Acontecimentos em cadeia…

Sábado passado, fomos jantar a Gaia. Eramos 4, e a intenção era ir jantar ali na bela zona da Afurada. Correu mal. Já tinha começado a correr mal, quando eu finalmente acordei para a vida e percebi que nesse sábado os Scorpions iam dar um concerto no MEO Marés Vivas e cujos bilhetes já estavam esgotados há meses. Superei calmamente esta mega desilusão, no entanto superei-a tão calmamente que me olvidei do quão pouco inteligente era ir pr’Afurada jantar… Portanto depois de uns valentes 20 minutos de voltas e mais voltas, acabamos em direção ao tabuleiro inferior da ponte de D. Luis. Passar a ponte, não era inteligente, já passava largamente das 21, e portanto se na Afurada a confusão estava instalada, na ribeira não se rompia, optamos portanto estacionar o carro num parque e lá fomos nós na debanda de um restaurante onde se jantasse bem e onde pudésemos conviver uns com os outros… Eu honestamente, nunca tive muito boas experiências em restaurantes próximos do rio, são poucos os que servem bem e cujos empregados são humildes o bastante para nos fazer sentir confortáveis. Portanto, cética lá fui eu em busca de ementas, enquanto os rapazes, vinham perdidos nas suas conversas. Pelo caminho, encontrei a Rita, já não a via há imenso tempo e a verdade é que o encontro com ela deu-me uma felicidade enorme. Isto, porque estamos a falar de uma pessoa com uma aura feliz, pelo menos é assim que eu vejo a Rita, uma aura feliz. Fiquei verdadeiramente contagiada com a energia dela, e portanto um pouco à frente tomei a decisão, depois de ler peito de frango recheado com alheira. Chamei o empregado, e ele disse que tinha mesa para nós. Vieram as entradas, fizemos o pedido, e eis que chega o esperado peito de frango recheado de alheira.

Preciso mesmo de fazer um parágrafo. QUE FRANGO! Oh meu Deus, que carne tão suculenta, que combinação tão especial. De cada vez, que ouço este tipo de combinações soa-me sempre a enjoo pela certa, mas aqui não faltava nada. Não faltava mesmo. Era uma explosão incrível na boca. O Pedro que tinha optado pelo bife de pimentas, que também era saboroso, mas normal, ficou deliciado e acho que desconsolado por não ter pedido o mesmo. Enfim, ele como tem a regra de que a comida não se divide, só teve direito a um bocadinho, e foi porque eu marralhei um pedacinho do bife dele.

Muito bom mesmo. Taberna d’Maria, pouco antes da praça Sandeman em Gaia.

Esta semana, tirei uns bifes para o jantar de quarta-feira. Não sabia bem o que fazer para o jantar, mas tirei bifes, atá à hora descortinaria uma solução. Deixei os bifes dentro da banca a descongelar. Dentro da banca, porque temos uma cabra do monte cá em casa, e não um cão, e a nossa cabra do monte tem sangue de Beagle, logo um faro hiper mega apurado. Achei que dentro da banca era um lugar seguro para a vaca, aparentemente, a cabra do monte fareja e salta mais do que o imaginado, portanto quando cheguei a casa, vaca nem vê-la. ANGÉLICA 0 – SHELDON 1, foi o resultado possível… O problema é que a hora do jantar aproximava-se e eu nada tinha para cozinhar. Lá encontrei uns peitos de frango. Coloquei a descongelar, com auxílio de água quente. Cá em casa janta-se às 20h, era 18.30 quando coloquei o frango a descongelar… 19.30 e o frango ainda era pedra… Estava quase a desesperar, quando os pais do Pedro ligam para irmos jantar fora. Nem pensei duas vezes, arrumei tudo e lá fomos… Desta vez pus o frango no frigorífico, já li em qualquer lado que a inteligência das cabras do monte as obrigam a ir ao mesmo sítio duas vezes…

Desde que o frango está no frigorífico que tenho pensado, que merece um tratamento especial. Merece ser servido num prato digno da espera. Ora ontem pensei, é desta. Vou repetir o jantar da semana passada e deixar o Pedro a salivar. No entanto, esqueci-me de me precaver, vendo a data da alheira que estava no frigorífico.

19.40, pego na alheira, 9/7/2017, liquido branco dentro do saco… Simulo um vómito e com as pontas dos dedos meto-a no lixo… Não quero de maneira alguma saber de onde vem aquele líquido… Ora bolas e agora?! LINGUIÇA! Ora aqui está outro enchido que eu adoro, principalmente nas francesinhas. Se eu adoro, o Pedro tem-lhe um amor de estimação. Assim, compus-me e refiz-me rapidamente da desilusão que se apoderou de mim, e lá fui eu fazer um jantar digno de um sábado à noite.

