matters worse salami’s recipe didn’t get out of my mind. Not by the will to eat but by the will to do so.

This week, after a day of work, I got home, picked all the ingredients, and started my salami. A very simple recipe and apparently pure cocoa powder made the delights of Sofia.

 

*doces conventuais – a long time ago, in Portuguese convents, nun’s use to have a lot of yolks, since they used white to iron their closes. So they started to create sweets based with yolks and sugar, a lot of it. In Portugal most of typical sweet, from regions, are invented by nuns, so they have a lot of yolks and sugar. This is why we call it “doces conventuais”. Translated by word, convent sweets.

SALAME DE CHOCOLATE

O que vais precisar?

  • 100gr de manteiga à temperatura ambiente;
  • 100gr de açúcar;
  • 2 ovos;
  • 100gr de chocolate em pó;
  • 200gr de bolacha maria;

Como fazer?

  1. Trituras grosseiramente as bolachas;
  2. Num recipiente colocas todos os ingrediente menos a bolacha;
  3. Quando a mistura estiver homogénea, adicionas a bolacha e misturas com uma colher de pau;
  4. esticas uma folha de papel de alumínio de 30 por 30 (cm) e uma folha de papel vegetal da mesma dimensão;
  5. Sobrepões o papel vegetal ao papel de alumínio e coloca a massa em cima sob o comprido, enrola e faz um cilindro;
  6. Leva ao frigorífico e em 2h está pronto a comer!

 

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Donuts, a minha perdição…

Versão Portuguesa

Donuts donuts donuts…. Exactamente aquilo que ultimamente tem mexido comigo. Porquê? Simples, fez um ano que estive em Londres e onde comi uns donuts tão saborosos, e tão bem elaborados que me fizeram lembrar um qualquer filme de policias Norte americano. Julgo que, de entre todas as coisas que me chamam à atenção nos policiais, são sem duvida os donuts que me fazem babar. Para mim, esta invenção é uma espécie de Graal de entre a Junk food. Junk food, porque os donuts que eu comi são tudo menos alimento recomendado, primeiro porque são comida processada e segundo porque estão cheio de corantes e afins. No entanto, eu que na altura ainda respeitava de alguma maneira a minha dieta, não fui capaz de resistir. Honestamente eu não sei denominar os sabores, sei descrever o meu comportamento depois da dentada dada… Então foi assim, o mundo parou, e a minha língua em união com as minhas papilas gustativas rejubilaram. Escusado será dizer que éramos 4 e compramos 12… Eu comi os meus três, e não sei precisar mas acho que roubei um ao Pedro… Ou seja comi 4. Tudo bem, partindo do principio que estava de férias e ainda que fui a Londres para conhecer tudo o que podia, logo caminhei muito. No entanto, tudo mal, se partirmos do principio que era um daquela proibições XXL…

O maior problema que enfrento agora no entanto, é que tenho pensado muito nos donnuts, e quando estive em Colónia, vi uma loja de Dunkin’ donuts, e obriguei-me a ignora-la… No entanto tenho dado comigo muitas vezes a recordar a publicidade, e a sentir a tristeza de não ter ido experimentar, e depois disso vem o peso na consciência por não ter provado dunkin’ donuts mas ter gasto uma avultada maquia, pelo menos do meu ponto de vista, para comer um pretzel. Não gostei nada, mas sobre isso falo noutra altura.

Ora imagina lá tu o que fiz este fim de semana? exactamente, donuts americanos. Eu segui uma receita americana, eu vou passar a receita como a fiz, no entanto deixo o link da original.

Quero ressalvar, que comi demasiados donuts este fim-de-semana, mas se voltar a passar por uma loja de donuts americanos, não me vou fazer de rogada… acho que o problema vai ser qual seleccionar!