Desculpa a extensão do texto, mas só queria provar que tudo acontece por uma razão. Se não tivéssemos optado por ir jantar a Gaia, nunca teria visto a Rita, nunca teria provado um prato tão saboroso, do qual falei praticamente toda a semana. Se o Sheldon não tivesse devorado os bifes, eu nunca teria iniciado a demanda de reproduzir o prato, nunca teria chegado ao saboroso jantar de ontem… Afinal, o universo conspira!

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Cabra do Monte com a barriga cheia de bife AKA Sheldon Cooper

 

PEITO DE FRANGO RECHEADO COM LINGUIÇA (2 pessoas)

O que vais precisar?

  • 2 Peitos de frango;
  • 1 Linguiça;
  • Queijo ralhado (eu tenho sempre no frigorífico um mix, mozarelha, ilha e flamengo, tudo num tupperware)
  • Azeite;
  • Meia cerveja;
  • 1 Caldo de frango;
  • 50gr de manteiga;
  • 3 Colheres de sopa de farinha;
  • 1.5 Copos de leite frio;

Como vais fazer?

  1. Corta a linguiça longitudinalmente, até obteres duas metades;
  2. Abres o peito de frango, colocas-lhe queijo, metade de linguiça, e enrolas;
  3. Repetes, para o outro peito de frango;
  4. Numa assadeira, colocas o azeite e os peitos de frango e cobres com a cerveja;
  5. Leva ao forno, até começar a alourar. Quando assim for, vira para ficar lourinho dos dois lados;
  6. Para fazeres o molho, colocas a manteiga a derreter com o caldo de galinha;
  7. Quando estiverem reduzidos a líquido adicionas a farinha, para fazer uma embamata/ roux, quando ficar uma pasta, adicionas o leite e mexes bem até obter um líquido parecido ao molho bechamel;
  8. Tiras o peito de frango do forno cobres com o molho e serves com salada e arroz branco, ou salada e chips de batatas. Eu tenho um viciado em chips cá em casa e portanto optei pelo segundo acompanhamento.

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365 se avizinham…

Foram 366 dias.

Foram dias de mudança, dias de alegria, dias de felicidade extrema, dia de nostalgia e dia menos bons.

Foram 366 dias vividos de verdade.

Foi um sim no meio de um jardim idílico, do tipo Pedro e Ines, mas ao estilo Pedro e Angélica, onde nenhum dos dois sabia onde estava mas sabíamos bem o que estava a acontecer.

Foi uma luta pelo sofá da sala e a cama que nunca mais era a certa.

Foi um chau pais, mas não se preocupem só vou subir umas ruas.

Foi um beagle que há muito era sonhado e que de repente apareceu.

Foram lutas pelo equilíbrio, que acabaram sempre com sessões de cinema no sofá que depois da cama me parece a peça mais confortável do nosso lar, iniciado em 2016 e que acredito vai durar por muito tempo.

Foi um ano de mudança na minha vida, e acredito na vida de muitos.

Foi um ano diferente.

Tantas vidas ceifadas.

Tantas bombas rebentadas.

Tantas empresas inauguradas e tantas outras fechadas.

Tantos governos modificados e tantos outros reforçados.

Foi realmente um ano muito cheio, no entanto cheira-me que 2017 vai ser ainda mais intenso. Vamos ver o que vai acontecer, não me parece que seja para já a invenção dos carros flutuantes, no entanto acredito que algo de muito diferente vai acontecer.

Por aqui vamos festejar em grande o que 2016 trouxe, para começar, uma sapateira recheada.

O Sheldon esta louco com o cheiro.

Eu, eu estou apaixonada por este ano e pelo que conquistamos, e por isso fiz este prato nesse mesmo estado de espirito, apaixonada por 2016!

Que venha 2017 com força e com mais uma menina na família Rocha!

SAPATEIRA RECHEADA (https://www.youtube.com/watch?v=uI-upFCEchg)

Receita do canal Sabor Intenso

O que vais precisar?

  • 1 Sapateira, a minha era ultra congelada 700gr continente;
  • 1 Ovo
  • Maionese q.b.;
  • ketchup e mostarda (1.5 colher + 1 colher por cada 3 colheres de maionese);
  • 1 cálice de vinho do Porto;
  • 1 colher de café de molho inglês;
  • 20 mini tostas;
  • Oregãos a gosto.

Como vais fazer?

  1. Segue os passos de descongelamento da sapateira, recomendados no invólucro.
  2. Numa panela de água a ferver coloca a sapateira e um ovo. Segue as recomendações de cozedura da sapateira. Quando estiver cozida retira e arrefece. Faz o mesmo com o ovo;
  3. Depois de fria, está na hora de trabalhar a sapateira. Começa por retirar as patas e depois o núcleo. No video explica muito bem como fazer.
  4. Retira toda a carne da sapateira. Podes deixar ficar as patas para decoração. Eu optei por tirar a carne também das patas.
  5. Depois de completamente limpa, lava a carapaça e reserva-a.
  6. Numa 123 ou picadora, colocas a sapateira e o ovo já sem casca. tritura tudo muito bem e coloca numa taça.
  7. Tritura as tostas e adiciona.
  8. Adiciona ao triturado os restantes ingredientes. Mexe tudo e prova, verifica os sabores.
  9. Emprata e serve. Este é o meu resultado.