English Version

Donuts donuts donuts …. Exactly what made me lose my sleep. Why? Simple, it’s been a year since I was in London and where I ate some donuts so tasty that reminded me just any cops movie. I think that, of all the things that draw my attention in cop’s movie, undoubtedly donuts are what makes me drool. For me, this invention is a kind of Graal between Junk food. Junk food, because donuts I ate are anything but recommended food. Firstly because food is processed and secondly because they are full of processed element. However, I, who still at that time respected somehow my diet, was not able to resist. Honestly I do not know how they were called, but I know how to describe my behavior after the first bite… So it is as if the world stopped, and my tongue in union with my taste buds rejoiced. Needless to say we were 4 and 12 buy … I ate my three, and can’t precise, but I think I stole one rom Pedro … Meaning I ate 4. Everything okay, assuming that I was on vacation and that I went to London to see everything I could, and for that reason I walked a lot. However, everything wrong, if we are based on the principle that that was a XXL prohibitions…

The biggest problem I face now, however, is that I’ve been thinking a lot in donnuts, and when I went to Cologne, I saw a Dunkin’ Donuts shop, and forced myself to ignore it … But I have found myself many times remembering the advert, and I feel sadness for not having tried it, and after that comes the guilty conscience for not having tasted dunkin’ donuts but have spent a substantial amount of money, at least from my point of view, to eat a pretzel. I did not like it, but I’ll talk about it another time.

Now, imagine what I did this weekend? Precisely, American Donuts. I followed an American recipe, I’ll pass the recipe as I did, but let the original link.

I want to accuse myself for having eaten too many donuts this end-of-week, but If it happens for me to pass through a American Donuts store, I will not keep going, I’ll stop, get in a eat… I think the problem will be which one to choose!

DONUTS À MODA AMERICANA! (Receita original)

O que vais precisar?

  • 1 ¼ copos de leite morno;
  • 10gr fermento de padeiro;
  • 2 ovos;
  • 8 colheres de sopa de manteiga derretida;
  • ¼ copo de açúcar granulado;
  • 1 colher de chá de sal;
  • 4 ¼ copos de farinha, mais farinha extra para deixar a massa mais seca;
  • Óleo e uma frigideira para fritar os donuts;
  • Recheios, eu escolhi doce de pêra, geleia de marmelo e nutela;

Como vais fazer?

  1. Numa taça, mistura o fermento com o leite e desfaz bem, com ajuda de um garfo;
  2. Numa tigela, mistura o açúcar, os ovos e a manteiga, com auxilio da batedeira. Quando estiver bem misturado, adiciona a mistura anterior e metade da farinha. Mexe bem com a batedeira. Quando a massa estiver homogénea adiciona a restante farinha, se já não der para mexer com a batedeira, transfere a massa para o balcão e mistura bem, como se fosse pão. Se depois de bem misturado, a massa ainda estiver a colar coloca mais um pouco de farinha, 2/4 colheres de sopa e mistura tudo. No fim, unta uma bacia com manteiga e coloca a massa la dentro, para crescer, durante 1h, num local quente.
  3. Ao fim de uma hora estica a massa e com a ajuda de um copo, corta rodelas, faz isso com a massa toda e deixa repousar por uns 45 minutos. Neste momento a massa vai crescer mais um bocadinho.
  4. A 10 minutos do fim, dos 45 minutos do passo anterior, prepara a frigideira, coloca-lhe o óleo, e deixa-o aquecer.
  5. Quando o óleo estiver bem quente, coloca-lhe as rodela. Conta até 45 em cada um dos lados imerso no óleo e depois retira. Repete o processo para todos.
  6. Quando já conseguires mexer no donut, faz-lhe um corte na lateral recheia com o que preferires.

Os meus favoritos foram os de nutela!

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Atum rima com Outono!

Versão Portuguesa

E não é que chegou o Outono? Ah pois é, e com o outono veio a minha vontade de comidas de outono. Sim, a realidade é esta, comida de outono. As comidas de outono, são aquelas que comemos com camisolões vestidos e não sentimos vontade nenhuma de o tirar. Aquelas comidas, altamente calóricas, também comummente conhecidas por comida de conforto. A comida de conforto serve para os dias frios. Se bem que não me parece que o calor esteja pronto para ir embora. Pronto os dias já não sabem a verão mas sabem a uma primavera tardia. De manhã está fresco, de tarde aquece e as noites, maiores, estão fresquinhas.