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BOAS SAÍDAS MELHORES ENTRADA!!

Bacalhau à invenção

Versão Portuguesa

Existe um peixe que os portugueses só pescam se estiverem emigrados, no entanto cozinham-no como poucos. Sabem-no tratar de tal forma que o deixam irresistível. Que me perdoem os vegan, vegetarianos e carnivoros como o Pedro, mas eu acho o bacalhau algo que dificilmente não sabe bem. Isto, porque combina com tudo e com todos. Desde os bolinhos, ao bacalhau cozido, não há muito por onde errar. Nós, a nação saudosista e do fado, tornamos o bacalhau em carne, ou não fosse este um prato típico de terras lusas. Eu julgo que não se deve passar, sem vir a portugal e provar um bom prato de bacalhau, seja ele à Zé do Pipo, Braga ou Liberdade. Eu acho que se fosse um bacalhau, e soubesse que a minha morte passava por ser um pescado, eu gostava de cair na mão de um exportador de bacalhau, daqueles que mandam para Portugal, isto porque assim sabia que não ia ser um bacalhau qualquer. Ia ser um bacalhau com nome próprio como Bacalhau à Brás. Isso sim é morrer por uma boa causa. Assim compensa.

Honestamente, eu não sou fã de bacalhau cozido, ou com todos. Pronto eu assumo as minhas fraquezas, no entanto, cedo por exemplo no Natal e no Ano Novo. Como o bacalhau cozido. Mas monto o meu próprio prato, batatinhas cozidas, uma posta de bacalhau a tender para o fino, tenho sempre receio da quantidade de sal que se esqueceram de extrair, e depois rego com azeite quente. Ui só de pensar… Mas isto só me sabe bem no natal, e durante a refeição porque depois o azeite é indigesto,  e durante o ano causa-me mau estar.

Durante o ano eu recorro a pratos mais “batidos” bacalhau com broa, bacalhau à Zé do Pipo, à Braga, à Liberdade e à Invenção. Eu gosto muito de bacalhau à invenção. Trata-se daquele bacalhau que pensas nele e deixas a tua mente criar. Quando chega ao fim do prato pronto e ingeres a primeira garfada, percebes o porquê de nós, o povo simples, saudosista, bem educado e do fado sabe cozinhar tão bem bacalhau. Porque nos traz de volta à origem à casa da avó e da mãe. Ao sitio onde fomos mais feliz. Pelo menos para mim o bacalhau faz isso mesmo, reporta-me para as minha memórias felizes.

English Version

There’s this fish that Portuguese fish only if they are immigrants, but cook it like few others. They cook it in an irresistible way. Vegan, vegetarians and carnivores like Peter, forgive me for this, but I think cod hardly tastes bad, at least in Portugal.  Since “bolinhos de bacalhau” to boiled cod, there is not much to miss. We, the nation that sings fado and fells Saudade like no others, transformed cod into meat, and also in a typical Portuguese dish. I believe that one should not pass without coming to Portugal and taste a good plate of cod like Zé do Pipo, Braga or liberdade. I think that If I was a cod, and knew that my death might happen because I was fooled by a bate, I would like to fall into the hands of a cod exporter, those who send it to Portugal, at least this way I would new I would became something important, and with a full name, like Bacalhau à brás

Honestly, I’m not a fan of boiled cod. I assume my weaknesses, however, on Christmas and New Year, I do eat cod this way. Boiled. But I take care of my wn dish, boiled potatoes, a piece of cod, not very high, I always fear the amount of salt that they forgot to extract, and then boiled olive oil. Hmmm just the thought … But for me, this only tastes good at Christmas and during the meal because after, the olive oil is indigestible, and during the year causes me nauseas…

 

During the rest of the year I prefer the most common dishes like with corn bread, Zé do Pipo, to Braga, Liberdade, and the Invention one. I really like codfish invention. It’s this cod that is created just by thinking about it. Then you achieve the final creation, and it taste amazingly good and you understand why, we, the common, nostalgic, well-educated and fado People can cook so well cod. Because it brings us back to the origin of granny’s and mom’s home. The place where we were happier. At least for me cod does just that, reports me for my happy memories.

 

BACALHAU À INVENÇÃO

O que precisas? (2 pessoas)

  • 2 postas de bacalhau, o mais demolhadas possível;
  • 2 Pimentos amarelo/verde. Eu usei verde, mas o amarelo é menos agressivo;
  • Puré de batatas. Eu uso instantâneo porque sofro de preguicite, mas pode fazer o teu próprio puré. Um dia deste eu trago a minha receita de puré. Entretanto, cozes batatas, escorres, passas num passe-vite, adicionas leite e manteiga misturas bem, umas pedras de sal, pimenta e noz moscada et voilá!
  • Maionese, a gosto

Como vais fazer?