Hoje enquanto me passeava nas redes sociais, eis que me deparo com a chegada da primavera no Brasil, flores de cores vibrantes e felizes. Eu poderia ter ficado afetada com esta discrepância continental. Porém, a minha verdade é que existem duas estações que me aquecem o coração, o Outono e a Primavera. Por isso, se no Brasil se colhem orquídeas roxas, em Portugal podemos comer bolinhas de atum sem pensar que mais mês menos mês temos de vestir o biquíni.

Assim sendo, espero que faça umas boas férias Sr. Verão. Quanto a nós, Sr. Outono, conto consigo para inspirações como a de hoje!

English version

What about autumn’s arrival? Oh yeah, and with autumn, my urge for autumn food. Yes, autumn food. Autumn food is the one that you eat with nightshirts dresses and do not feel gut to take it off. This food, highly caloric, also is commonly known as comfort food. The comfort food is for the cold days. Although I do not think the heat is ready to leave. Even thou, days don’t taste like summer, but like late spring. In the morning is fresh, afternoons warm up and evenings, largest than before, are cold.

Today as I was surfing on social networks, I faced myself with the arrival of spring in Brazil, with vibrant, happy color flowers. I should have been affected with this continental discrepancy. But my truth, is that there are two seasons that warm my heart, autumn and spring. So if in Brazil are harvested purple orchids in Portugal, you can eat tuna balls without thinking that in a bit we have to wear bikini.

Therefore, I hope you have good holidays Mr. Summer. As for us, Mr. Fall, hope you bring me inspirations like today!

BOLINHAS DE ATUM

O que vais precisar?

  • 1 lata de atum;
  • Igual quantidade de atum (do peso de uma lata de atum), em pão recesso;
  • 1 cubo de marisco;
  • Salsa qb;
  • Erva provençal, qb;
  • Oregãos, qb;
  • Leite, o mesmo peso do atum.
  • Farinha;
  • 1 ovo

Como vais fazer?

  1. Ferver o leite com o cubo de marisco;
  2. Escorrer o óleo, azeite ou agua do atum, e espaçar bem o atum;
  3. Quando o leite estiver morno, depois de fervido, regar o pão recesso. Deixar o pão absorver e escorrer os excessos de leite;
  4. Misturar o atum, a salsa, a erva provençal e os oregãos ao pão e fazer uma massa;
  5. Depois da massa pronta,fazer bolinhas, passar na farinha e depois no ovo. Repetir o processo até acabar a massa;
  6. Aquecer o óleo, e fritar as bolinhas.

Hmmm, comida de Outono!!

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Na pérola do Atlântico, com bolo do caco

Qual é a melhor parte do Verão? Vá, tenta lá adivinhar…. Eu ajudo. FÉRIAS!

Exactamente, a melhor parte do verão, são as férias. Do meu ponto de vista, umas boas férias incluem, uma boa companhia, um bom pouso e coisas novas para ver e saborear. Ora aqui a sortuda do pedaço, companhia muito boa já tem, faltava tudo resto. Foi então, que num volte face, conseguiu o pacote completo, e meteu-se num avião a caminho da pérola do atlântico.

Primeiro momento de estranheza. Apanhas um avião em Portugal, voas para Portugal e em momento nenhum te perguntam: “Quer um café?”. Muito pelo contrário a questão feita é:”Voulez-vous un café?”. IUP, só francês. Como a duração da viagem entre o Porto e o Jardim, é igual à duração da viagem entre o Porto e Paris, eu questionei-me se teria apanhado o voo certo.

Ao que parece, sim. Isto porque, quando olhei pela pequena janela do avião e vi uma asa fora da pista, e que parecia que rasgava o mar, entendi que não estava em Paris.

Dizem os entendidos no assunto, que a Madeira é um jardim. Não estão em nada equivocados, mas mais do que ser um jardim, é um bosque encantado. Não houve nada mais estranho, do que andar a passear a Ilha, e às tantas, entre crisântemos e hortênsias, aparecem nuvens, brancas e fofinhas, como as dos desenhos animados. Nós ali, dentro de um carro, numa estrada onde mal cabiam dois carros, com um GPS que nunca nos deixou ficar mal e que sem aviso prévio mostra um aviso de erro… “Estou perdido” era o que o GPS queria dizer… E agora? Eu passei a informação ao Pedro, que mais uma vez, descansado da vida responde:” Relaxa, à pouco o GPS falava em 8 km, ainda só fizemos 2, são mais 6 por aqui”. Honestamente, acho que ele está a começar a ficar com o síndrome de Arsénio (o meu pai), que tem o depósito prestes a acender a luz, e continua a insistir que ainda dá para mais 100km… Enfim, o Pedro tinha razão mais 6 km pelo caminho e chegamos a um novo lugar. Para melhorar, o GPS encontrou-se!

Outra das sensação incríveis que se tem, é de que num único dia, conseguimos apanhar todas as estações do ano. Não no mesmo sitio, é certo, mas andando de um lado para o outro. Ora chove aqui, andam-se 10km, já não chove mas faz frio, mais 10km, já não faz frio está calor…. Enfim, se numa ilha com uma área de 801km2 não há consenso entre o tempo, porque haveria de haver consenso com o continente?

Outro dos momentos estranhos, é o facto de nós sermos portugueses de gema, eles serem portugueses e no entanto, dificilmente se dirigiam a nós em português. 2 opções, ou nós temos cara de espanhóis/ingleses, ou então os madeirenses querem tanto agradar que se esquecem da própria origem.

Aqui está outra coisa, a vontade que têm de agradar. Não vou dizer no Funchal, porque é muito turístico e chegam a abusar do deslumbre dos turistas, mas vou falar dos outros sítios em que estivemos. As pessoas são realmente atenciosas e simpáticas e combinam em muito com a paisagem. Até porque, são precisamente essas pessoas que tornam a paisagem tão soberba. Foram varias as pessoas, que vimos a tratar das cantarias em flor. Se no continente as cantarias são em pedra, ali não, ali são a continuação das levadas. São arbustos em flor que encontramos aos longo das estradas. Realmente, a madeira é bucólica e cheia de beleza natural.

Existem realmente experiências que são para ser vividas, lugares para ser conhecidos. Eu tive por 5 dias, a experiência de visitar um sitio, lindo, viver memorias incríveis e mais importante, ter uma companhia como sempre à altura do desafio. Se quero lá voltar? claro que sim, mas só depois de conhecer outros destinos da minha lista de viagens. Alem disso, tenho receio de voltar a viver a desilusão da casinha das bonecas na Disney. A primeira vez, é fenomenal, a segunda são bonecas a cantar e na terceira já só queres que aquele carrinho corra para o fim.

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A receita que trago é Bolo do Caco. Nós comemos muito, com manteiga de alho e eu achei por bem aprender a fazer. Nunca se sabe, quando vou necessitar de impressionar alguém com cozinhados típicos portugueses.

BOLO DO CACO (para 4)

O que vais precisar?

  • 350gr de farinha + extra, caso a massa fique muito liquida;
  • 250gr de batata doce descascada, cozida e a água onde foi cozida;
  • 1 solher de café de sal marinho;
  • 8gr de fermento de padeiro;

Como vais fazer?

Vou deixar aqui o video, que me ensinou a fazer.