  1. Corta os pimentos em tiras finas e frita-os um pouco;
  2. Numa assadeira, colocas um fundo de azeite, as postas de bacalhau, as tiras de pimento e cobres com puré de batata;
  3. Leva ao forno a 180º até o puré ficar tostadinho;
  4. Retira, coloca a maionese por cima e volta a levar ao forno, por mais 10 minutos.
  5. Retira de vez e serve-te!

Serve e delicia-te, simples e fácil!

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PS: 11000 visitas!! Um novo marco, até ao fim do ano ainda chego às 12000 ou 13000 quem sabe!!!

 

Quando acontece…

Versão Portuguesa

Ontem dei comigo a sentir um conforto estúpido em ouvir o relato enquanto passava a ferro. Sim, eu a passar a ferro. Pode parecer e soar muito estranho, mas é a verdade. Eu, a passar a ferro, a um domingo de tarde, enquanto na televisão acontece um derbi qualquer.

Quando eu vivia em casa dos meus pais, a minha mãe dizia, não te habitues muito, isto é sol de pouca dura. Um dia destes és tu com as preocupações. Eu ignorava, quem não ignora, um futuro que nos coloca de ferro em punho e tábua à frente? Pois bem, ontem, depois de três semanas de férias sem parar cheguei ao momento que a minha mãe falava. De ferro em punho tábua à frente e o relato de fundo.

Confesso que ao fim da primeira camisola, queria desistir. Até porque eu não me importo da maior parte das tarefas domésticas, mas passar a ferro… bem passar a ferro roça o suplicio. Julgo no entanto que é uma cena de família, visto a minha mãe ter contratado à uns anos um serviço que eu louvo muito, o Ferro Amigo. Uma empresa que vai a casa à quarta buscar a roupa e à sexta traz toda arranjada. Ou seja,eu fui criada a achar que todos temos direito a um ferro amigo. Na verdade temos, porque a minha mãe fez um upgrade, tipo serviço de net, cabo e telefone, e agora tanto eu como a minha irmã podemos usufruir deste serviço. No entanto há sempre umas peças de roupa pelas quais não dá para esperar nem por quarta muito menos por sexta. Foram precisamente essas peças que eu estava a passar enquanto ouvia o relato. Foi todo o cenário, tipo filme que me fez sentir confortável em minha casa. Foi toda a envolvente que me fez perceber que as mudanças e a novidade são assustadoras mas muito boas.

Incrível, um ferro roxo, uma tábua rosa e o relato do Porto-Sporting, quando eu sou Benfiquista. Realmente, o conforto e a felicidade acontecem nos momentos mais estranhos. Isto faz-me lembrar a massa que decidi fazer hoje para o jantar.

Há uns tempos, ainda não dividia casa com o Pedro, ele ligou-me porque os pais iam sair e ele ia jantar sozinho. Perguntou se não queria jantar com ele, mas que não queria sair para jantar. Eu, não hesitei a dizer que sim, mas hesitei no que cozinhar. O Pedro adora massa, mas massa com massa não lembra a ninguém… abri o frigorífico e lá estavam, as amigas do Judeus. ALHEIRAS. Pronto dai à massa de alheira foi um tirinho. Refogar a alheira com massa de tomate caseira, cozer a massa juntar tudo, tiras de chouriço por cima e voilá, comida de conforto. Comida que hoje ao jantar aposto me vai fazer substituir a minha actual imagem de conforto, um ferro roxo, uma tábua rosa e o relato do Sporting-Porto.

English Version

Yesterday I found myself feeling a stupid comfort in hearing the football commentaries while ironing. Yes, I iron. It may look and sound very strange, but it’s true. Me, ironing, on a Sunday afternoon while there’s football on the television.

When I lived in my parents’ house, my mother used to say, don’t get the habit of not doing a thing, this won’t last long. One of these days you’ll be like me. Obviouly I ignored, who doesn’t? A future that puts us with an iron and a board ahead? Well, yesterday, after three weeks of vacation without stopping I got to the point that my mother spoke. Iron on one hand board at the front and the background football comments.

I confess that at the end of the first sweater, I wanted to give up. Also because I do not care of most household chores, but ironing … ironing feel like hell. I think however that it is a family thing, as my mother has a service that I praise very much, it’s called “ferro amigo”, “iron friend”. A company that that goes pick the clother on Wednesday, and returns at Friday with everything ironed. So, I was raised to thinking that we are all entitled to an iron friend. In fact we have, because my mother did an upgrade, like an internet, cable and telephone kinda service, and now both I and my sister can use the service. However there are always clothes for which you cannot wait for Wednesday or much less by Friday. It was precisely these clothes I was taking care while listening to football comments. It was the whole scenario, type movie that made me feel comfortable in my home. It was the whole environment that made me realize that the changes and the new are frighten but very good.

Amazing, a purple iron, a pink board and the report of Sporting-Porto when I’m from Benfica. Really, comfort and happiness happen at the strangest times. This reminds me of the pasta I decided to do today for dinner.