Ele fala em 15minutos para levedar, eu deixei 4h. As receitas originais falam em 2/3h, podendo ficar a noite toda.

https://youtu.be/Ra5Jy_q-244

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Que rico fim-de-semana…

Versão Portuguesa

Ora bem, isto está a começar a tornar-se deveras complicado. Não é que eu tenha perdido a pica, de vir até aqui explanar as insanidades que me correm nas ligações cerebrais. Não é nada disso. O problema é que nos últimos dias tenho estado sob efeito de uma qualquer amarração, e a única coisa que consigo fazer nos bocadinho livres que tenho é ler mais 20/30 páginas de Grey, o ultimo livro da saga da E.L. James. Provavelmente, já devia ter terminado o livro, mas do alto dos meus 27 anos, adquiri um novo conceito. Aproveitar bem, e saborear o livro, de contrário acabo muito rápido e sofro pela falta de ocupação. Além disso no fim-de-semana passado, tive uma viagem de finalista de 2 dias. Ou seja, parece mal estar a curtir o namorado e os amigos à beira rio, ou à beira da piscina e andar com o livro… Por isso, acabei por demorar mais do que o normal e também deixei passar o dia da escrita. Desengane-se no entanto quem acha que eu não tenho ido à cozinha. MENTIRA! Eu não só tenho ido, como hoje trago a minha receita de cookies de viagem. Que desta vez não fiz no fim-de-semana da viagem, mas fiz esta semana que passou para a Sofia ter o que comer na viagem dela.

Pois bem, viagem de finalistas de 2 dias.

Eu já falei que tenho os mesmos amigos desde a minha adolescência. Não tenho exatamente os mesmos, mas os que ficaram, parecem-me bons o suficiente para tentarmos fazer coisas como fins-de-semana em família. Nós somos muitos, mas os 5 que vou falar hoje, são os que estão sempre por perto. O João, a Milai, a Rachel, o Diogo e o Pedro.

Sinto que corre nas nossas veias a cena da nostalgia e saudade, tão tipicamente Portuguesa. Porque todos os fins-de-semana quando nos encontramos acabamos sempre por recordar a nossa viagem de finalistas. Sente-se sempre o fado na voz, quando se fala daquele mítico ano. Assim, e depois de muitas promessas, lá conseguimos organizar um fim-de-semana entres os 6 para voltarmos a viver, de uma forma muito mais ponderada, uns dias em família.

Sexta-feira, depois de sairmos do trabalho, metemo-nos no carro, com o CD que o Diogo fez, a tocar e la fomos nós. Rumos ao Gerês. O João e a Milai, foram mais tarde, porque como sempre o João é o ultimo. O mais acelera, o mais deixa andar e por isso mesmo sempre o ultimo. A viagem correu bem na nossa “camioneta” com exceção dos últimos quilómetros. Musica muito boa, muita cantoria, muita parvoíce dita, mas também muita curva e ás tantas eu já rezava à nossa Senhora dos estômagos sãos. Consegui aguentar tudo, dentro de mim. Não sabendo contudo que isso poderia ser só um presságio para o que se seguia…

Chegamos ao hotel, cada um se instalou na sua casa, e enquanto esperávamos pelo João e a Milai, eu e a Rachel acabamos por tratar do jantar. Bolonhesa. Tinha de fazer algo simples e rápido, estávamos todos famintos. O João e a Milai, lá chegaram, jantamos, tratamos do piquenique para o dia seguinte fomos até casa do Diogo e da Rachel para a sessão de jogos. Como era de esperar dividimo-nos em três equipas e jogamos Party and co. O jogo é uma mistura de Trivial Pursuit, Tabu, PictionaryLogo, e Jogo dos Gestos. A ideia era ver, que equipa conseguia terminar o jogo e obter todos os “queijinhos” até ao fim do fim-de-semana.

Com este jogo concluímos que o Diogo e a Rachel, se entendem extremamente bem…. Foram os vencedores. Eu e o Pedro damos uns toques, desde que seja eu a adivinhar, porque o Pedro na parte de adivinhação não é grande coisa. Já o João e a Milai, são extremamente engraçados, porque pensam exatamente da mesma maneira e por isso mesmo acabam por não conseguir perceber o outro. Como é isto possível? Não sei…

A noite acabou cessada por cansaço extremo dos jogadores.

No dia seguinte, eu acordei muito mal da barriga e cheia de dores de cabeça. Porem não desisti. Não vou ser eu a mete nojo, nem que para isso ande a arrastar-me para todos os lados.

Adquirimos um mapa e metemo-nos nos carros e fomos nós para as cascatas ver o que acontecia. Às tantas o João faz sinal para pararmos… Estamos no meio de nada, não se vê vivalma para além de nós seis. Ele para, para nos informar que está sem gasóleo e não sabe até quando vai conseguir andar… SÉRIO?!?!? LEMBRASTE-TE DISSO AGORA?!?! Ele muito descontraidamente diz que acha que dá para seguir, mas só queria avisar. Bem continuamos caminho. Aconteça o que acontecer, temos comida e bebida nos carros, telefones com bateria e temo-nos uns aos outros… Era isto que o meu pai dizia quando íamos para o Algarve e no meio de nenhures a luz do combustível acendia… Além disso se o João estava descontraído nós também estávamos… Não estávamos, eu a Rachel e a Milai estávamos bastante preocupadas…. Caminho acima e eis que eu depois de me aguentar quase tão bem como a Joana D’Arc se aguentou na fogueira, peço encarecidamente ao Pedro para parar, e corro para um canto para acalmar o meu estômago… Exatamente eu “libertei” o meu enjoo nas belas paisagem do Geres… Lamento, não queria estragar tudo. Se bem que não foi isto que preocupou as almas, porque enquanto eu vomitava convulsivamente, e o Pedro em pânico preocupado comigo e a Rachel à procura de guardanapos e o Diogo a ajudar, o João e a Milai faziam selfies… Não sei como não me apanharam como pano de fundo… Note-se que a Milai é a médica do grupo, provavelmente por isso mesmo não se preocupou muito, porque percebeu que foi reação ao caminho.

Na verdade paramos a meia dúzia de metros da cascata que procurávamos, por isso, caminhei apanhei ar puro e… acabei por voltar a vomitar o que já não tinha, convulsivamente. Nesta altura, já todos se preocuparam de verdade. Até o cabeça no ar do João estava preocupado. Acabamos por cancelar a procura de cascatas. A Rachel e a Milai não acharam piada aos trilhos, eu estava a momentos de voltar a “virar o barco” pela terceira vez, e o carro do João estava sedento. Assim, voltamos para traz, e fomos optar por uma programa com água não elevada e com caminhos fáceis de encontrar. Quando regressamos ao hotel, foram todos piquenicar para “casa” da Rachel e do Diogo enquanto eu fui descansar. Coisa que não durou muito, e o Pedro meia hora depois andava à minha volta super preocupado por eu não estar bem. Eu já me sentia melhor, levantei-me almocei um chá e bolachas e desencantei forças para aproveitar o dia. As meninas deram-me ben-u-ron e brufen, que eu me tinha esquecido de levar, e consegui sentir-me melhor. Estive a tarde toda entre a piscina e o rio, fomos bafejados pela presença de um mini sapo muito fofinho e acabamos no bar do hotel a comer gelados. Sim, porque eu até podia estar mal disposta, mas não podia recusar um gelado.

À noite fomos jantar à vila do Gerês, todo o caminho, na nossa “camioneta” o Pedro, o Diogo e a Rachel me perguntaram se estava bem, se era preciso parar… Mas eu sentia-me bem melhor. Depois de jantar, e de desgastar o jantar, voltamos para o hotel para mais um trielo.

No domingo, dia de regresso, eu estava bem melhor. Até termos ido ao S. Bento da Porta Aberta…. Às tantas já estava a desfalecer, e o Pedro andava a passear a minha mala…

Na volta de regresso, fomos almoçar na Apúlia. Não vou falar do restaurante, porque estou com a sensação que passamos por um grupo de adolescentes e por isso mesmo fizeram-nos esperar 1h e 30 minutos por comida que, até trocada veio… Enfim, estamos bastante conservados para a nossa idade.