Once, Pedro and I we weren’t living together yet, he called me because his parents went out and he was dining alone. He asked if I wanted to have dinner with him, but did not want to go out to dinner. I did not hesitate to say yes, but I hesitated in cooking. Pedro loves pasta but pasta with pasta isn’t a good chance … I opened the fridge and there they were, Jews best friends. Alheiras. From that to pasta with Alheira it was a really small step. Sauté sausage with homemade tomato pasta, boil the pasta put it all together, chorizo strips on top and voila, comfort food. Food that today at dinner I bet will make me replace my current image of comfort, a purple iron, a rose board and commentaries the Sporting-Porto.

MASSA DE ALHEIRA (2 PESSOAS)

O que vais precisar?

  • 1 alheira;
  • Polpa de tomate, eu uso caseira;
  • Chouriço aos bocadinho
  • Massa tipo espiral, 100gr
  • Sal;
  • Agua qb;
  • Azeite

Como vais fazer?

  1. Coloca água a cozer com 2 colheres de sal grosso;
  2. Numa frigideira funda, tipo Wook, coloca azeite no fundo, e leva ao lume;
  3. Retira a pele à alheira e refoga-a, adiciona chouriço cortadinho em bocadinhos pequenos, cobre com a polpa de tomate de deixa cozinhar bem, vai adicionando água para cozer bem e provando para perceber a quantidade de tempero.
  4. Quando a massa estiver cozida, retira-lhe a água adiciona ao ragu de alheira.
  5. Com uma colher mistura tudo bem, e serve.
  6. A minha de hoje ficou assim!

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Nação Valente e Imortal!

Versão Portuguesa

Fez ontem 1 mês, foi dia de Camões, Portugal e das comunidades Portuguesas. Foi feriado nacional. Ninguém trabalhou, ou pelo menos praticamente todos ficaram em casa a gozar o sentimento de se ser Português. Cantou-se o Hino Nacional, para relembrar a todos a importância deste tão nobre povo que em tempos foi “dono” de meio mundo, o resto pertencia aos Espanhóis. Fez ontem 1 mês eu arrepiei-me com todas as armas expostas, todos os militares que representam as forças portuguesas. Arrepiei-me por sentir o orgulho no meu tão destemido povo. Orgulhei-me do facto de termos tantas vezes ultrapassado os fados políticos que nos permitiram ter como simbolismo verdes prados, sangue derramado e castelos conquistados. O dia acabou, o orgulho ficou. Como fica todos os dias.

No entanto, ontem um mês depois, relembrei-me novamente do orgulho de ser Portuguesa. Os nossos guerreiros foram à luta. Vestiram os escudos e lutaram para colocar o nosso nome na história deste velho continente. Não me refiro somente aos 10 que correram, escorregaram, choraram e gritaram. Refiro-me a todos os Portugueses que ontem, mostraram ao mundo a garra deste povo lutador. Deste povo que canta fado enquanto chora. Deste povo que tem uma maneira de ser invejada. Deste povo que cedo aprendeu a sobreviver no meio dos outros sem nunca perder a energia e eletricidade tão nossa. Deste povo que apesar de ser obrigado a sair para sobreviver, mantem uma ligação tão intensa à terra. Deste povo que nunca desiste, que luta até ao fim, e mesmo quando a matemática diz que não há mais a fazer, existe sempre um Português que resolve, que encontra uma solução.

Não sei se é pelas nossas raízes, não sei se é pela nossa história. Sei que somos especiais. Que somos pequeninos mas somos vívidos. Somos uma “província” espanhola dizem uns, um país classificado como lixo dizem outros. A verdade é que estes Portugas, mostraram ontem a garra que têm. São saltos infinitos, corredoras velozes, lançadores fortes, ciclistas ligeiros, e claro uma equipa de futebol tão cheia que de onde menos se esperava saiu uma bomba que ditou um fantástico fim de dia este nosso Portugal.

Não fazemos mal a ninguém? Claro que não, nós vivemos para agradar os outros. Nós somos um país de pessoas humildes, honestas e lutadoras. Daqui só saem coisas boas. Daqui saem guerreiros e vencedores. Daqui sai uma raça tão única que aposto que todos agradecem pelo amigo Português que têm. Eu, pelo menos, tenho muito amor aos meus amigos Portugueses. Tenho muito orgulho e amor a este meu País.

A todos os que ontem lutaram pelo nome de Portugal, Obrigada. A todos o que hoje lutam pelo nome de Portugal, Obrigada. A todos os que amanhã vão lutar pelo nome de Portugal, Obrigada.

Como ontem foi dia de jogo cá em casa, vou aproveitar para deixar a minha receita de comida de futebol. Vai dar jeito quando começar os jogos olímpicos!!!

English version

It’s been a month, since we had our national holyday. 10 June, day of Portugal and its communities. Nobody worked, or at least almost everyone stayed at home to enjoy the feeling of being Portuguese. The National Anthem was sang, reminding everyone the importance of being Portuguese. Reminding us that once we were half owners of the world the rest belonged to Spanish people. When I saw all military that represent this country, on the military parade I felt shills. I felt a huge pride of being Portuguese. I felt the strength of those who fought our honor.  At the end of the day, I maintained the proud of being Portuguese as always

However, yesterday, precisely a month later, I recalled again the pride of being Portuguese. Our warriors were fighting. They put shields and fought to put our name in the history of the old continent. I do not mean only the 10 who ran, slipped, cried and shouted. I refer to all the Portuguese who yesterday showed the world the gut of this fighting people. This people that sings fado while cries. This people who have a way to be envied. This people who soon learned to survive in the midst of others without losing the energy and electricity, so typical. This people that despite being forced to leave to survive, keep an intense link to the land who saw their first breath.  This people who never gave up, fighting to the end, and even when math says there isn’t much to do, there is always a Portuguese solving, finding a solution.

I do not know if it’s from our roots, I do not know if by our history. I know that we are special. We’re little but vivid. We are a “province” Spanish some say, others say a country rated as junk. The truth is that these “Portugas” showed yesterday their gut. Endless jumps, fast runners, strong launchers, light cyclists, and of course a football team so full that suddenly, the least expected left a bomb that dictated a fantastic end of journey in Portugal.

We do no harm to anyone? Of course not, we live to please others. We are a country of humble, honest people and fighters. Only good comes from us.

Everyone who yesterday fought by the name of Portugal, thank you. To all who today are fighting for the name of Portugal, thank you. To all who tomorrow will fight for the name of Portugal, thank you.

By the way, yesterday was a football day at my home, so I’m leaving my recipe of match. It will give way when Olympics start!

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NUGGETS E BATATAS FRITAS

O que vais precisar? (serve 4)

PARA OS NUGGETS

  • 4 Peitos de frango;
  • 250gr Cereais tipo corn flakes mas sem açúcar;
  • 1 Colher de sobremesa de orégãos secos;
  • 1 Colher de sobremesa de alho seco
  • Meia colher de sobremesa de sal grosso
  • 1 Ovo inteiro
  • 1 Caneca de farinha

PARA BATATAS

  • 1 Batata-doce
  • 2 Batatas normais

Como vais fazer?

  1. Lava bem as batatas, não tires a casca, com auxílio de uma mandolina corta todas as batatas, bem fininhas. Mistura-as assim não sabes quais são as normais nem as doce. Reserva;
  2. Corta os peitos de frango em bocadinhos, não muito pequenos, dimensão de 3 dedos. Deixa-os “bem carnudos”;
  3. Numa 123, coloca os cereais, os orégãos o sal e o alho e tritura tudo, não é para ficar em pó, a intenção é só triturar um pouco. No fim coloca num prato de sopa.
  4. Noutro prato colocas o ovo batido.
  5. Num outro prato a farinha.
  6. A intenção é panar os nuggets, assim começas por passar na farinha depois no ovo depois nos cereais. Repete o processo para todo o frango.
  7. Numa assadeira, coloca algum azeite no fundo e cobre-a com os nuggets. Leva ao forno, a 200º durante 20minutos, ou então até achares que estão cozinhados.
  8. Enquanto os nuggets assam, frita as batatas em óleo bem quente.
  9. No fim de fritares as batatas, coloca-lhe algum sal de mesa, e como se diz em Portugal, Bom apetite!!

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Patanistas de Polvo

Versão Portuguesa

Há uns tempos, combinamos um jantar de amigos. Não queríamos combinar num sitio recorrente, e também não queríamos ir para longe de Espinho. O João lembrou-se então do Hélice. Um restaurante no aeródromo em paramos. Confesso que quando ele falou no assunto, me saltou à memória uma vez que lá fui com os meus pais. Era miúda, e a comida não era grande coisa. O espaço também não estava muito simpático. Ou seja, a minha primeira reacção foi ficar apreensiva. No entanto, eu não abri a boca. Não era a minha vez de organizar tudo, como tal, estava na altura de aproveitar. Fosse qual fosse o significado da palavra aproveitar. Como combinado, as 8.30 estávamos todos no restaurante menos o João. Hábito que, segundo ele, tem porque trabalha muito. Pois claro, infelizmente é um hábito que nasceu com ele, já o trabalho veio com a entrada na idade adulta.