No fim do almoço rumamos a casa, a felicidade já não era tão grande. Estávamos de volta à rotina e para traz ficou um fim-de-semana em família cheio de gargalhadas, brincadeira e parvoíce. Agora estamos a magicar onde vai ser o próximo.

Enquanto isso eu concluí que só posso ser alérgica ao ar puro, porque de cada vez que vou para sítio com ambiente limpo acabo doente. Alem disso, quando regresso, parece que não se passou nada…

Estes fins-de-semana fazem-me regressar às minhas férias em família. Porque os amigos são exatamente isso, a família que nós decidimos adotar.

English Version

Well, this is starting to become rather complicated. Not that I missed the high, to come here to explain the insanity that run on my brain connections. That’s not it. The problem is that in recent days I have been under the influence of a witch craft, and the only thing I can do on little I have is reading more pages 20/30 of Grey, the last book of the EL James saga. Probably I should have finished the book, but with 27 years, I acquired a new concept. Enjoy the book and savour it, otherwise I finish it really fast and suffer from lack of occupation. Also at the end of last week, I had a 2-day trip. In other words, to enjoy my boyfriend and friends along the river, or by the pool and it’s not very polite to be reading a book … So I ended up taking longer than usual and also I missed the writing day. Think again however who think I have not gone to the kitchen. LIE! I have not only gone, as today I bring my recipe travel cookies. This time did not for my trip, but for Sofia’s one.

Well, 2-day trip.

Did I mention that I have the same friends since my adolescence. I have not exactly the same, but those who stayed, seem to me good enough to try to do things like get-a-week with family. We are many, but the 5 I will talk about today are the ones who are always around. João, Milai, Rachel, Diogo and Pedro.

I feel that flows in our veins the scene of nostalgia and Saudade, so typically Portuguese. For all purposes weekend when we met we always end up remember our senior trip. Always feel Fado in the voice, when speaking of that mythical year. Thus, after many promises, we finally were able to organize a 2-day trip between the 6 to return to live in a more measured way, a few days family.

Friday, after leaving work, I got into the car with a CD playing, made by Diogo. Direction: Gerês. João and Milai were later because as always João is the last. The trip went well in our “bus” with the exception of the last kilometers. Music very good, a lot of singing, a lot crap said, but also a lot of curves, so I have prayed to Our Lady of healthy stomachs. I could endure everything inside me. Not knowing however that this could be an omen for what would follow…

We arrived at the hotel, each one installed in his house, and while we waited for João and Milai, I and Rachel end up dealing dinner. Bolognese. I had to do something simple and fast, we were all hungry. By the time João and Milai, got there, we had dinner, we took care of the picnic for the next day and we went to Diogo and Rachel’s house for a game session. Not surprisingly split up into three teams and played Party and co. The game is a mixture of Trivial Pursuit, Taboo, Pictionary, Logo, and gestures game. The idea was to see which team could finish the game till the end of the weekend.

With this game we conclude that Diogo and Rachel, get along extremely well…. They were the winners. I and Pedro give a few taps, provided it is me guessing, because Pedro on the guessing is no big deal. In other hand, João and Milai, are extremely funny, because they think alike and therefore end up unable to understand the other. How is this possible? I do not know…

The night ended terminated by extreme tiredness of the players.

The next day, I woke up with a huge stomach pain and painfull headaches. However I did not give up. I will not be the one messing everything, even if to that I’ll have to drag myself everywhere.