Prosseguindo, estávamos todos no restaurante sem João, e o que me chamou à atenção foi o restaurante. Já não tinha nada a ver com o lugar que ia com os meus pais. As paredes estavam pintadas de branco, as madeiras em tom escuro. As mesas com toalhas brancas de pano, imaculadas. Achei o lugar um mimo. Comecei a sentir que desta vez, o João acertara. Aproveitamos para nos começarmos a sentar e o senhor, muito solicito e simpático, trouxe uma entradas. Eu olhei, e pensei pataniscas… Não gosto nada disto fora de casa. Tudo porque para mim as pataniscas ou são gordinhas e fofas ou são finas como as batatas. Não toquei nas entradas. No entanto, a fome apertava e finalmente veio o João com a Milai. Sentaram-se e a Milai disse, ah que bom as pataniscas de polvo. Eu fiquei sem saber o que dizer. Ora aqui aguçou-me a curiosidade. Como tal comi. Palavras para quê. Que saborosas. O paladar, o cheio, a textura. Era incríveis. Eu nunca tinha provado nada do género. Escusado será dizer, que rapidamente ficamos sem pataniscas. O jantar correu muito bem. A comida muito bem confeccionada. O senhor que nos servia, sempre de uma simpatia. Foi muito bom mesmo. Ficou o restaurante marcado.

Depois deste, já fizemos outros jantares lá, no entanto sem pataniscas de polvo.Ou seja, aqui a foodie, tem andado a pensar muito nas pataniscas.  Há uns dias fomos ao continente e eis que tinha polvo congelado, mas já pronto a utilizar. Não resisti e trouxe. Esta semana experimentei. Ah, até a Ilda, que não gosta nada de polvo comeu e adorou!

English Version

Sometime ago, we organized a friend’s dinner. We didn’t want it to be on a regular place nor away from Espinho. So João, remembered “Hélice”. A restaurant at the aerodrome. I confess that when he said “hélice”, it occurred to me having gone there with my parents, when I was a kid. Food was not that good. The place was also not very friendly. So, my first reaction was getting apprehensive. However, I didn’t say a thing, since, for once I wasn’t the planner. As agreed, 20.30h we were all in the restaurant but João. He says he gained the habit of arriving late because he works a lot. Well of course, the problem is that he started to work at eighteen, but he arrives latter since ever…

Getting ahead. We were all in the restaurant without João, and what caught my attention was the restaurant. It had nothing to do with the place I met once with my parents. The walls were painted white, the woods in the dark tone. The tables with white clean towels. I found the place a treat. I began to feel that this time, João had nailed it. We took the opportunity to start seating, and the gentlemen who was serving us, brought some appetizers. I looked at it, and it were small cod cakes. I only eat cod cakes at home, because they either have to be fluffy or really thin. So I didn’t try it. But I became starving, and finally João and Milai arrived. They sat and Milai said: “ah great, the octopus cakes!”. I was not sure what to say. It shrewd my curiosity. As so, that I ate it. It was very tasty. Hmm the texture. It was incredible. I had never tasted anything like that. Needless to say, we quickly finished them. About the rest of the dinner, I have to say it went very well. The food was very well prepared. The gentleman who served us, always very solicitous. It was very good indeed. So a place to repeat.

After this, we have already made other dinners there, though no octopus cake. So, here the foodie, has been thinking a lot about it. So, that a few days ago we went to the supermarket and I saw, frozen octopus, but ready to use. I could not resist and brought it. This week I experienced, and it was really tasty. Ah, even Ilda, who does not like octopus ate and loved it!

PATANISCAS DE POLVO

O que vais precisar?

  • 200gr de polvo cozido e cortado em pedaços muito pequenos;
  • 2 ovos inteiros;
  • 1 cerveja fresca;
  • Oregãos secos;
  • Sal;
  • Salsa seca;
  • 1 copo de farinha;

Como vais fazer?

  1. Numa bacia colocas todos os ingredientes menos a farinha, e misturas tudo muito bem;
  2. Adiciona a farinha e mistura de forma a ficar sem grumos, se achares que está muito liquida adiciona mais farinha e deixa ficar;
  3. Leva uma sertã com óleo ao lume e deixa o óleo aquecer, ficar bem quente;
  4. Coloca uma colher do preparado no óleo e deixa fritar, vira de lado quando começar a ganhar cor. Repete o processo para a massa toda.
  5. Agora já tens jantar… Ou entradas para o jantar entre amigos.

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3 anos de Angie Clouds! Maravilha…

Versão Portuguesa

Foi então que chegamos aos 3 anos de AngieCloudsDisappear!

Isto pessoalmente é uma mega conquista. Lembro-me como se fosse hoje, o dia em que abri este blog.

Estávamos em Maio de 2013, eu estava desempregada e tinha algum tempo livre. Passava horas na cozinha, a elaborar receitas da família, ou experiências novas. Sempre que entrava em pequenos momentos de desespero, o meu pai dizia, “porque não escreves um livro?”. Aquilo mexia comigo, eu acho que praticamente todos sonhamos em ter um livro à venda numa livraria.  No entanto, eu sempre achei que os meus textos não eram assim interessantes de mostrar.

Às tantas, e não sei bem como, num qualquer volte face, eis que dei comigo a questionar uma amiga minha sobre como ter um blog. Ela foi incansável. Ela em casa dela, eu em minha casa e estávamos a montar todo o blog. No fim, não sabia o que escrever, e então escrevi sobre como me organizo na cozinha. Depois de fazer o meu primeiro post, senti borboletas no estômago, quase parecidas com as que senti quando o Pedro me deu o primeiro beijo. Nesse momento, lembro-me de me levantar e ir a correr a casa do Pedro, eu tinha de partilhar com ele a minha novidade. Sim eu sei, podia ter partilhado com ele online, mas assim não dava para o surpreender. Quando cheguei a casa dele corri para o computador, liguei o blog e disse olha o que eu criei!! Ele ficou extasiado, mas sei que uma das frases que me ficou foi, “Ah agora posso ter uma T-shirt a dizer: “A minha namorada é Blogger“”. Eu achei aquilo amoroso, e disse-lhe:”Eu ainda não sou Blogger, eu ainda só fiz um post!”

Depois disso contei à minha mãe e partilhei com todos os meus conhecidos, 3 anos volvidos, tenho 10200 visita, 580 seguidores. São meras estatísticas, e que no mundo dos blogs não é considerável. No entanto, para mim, é motivo de orgulho e satisfação.

Ora os aniversários, são para ser festejados, este ano não fiz festa nenhuma, não ainda. Eu quero e vou fazer, mas mais lá para a frente. Julho ou Agosto. No entanto, não podia deixar este dia em branco, e fiz um jantar saboroso e especial, para o rapaz que se ofereceu para usar a T-shirt orgulhoso. O meu futuro marido. Obrigada Pedro, pelo sorrisão de orgulho quando te mostrei o Blog. 

A todos vocês, que vêm cá, que partilham as minhas insanidades, que quando me vêm me falam dos meus post’s. Obrigada, vocês fazem-me sentir ainda mais vontade de cá vir!

English Version

And then, 3 years of AngieCloudsDisappear!

Personally, this is a huge achievement. I remember, as if it was yesterday, the day I opened this blog.

It was May 2013, I was unemployed and had some free time. I spent hours in the kitchen to cook family recipes, or new experiences. Whenever I was caught in small moments of despair, my father would say, “Why don’t you write a book?”. That moved me. I think virtually, everyone dreams to have a book for sale in a bookstore. However, I always thought that my texts were not so interesting to show.

Suddenly, I don’t remember exactly when, I found myself asking a good friend of mine, how could I start a blog. She was tireless. She was at her home, I was in mine and we were building this blog. At the end, I didn’t know what to write, and then I wrote about how I organize myself in the kitchen. After making my first post, I felt butterflies in my stomach, almost like those I felt when Pedro kissed me for the first time. At that moment, I remember getting up and running to Peter’s home, I had to share with him my news. Yes I know, I could have shared with him online, but so I could not surprise him. When I got there, I ran to his computer, looked for the blog and said: “Look at what I’ve just created!!” He was ecstatic, but I fully remember one of the things he said, “Oh, now I ca wear a T-shirt saying,” My girlfriend is a Blogger “”. I found lovely that, and told him: “I am not yet a Blogger, I still only made a post!”

After that, I told my mother and I shared it with all my acquaintances, three years later, I reached 10200 visitors and 580 followers. These are mere statistics, and that, in the world of blogs this ain’t considerable. However, for me, it is a source of pride and satisfaction.

Now, birthdays are for being celebrated. Yet, I haven’t done the party, but I will. Maybe, July or August. However, I could not let this day in white, and made a tasty and special dinner for the boy who offered to use the Proud T-shirt. My future husband. Thank you Pedro, the grin of pride when I showed you the Blog.

To all of you who come here who share my insanities, that talks to me, about my post, whenever you see me. Thank you, you make me feel with more desire to come here!

 

FARFALLE DE ALHEIRA

O que vais precisar?

  • Farfalle para 2;
  • 1 Alheira de aves;
  • 100gr de bacon cortados em bocadinhos;
  • 5 colheres de sopa de molho de tomate;
  • 1 copo de vinho branco;
  • 1 colher de sopa de rabo de boi;
  • 1 colher de sopa de azeite;
  • 1 bola de queijo mozzarella, fresco;

Como vais fazer?

  1. Ligas o forno a 100º;
  2. Colocas água numa panela e cozes o farfalle;
  3. Numa wook, ou numa sertã, colocas o fio de azeite, e o bacon;
  4. Quando o bacon começar a fritar, adicionas a alheira. Tira primeiro a pele da alheira;
  5. Mistura o molho de tomate ao vinho e à sopa de rabo de boi, faz uma pasta e adiciona à carne;
  6. Deixa cozinhar;
  7. Corta a bola de mozzarella, em rodelas e reserva;
  8. Retira um copo de água da massa e mistura na carne;
  9. Tira à massa o resto da água, e adiciona a massa à carne;
  10. Mistura bem;
  11. Coloca um fio de azeite no fundo de uma assadeira, e enche a assadeira com a massa;
  12. Cobre com as rodelas de mozzarella, e leva ao forno para gratinar;
  13. Serve e que te saiba muito bem!!!

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