We acquired a map and got into cars and went to the waterfalls see what was happening. Long in the way, João signs us to stop … We are in the middle of nowhere, besides us there’s no soul. He stops to inform us that he has no diesel and do not know how long will be able to drive … SERIOUSLY?!?!? Did you remember THAT NOW?!?! He even says very casually, that he thinks it is enough to follow, but only wanted to warn. Well, whatever happens, we have food and drink in cars, phones with battery and we have each other … That’s what my father used to say when we went to Algarve and in the middle of nowhere fuel light lit … Also if João was relaxed we also were … we were not, Myself, Milai and Rachel were very concerned …. Way above and behold. Till this moment, I endure almost as well as Joan of Arc held up at the fire, but I urge Peter to stop and ran to a corner to calm my stomach … Exactly I “freed” my sickness in the beautiful landscape of Geres … sorry, I did not want to screw it up. Although this was not worrying souls, because while I was vomiting convulsively, and Peter panicked worried about me and Rachel looking for napkins and Diogo helping, João and Milai were taking selfies. Did not know how they haven’t caught me as a backdrop … Note that Milai is the doctor of the group, probably it did not bother much, because she realized that was a reaction to path.
Actually we stopped half a dozen meters from the waterfall we were looking for, so we walked caught fresh air and … I ended up returning to vomit what no longer had convulsively. At this point, everyone was bothered. Even João, the cloud guy, was concerned. We ended up canceling the demand for waterfalls. Rachel and Milai found no joke on track, I was moments back to “rock the boat” for the third time, and João’s car was thirsty. So we come back, and we opt for a program with no high water and easy ways to find. When we returned to the hotel, they went to do a picnic at Diogo and Rachel’s “home”, while I was resting. Thing that did not last long, and Pedro half an hour later walked back to see how I was, worried that I was not better. But, I already felt better, and got up and had tea and cookies for lunch, and found forces for the day. The girls gave me ben-u-ron and Brufen, I had forgotten to take, and I could feel better. I’ve been all afternoon between the pool and the river, we were visited by a small frog and ended up in the hotel bar to eating ice cream. Yes, because I could even be unwell but could not refuse an ice cream.

In the evening we had dinner at Gerês village. All the way up to the village, in our “bus” Pedro, Diogo and Rachel asked me if I was well, if they should stop … But I felt much better. After dinner, we went for a walk and we returned to the hotel for another trielo.

On Sunday, returning home, I was much better. Until we have gone to St. bento da Porta Aberta…. Suddenly I felt I was gonna faint, and for that Pedro was walking my suitcase….

On the return back, we had lunch in Apulia. I will not comment on the restaurant, because I have the feeling that we look alike a group of teenagers and therefore they made us wait 1 hour and 30 minutes for food that come exchanged … Anyway, we are quite conserved for our age.

At the end of lunch we headed home, happiness was not in our feelings. We were back to the routine and behind was a weekend in family full of laughter, play and silly. We are now conjecturing when will be next time.

Meanwhile I concluded that I can only be allergic to fresh air, because every time I go to places with clean environment I end up sick. Also, when I return, it seems that nothing happened…

These weekends make me return to my family holiday. Because friends are exactly that, the family we decided to adopt.

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COOKIES PARA VIAGEM

O que vais precisar:

  • 3 canecas de farinha;
  • 1 caneca de amêndoa moída;
  • 1.5 canecas de açúcar branco;
  • 150gr de vaqueiro sabor a manteiga
  • 2 colheres de essência de baunilha;
  • 2 ovos médios;
  • 250gr de pepitas de chocolate.

Como vais fazer?

  1. liga o forno a 100º;
  2. Mistura todos os ingredientes menos a farinha a amêndoa e as pepitas de chocolates;
  3. Depois dos ingredientes bem misturados, adiciona a farinha, a amêndoa e o fermento e mexe com uma varinha potente até a massa ficar bastante consistente e fácil de moldar com as mão.
  4. Faz pequenas bolas, e espalha por um tabuleiro e depois emborracha a bola para ficar com aspecto de bolacha;
  5. Leva ao forno e deixa cozer até ficarem loiras;
  6. Retira, deixa arrefecer e ensaca.
  7. Faz boa viagem e sempre que tiveres fome, petisca as cookies!

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